Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Eleições
Os pré-candidatos respondem - Você apoia o fechamento do STF, do Congresso e a implantação de uma ditadura no país?

Série semanal do Página 3 mostra o que pensam pré-candidatos (as) a prefeito de Balneário Camboriú

Sexta, 6/3/2020 19:11.

Publicidade

PERGUNTA DA SEMANA

“Grupos em diversas cidades do país, incluindo Balneário Camboriú, estão convocando manifestações para o próximo dia 15 e muitos desses manifestantes defendem explicitamente o fechamento do Congresso Nacional e o fechamento do Supremo Tribunal Federal, portanto uma ditadura.

Considerando a relevância do assunto também em nível municipal, a pergunta é: você apoia o fechamento do Congresso Nacional, o fechamento do Supremo Tribunal Federal e a implantação de uma ditadura no país?”.

Auri Pavoni

Acredito na democracia e na independência dos poderes. A democracia ainda é o melhor caminho, prova disso foi a própria eleição de 2018, onde o descontentamento generalizado com o que estava posto, foi trocado no voto pelos brasileiros.

Não podemos abrir mão de nosso direito de escolher, muito menos dos poderes legislativo e judiciário. Enquanto pudermos trocar no voto e tivermos justiça para nos defendermos das injustiças, estaremos amparados de um jeito ou de outro.

A harmonia entre os poderes e a estabilidade política, atraem investimentos, equilibram a economia e pacificam os mercados. Precisamos de paz e segurança institucional para que possamos nos planejar enquanto cidadãos e empreendedores, para que nosso país cresça e se desenvolva em paz.

Defendo e apoio o Presidente da República para superarmos os graves problemas do País; defendo o fortalecimento e a independência dos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo e defendo a Democracia pois apesar das suas imperfeições ainda é a melhor forma de governo experimentada pela humanidade.

(Auri Pavoni é empresário e foi secretário do Planejamento de Balneário Camboriú em dois governos. Whatsapp 98405-5371)


Dileta Corrêa da Silva

A atual Constituição Brasileira de 1988 não admite a dissolução do parlamento, de tal forma que não existe discussão ou previsão infraconstitucional sobre esta questão.

Nunca houve ditadura no Brasil, houve sim uma transição pacífica de poder, onde militares salvaram o Brasil de ser tomado por comunistas radicais, aliados a Cuba e, portanto, seguindo organizações internacionais, o que já configurava um crime contra a pátria. Devido a isso, houve a necessidade de um rompimento com o golpe através da única possibilidade à época: o regime militar.

Como o congresso funcionou normalmente, não se pode chamar de DITADURA, como os comunistas e pessoas de viés marxista gostam de falar. Também não houve um ditador nesse período, ou seja, os fatos comprovam que historicamente, não houve ditadura alguma.

Quando vamos falar de algo, primeiramente precisamos estabelecer o conceito sobre esse algo. Do ponto de vista histórico, não há como chamar o período de ditadura. Por certo que, algumas liberdades foram diminuídas, mas também não nos diminuem as nossas liberdades no dia de hoje pela democracia? A democracia nos retirou o porte de armas, por exemplo, mesmo perdendo na votação do plebiscito.

Mas se o jornal Página 3, denomina o período de maior crescimento do Brasil, que foi ruim somente para quem era terrorista, ladrão, bandido, traficante e para quem queria implantar o comunismo no país, de "ditadura", então sim eu sou a favor desta "ditadura". Eu sinceramente não acredito, que aqueles que votam na esquerda hoje, sejam pessoas más, e pelo menos um grande percentual é enganado pelo discurso do assistencialismo e serviços gratuitos e de qualidade. Uma grande parte do povo brasileiro quer a ordem, o progresso e um parlamento sem corruptos.

Para terminar, os militares voltaram ao poder em 2018, de forma democrática, uns pelo voto direto, outros por convite daquele que venceu, democraticamente, nas urnas, com o apoio de mais de 54 milhões de brasileiros, cansados de ver o Brasil sendo saqueado pela ORCRIM que tinha se apoderado da nossa nação e contaminado as instituições com o aparelhamento ideológico.

