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Na trave: eles ficaram com a suplência, mas saíram com os nomes fortalecidos
Carlos Humberto, em Balneário e Anna Carolina, em Itajaí

Terça, 9/10/2018 11:13.

Eles se dedicaram intensamente, mas foram engolidos pela “onda PSL”. Apesar de não terem conquistado as cadeiras na Assembleia Legislativa, ficaram com a suplência e saíram com seus nomes fortalecidos.

Carlos Humberto

O vice-prefeito de Balneário Camboriú, Carlos Humberto Mtzner (PR) conquistou 24.610 votos em sua primeira corrida à Assembleia Legislativa. Não foi eleito por muito pouco, faltaram pouco mais de mil votos para garantir a cadeira.

Só em Balneário, Carlos Humberto fez 10.305 votos. Os outros mais de 14 mil Carlos fez por todo o Estado, conquistando muitos votos em rincões eleitorais onde conseguiu apoio através de uma campanha robusta do partido.

Não foi eleito, mas ficou com a primeira suplência.

"Saímos fortalecidos. Faltou pouco, talvez se tivéssemos trabalho mais, influenciado um pouco mais. A gente lamenta porque Balneário mais uma vez fica sem deputado. O Ruth Cardoso precisa de recursos, estamos com uma efetivo baixíssimo na polícia. Infelizmente não conseguimos demonstrar a necessidade de um deputado na cidade”, declarou.

Ele avalia que houve uma grande divisão de votos e também sofreu os reflexos do “efeito PSL”, partido chapa pura que elegeu seis nomes à Assembleia.

“A cidade não se envolveu em torno de um representante só”, lamentou Carlos Humberto, que aproveitou para agradecer o apoio de todos que acreditaram em seu nome.


Anna Carolina

A advogada Anna Carolina (PSDB), mesmo com uma votação expressiva - foram 32.199 votos - também não conseguiu a vaga. Mesmo assim ela sai confiante, com seu nome fortalecido de “forma mais robusta”.

“Logicamente a gente não alcançou o esperado, trabalhamos para a vitória, mas fazendo uma avaliação fria do que foi a campanha, fomos muito bem aqui em Itajaí. Ficamos na suplência, por uma diferença de dois mil votos teríamos uma cadeira garantida”, comentou.

Os resultados de Anna foram consistentes: ficou com a primeira suplência e teve uma votação maior que políticos de carreira, inclusive maior do que o atual presidente da ALESC, Silvio Dreveck (PP).

Em Itajaí foi a candidata a estadual mais votada, com larga vantagem para o segundo mais votado, Thiago Morastoni (MDB). Foi a mulher mais votada em Itajaí e a 3ª mulher mais votada em Santa Catarina.

“Na verdade a onda Bolsonaro veio muito forte. As pessoas votaram no 17 sem saber quem era o candidato, elegeram pessoas sem expressão política alguma e até com ideias diferentes do que acreditam, mas porque estão cansadas do que está aí”, analisa.

Ela disse que vai continuar acompanhando a conjuntura da política estadual para ver quem o partido apoiará ao governo do Estado e depois disso ver a possibilidade de assumir a cadeira. “Existe essa possibilidade, mas caso nao der certo, aqui em Itajaí o nosso time está bem contente com o resultado”, finalizou.

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Na trave: eles ficaram com a suplência, mas saíram com os nomes fortalecidos

Carlos Humberto, em Balneário e Anna Carolina, em Itajaí
Carlos Humberto, em Balneário e Anna Carolina, em Itajaí
Terça, 9/10/2018 11:13.

Eles se dedicaram intensamente, mas foram engolidos pela “onda PSL”. Apesar de não terem conquistado as cadeiras na Assembleia Legislativa, ficaram com a suplência e saíram com seus nomes fortalecidos.

Carlos Humberto

O vice-prefeito de Balneário Camboriú, Carlos Humberto Mtzner (PR) conquistou 24.610 votos em sua primeira corrida à Assembleia Legislativa. Não foi eleito por muito pouco, faltaram pouco mais de mil votos para garantir a cadeira.

Só em Balneário, Carlos Humberto fez 10.305 votos. Os outros mais de 14 mil Carlos fez por todo o Estado, conquistando muitos votos em rincões eleitorais onde conseguiu apoio através de uma campanha robusta do partido.

Não foi eleito, mas ficou com a primeira suplência.

"Saímos fortalecidos. Faltou pouco, talvez se tivéssemos trabalho mais, influenciado um pouco mais. A gente lamenta porque Balneário mais uma vez fica sem deputado. O Ruth Cardoso precisa de recursos, estamos com uma efetivo baixíssimo na polícia. Infelizmente não conseguimos demonstrar a necessidade de um deputado na cidade”, declarou.

Ele avalia que houve uma grande divisão de votos e também sofreu os reflexos do “efeito PSL”, partido chapa pura que elegeu seis nomes à Assembleia.

“A cidade não se envolveu em torno de um representante só”, lamentou Carlos Humberto, que aproveitou para agradecer o apoio de todos que acreditaram em seu nome.


Anna Carolina

A advogada Anna Carolina (PSDB), mesmo com uma votação expressiva - foram 32.199 votos - também não conseguiu a vaga. Mesmo assim ela sai confiante, com seu nome fortalecido de “forma mais robusta”.

“Logicamente a gente não alcançou o esperado, trabalhamos para a vitória, mas fazendo uma avaliação fria do que foi a campanha, fomos muito bem aqui em Itajaí. Ficamos na suplência, por uma diferença de dois mil votos teríamos uma cadeira garantida”, comentou.

Os resultados de Anna foram consistentes: ficou com a primeira suplência e teve uma votação maior que políticos de carreira, inclusive maior do que o atual presidente da ALESC, Silvio Dreveck (PP).

Em Itajaí foi a candidata a estadual mais votada, com larga vantagem para o segundo mais votado, Thiago Morastoni (MDB). Foi a mulher mais votada em Itajaí e a 3ª mulher mais votada em Santa Catarina.

“Na verdade a onda Bolsonaro veio muito forte. As pessoas votaram no 17 sem saber quem era o candidato, elegeram pessoas sem expressão política alguma e até com ideias diferentes do que acreditam, mas porque estão cansadas do que está aí”, analisa.

Ela disse que vai continuar acompanhando a conjuntura da política estadual para ver quem o partido apoiará ao governo do Estado e depois disso ver a possibilidade de assumir a cadeira. “Existe essa possibilidade, mas caso nao der certo, aqui em Itajaí o nosso time está bem contente com o resultado”, finalizou.

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