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Jorginho diz que quer ser senador para ajudar Santa Catarina
Divulgação

Quinta, 13/9/2018 6:59.

Jornais ADI/ Adjori - O senhor se candidata ao Senado com experiência legislativa nos três níveis - municipal, estadual e federal. Isso faz diferença?

Jorginho Mello - Sim. São experiências que ajudam. Para ser Senador isso é necessário. E, mesmo como deputado federal, atuei várias vezes no Senado, já que muitos embates e muitas lutas eu travei na Câmara e depois tive que travar também no Senado. Todas as matérias da microempresa foram assim. Tratativas, acompanhamentos lá. No momento de hoje, qualquer função política, principalmente no Congresso nacional, o candidato precisa ter condições políticas e morais em primeiro lugar. E, segundo, acumular experiência. Eu reúno as duas condições.

ADI/Adjori - Por que o senhor quer ser senador?

Mello - Para ajudar Santa Catarina, para fazer com que nosso estado seja mais respeitado. Para cobrar que a União mande os valores pelos quais trabalhamos e que merecemos receber. Como o senador representa o Estado, a gente precisa ser voz forte. Tem candidatos que já foram senadores, mas não fizeram nada. Estou ajudando o Mauro Mariani (candidato ao governo pela mesma coligação, SC quer mais) porque acredito na eleição dele e no comprometimento com as causas de Santa Catarina. E sei que ele vai somar sua força política com a da bancada federal de Santa Catarina.

ADI/Adjori - Quais suas principais bandeiras?

Mello - Quero lutar pelo Pacto Federativo, que é uma bandeira que o Luiz Henrique da Silveira defendia. Faço isso até em homenagem à minha primeira suplente, dona Ivete (viúva de LHS). É preciso que fiquem menos recursos em Brasília e que venham mais recursos para os estados e os municípios, que é onde as pessoas vivem. Quero ajudar a fazer a reforma tributária, que fará um bem para o país, para quem empreende e para quem trabalha. O que temos hoje é uma conspiração contra quem quer produzir no Brasil. Essa reforma terá um forte impacto na geração de empregos.

ADI/Adjori - Por quê?

Mello - O empresário precisa ter segurança jurídica, passar por menos burocracia. Essas minhas bandeiras ajudam o Estado a ampliar a receita, o que vai se refletir nos serviços públicos.

ADI/Adjori - O que precede essas medidas?

Mello - A reforma política-eleitoral. Nenhum governo resiste com essa feira de partido político - para negociar voto, para vender tempo de televisão nas campanhas eleitorais... precisamos de uma reforma mais profunda, com voto distrital misto para haver representatividade de cada região desse Brasil e dos estados. Teremos que fazer um mutirão nacional. Passadas as eleições, temos que esquecer partidos políticos e trabalhar pelo país.
 

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Jorginho diz que quer ser senador para ajudar Santa Catarina

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Jornais ADI/ Adjori - O senhor se candidata ao Senado com experiência legislativa nos três níveis - municipal, estadual e federal. Isso faz diferença?

Jorginho Mello - Sim. São experiências que ajudam. Para ser Senador isso é necessário. E, mesmo como deputado federal, atuei várias vezes no Senado, já que muitos embates e muitas lutas eu travei na Câmara e depois tive que travar também no Senado. Todas as matérias da microempresa foram assim. Tratativas, acompanhamentos lá. No momento de hoje, qualquer função política, principalmente no Congresso nacional, o candidato precisa ter condições políticas e morais em primeiro lugar. E, segundo, acumular experiência. Eu reúno as duas condições.

ADI/Adjori - Por que o senhor quer ser senador?

Mello - Para ajudar Santa Catarina, para fazer com que nosso estado seja mais respeitado. Para cobrar que a União mande os valores pelos quais trabalhamos e que merecemos receber. Como o senador representa o Estado, a gente precisa ser voz forte. Tem candidatos que já foram senadores, mas não fizeram nada. Estou ajudando o Mauro Mariani (candidato ao governo pela mesma coligação, SC quer mais) porque acredito na eleição dele e no comprometimento com as causas de Santa Catarina. E sei que ele vai somar sua força política com a da bancada federal de Santa Catarina.

ADI/Adjori - Quais suas principais bandeiras?

Mello - Quero lutar pelo Pacto Federativo, que é uma bandeira que o Luiz Henrique da Silveira defendia. Faço isso até em homenagem à minha primeira suplente, dona Ivete (viúva de LHS). É preciso que fiquem menos recursos em Brasília e que venham mais recursos para os estados e os municípios, que é onde as pessoas vivem. Quero ajudar a fazer a reforma tributária, que fará um bem para o país, para quem empreende e para quem trabalha. O que temos hoje é uma conspiração contra quem quer produzir no Brasil. Essa reforma terá um forte impacto na geração de empregos.

ADI/Adjori - Por quê?

Mello - O empresário precisa ter segurança jurídica, passar por menos burocracia. Essas minhas bandeiras ajudam o Estado a ampliar a receita, o que vai se refletir nos serviços públicos.

ADI/Adjori - O que precede essas medidas?

Mello - A reforma política-eleitoral. Nenhum governo resiste com essa feira de partido político - para negociar voto, para vender tempo de televisão nas campanhas eleitorais... precisamos de uma reforma mais profunda, com voto distrital misto para haver representatividade de cada região desse Brasil e dos estados. Teremos que fazer um mutirão nacional. Passadas as eleições, temos que esquecer partidos políticos e trabalhar pelo país.
 

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