Portanto, seria muito melhor ver a história de forma correta, e agradecer àqueles militares do passado que salvaram o Brasil da "DITADURA" dos terroristas da esquerda. Contamos hoje com um presidente que acolhe a história do passado e quer construir um grande futuro para a nação dos brasileiros, a nossa pátria amada, Brasil.

(Dileta Corrêa da Silva é moradora dfe Balneário Camboriú. Whatsapp 99919-1486)


Edson Piriquito

Diante do espírito democrático que possuo, por pertencer ao MDB, partido que protagonizou o Regime Democrático no Brasil, sou totalmente a favor de manifestações que lutem pelos direitos das pessoas.

Sendo Democrático compreendo a importância do Parlamento como representatividade popular, sendo que "fechar" o Congresso, os Parlamentos e interferir na autonomia dos Poderes Constituídos, em todas as esferas, no meu ver, está distante de ser o melhor caminho.

Importante observar que alguns que se colocam diante de muitos movimentos com esse perfil, logo se apresentam como candidatos aos Parlamentos ou aos executivos e ao lá estarem se acomodam e esquecem das bandeiras outrora defendidas.

Defendo sim a reforma do modelo atual, aplicando a diminuição dos repasses obrigatórios por parte dos Poderes Executivos, na esfera Federal, Estadual e Municipal aos demais poderes, o que por si só já apresentaria uma enorme economia aos cofres públicos e manteria o equilíbrio necessário na formatação das Políticas Públicas.

Defendo sim o fortalecimento dos municípios com a modificação do Pacto Federativo, diminuindo o montante a ser repassado para a União e deixando a maior parte dos nossos recursos nas cidades onde vivem as pessoas, acabando com a peregrinação a Brasília de prefeitos e vereadores com pires na mão atrás de migalhas.

Finalizando penso que para a vida das pessoas melhorar nas cidades e receberem mais atenção, precisamos de um prefeito que reconheça a importância dos Servidores Públicos, que tenha experiência administrativa, atitude, dedicação plena e vontade de fazer acontecer.

Precisamos de um prefeito que entenda a necessidade do fortalecimento econômico e apoie os comerciantes e empresários pequenos, médios e grandes, pois estes são os importantes geradores de emprego para nossos trabalhadores. Somos uma cidade Turística e Turismo é prestação de serviço, vai da importância dos valorosos ambulantes ao brilhante dono da HAVAN. O prefeito tem que ser atento a todos.

Desta forma me apresento como pré candidato a prefeito de BC. Meu nome é Edson Piriquito e serei candidato pelo MDB 15. Somos do MDB e somos a favor do Brasil e sobretudo de BC. Forte Abraço a todos.

(Edson Piriquito foi prefeito de Balneário Camboriú em duas ocasiões. Whatsapp 99266-0015).


Evaldo Hoffmann

Uma Democracia não existe sem instituições sólidas e estáveis. Não há como apoiar o fechamento do Congresso Nacional ou do Supremo Tribunal Federal. Ambos são importantes peças na espinha dorsal do país e para a garantia dos direitos previstos na constituição federal brasileira.

Também não há apoio para a implantação de uma ditadura. Todos os nossos cargos políticos foram e são eleitos através do voto, com a participação popular, dentro de um processo democrático e transparente, e assim deve continuar.

Não há que se falar em estremecimento do modelo republicano democrático que está em pleno funcionamento. As ditaduras existentes vieram do modelo socialista e, pelas notícias, não respeitam os direitos de seus cidadãos, constituindo assim um exemplo do que não se fazer no Brasil.

Porém, nenhuma instituição do nosso país está isenta de críticas. A previsão constitucional e a relevância para o funcionamento do Brasil não são salvo-conduto para manterem-se afastados do que o povo quer, desconectados da realidade vivida pelas pessoas nas ruas, indo contra o anseio da maioria da população.

O cidadão pode manifestar-se contrário a posicionamentos e condutas dos agentes públicos tanto do Congresso Nacional, quanto do STF, e eles devem aceitar isso. Esta é a garantia de que nós continuaremos a ter um equilíbrio democrático, permitindo que o cidadão exerça seu papel de modificador social e de relevância no cenário político nacional.

(Evaldo Hoffmann é Coronel da Polícia Militar com 32 anos de serviço. Comanda a Polícia Militar Rodoviária de Santa Catarina e já foi comandante do 12° BPM.).


Fabrício Oliveira

Não enviou resposta.

(Fabrício Oliveira é o atual prefeito de Balneário Camboriú e concorrerá a um segundo mandato. Whatsapp 99967-4533).


Leonardo Piruka

Acredito que esteja acontecendo um desvirtuamento das manifestações do dia 15/03.

O que eu e os apoiadores do presidente defenderemos nessa manifestação, é a demonstração para os grupos que tentam o enfraquecer o governo Jair Bolsonaro, que a população está junto com o presidente e que aprova sua postura a frente da presidência da República.

Analisando este pensamento, sou favorável àmanifestação em prol do presidente, mas sou contra o fechamento do Congresso Nacional.

Em uma sociedade democrática como a brasileira, não podemos admitir que o voto não seja respeitado. Os deputados e senadores foram eleitos e seus mandatos precisam ser mantidos, em defesa da democracia que é um valor inegociável.

(Leonardo Piruka é vereador em segundo mandato.Whatsapp 98406-8216).


Leonel Pavan

Seria uma derrota da democracia que foi uma conquista do povo, a qual tive a honra em fazer parte, lutando por eleições diretas.

Quem escolhe o congresso é o povo, se tem erro -e deve ter- errou quem escolheu.

Há poucos dias vimos um documentário da forma como perdemos o nosso prefeito Higino João Pio -hoje temos uma escola de segundo grau com seu nome, devido a um projeto meu.

Eu torço para que não voltemos aos atos que reprovamos no passado.

(Leonel Pavan foi prefeito de Balneário Camboriú em três mandatos. Também foi deputado estadual, deputado federal, senador, vice-governador e governador. Whatsapp 99966-4845)


Ney Clivati

O NOVO defende as instituições democráticas como única forma de garantir a segurança da nação, da população e um ambiente em que as regras são respeitadas. Um país só se desenvolve se suas instituições forem fortes.

Está posto que há uma evidente insatisfação, contudo, a forma de mudança não será através do fechamento do Congresso Nacional ou do Supremo Tribunal Federal, e sim elegendo pessoas que façam a transformação dentro do sistema.

A derrubada de qualquer instituição democrática representa um atraso, e irá dificultar mais ainda a discussão que precisa ser feita no Brasil:

Qual Brasil nós queremos?

Queremos o modelo patrimonialista vigente, em que o Estado favoreça os amigos do rei e os oligopólios sejam mantidos pela burocracia excessiva institucionalizada? Ou será que queremos uma nação com visão de longo prazo, sendo o indivíduo o agente de mudanças e gerador de riquezas, em que todos são iguais perante a lei e exista liberdade com responsabilidade? A resposta para a pergunta deve vir da população através do voto.

A caminhada rumo à mudança já começou: os mandatários do NOVO estão mostrando que dá para fazer muito mais, com muito menos. A economia do dinheiro do pagador de impostos chegará a 148 milhões de reais. Todos os mandatários assinam termo de compromisso que irão abrir mão de TODOS OS PRIVILÉGIOS, não utilizando qualquer tipo de penduricalhos, benesses, auxílios e benefícios. Queremos um BASTA na ‘privilegiocracia’: muitas pessoas pagam uma conta muito cara para poucos terem MUITOS privilégios. É desta maneira que se pode mudar o cenário perdulário atual, elegendo cidadãos que irão para o poder para diminuir o poder.

Temos que eleger representantes que sejam bons exemplos, colocando o dedo na cara daqueles que fazem mau uso de NOSSO DINHEIRO, escancarando a triste realidade dos bastidores da política. Que não esteja hoje se reunindo com aqueles que até ontem eram seus ‘inimigos’, para satisfazer seu ego em um NÍTIDO PROJETO DE PODER, já fazendo alianças e conchavos, LOTEANDO todos os cargos e entidades da prefeitura.

Devemos ser representados por um PROJETO DE CIDADE DE LONGO PRAZO, em que as políticas públicas tenham continuidade, que os bons projetos sejam aplaudidos, os erros sejam corrigidos, e não sejam completamente refeitas do zero porque o projeto era da administração anterior. Que não façamos ‘pontes-elefante-branco’ apenas para inflar seu próprio ego. Que se realize processo seletivo para os cargos comissionados e que se dê liberdade para que os bons e capacitados profissionais da administração pública consigam exercem seu trabalho nas áreas em que são especializados, sem depender de fulano incapaz ou ciclano amigo da corte.

O NOVO é um movimento de cidadão comuns insatisfeitos com o montante de impostos, burocracia, aparelhamento do Estado, legislações inúteis, tudo isso para receber muito pouco ou nada em troca.

Citando Thatcher: "O Estado constituído não tem outra fonte de dinheiro que não seja o dinheiro que você mesmo ganha".

(Ney Clivati é engenheiro, empresário, ex-diretor geral da Emasa e ex-secretário do Planejamento de Balneário Camboriú. Whatsapp 98803-7555).


Marisa Fernandes

Defendo incondicionalmente a democracia. Sou contrária a qualquer forma de manifestação que visa limitar a liberdade.

Contraditório e até criminoso são esses movimentos antidemocráticos.

Apologia à ditadura é crime previsto na Constituição e na Lei de Segurança Nacional.

É preceito fundamental das democracias a liberdade de expressão que jamais pode ser usada para defender discursos fundamentalistas que evocam a destruição do estado Democratico de direito.

Olhemos a contradição: usar o princípio da liberdade para pedir o fim do mesmo direito? Não é algo racional.

Sabemos das limitações do Poder legislativo,Judiciário e administrativo, no entanto, há mecanismos legais para combater a corrupção e qualificar os serviços e as instituições.

Há pessoas que flertam com a ditadura, afrontam a liberdade de expressão apoiado por um governante que convoca manifestações antidemocrática.

Essas Ações sim deveriam ser punidas com rigor da lei.

Falta o conhecimento sobre nossa história, sobre ditadura que ceifou vidas. Convido as pessoas a assistirem e conhecerem pelo menos a história do prefeito higino Pio assassinado pela ditadura. Talvez assim, se envergonhariam sair às ruas para esse proprosito.

Ditadura nunca mais.!!

(Marisa Fernandes é professora universitária e ex-vereadora. Whatsapp 9975-0355).


Marcelo Achutti

Temos o conhecimento das dificuldades que a mudança de governo provoca junto a classe política do país e, com o governo atual não poderia ser diferente. Comungar das mesmas ideias nem sempre é possível. Política se faz assim, com troca de ideias, ora em comum ora em discordância!

Não sou a favor do fechamento do Congresso Nacional muito menos do Supremo Tribunal Federal, acredito que são Poderes importantíssimos para a governança das políticas públicas do país. Mas, ao meu ver, creio que há a necessidade de se efetuar uma reforma nos Três Poderes do país.

O Brasil possui um buraco nas contas públicas por isso é preciso cortar gastos, e isso, começa “em casa”.

Enxugar a máquina pública ligada diretamente aos Três Poderes, cortando o número de parlamentares, assessores e privilégios, diminuir seus orçamentos, ou seja, desde o corte com pessoal, como “ajuda de custo” recebida por parlamentares que só oneram ainda mais os cofres.

Este é o caminho a ser seguido e, a partir daí formar uma nova consciência das pessoas que trabalham para que o Brasil exerça uma política que atenda aos anseios de seu povo.

(Marcelo Achutti é vereador em segundo mandato.Whatsapp 98431-2121).


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade


Publicidade














Página 3

Os pré-candidatos respondem - Você apoia o fechamento do STF, do Congresso e a implantação de uma ditadura no país?

Série semanal do Página 3 mostra o que pensam pré-candidatos (as) a prefeito de Balneário Camboriú

Publicidade

Sexta, 6/3/2020 19:11.

PERGUNTA DA SEMANA

“Grupos em diversas cidades do país, incluindo Balneário Camboriú, estão convocando manifestações para o próximo dia 15 e muitos desses manifestantes defendem explicitamente o fechamento do Congresso Nacional e o fechamento do Supremo Tribunal Federal, portanto uma ditadura.

Considerando a relevância do assunto também em nível municipal, a pergunta é: você apoia o fechamento do Congresso Nacional, o fechamento do Supremo Tribunal Federal e a implantação de uma ditadura no país?”.

Auri Pavoni

Acredito na democracia e na independência dos poderes. A democracia ainda é o melhor caminho, prova disso foi a própria eleição de 2018, onde o descontentamento generalizado com o que estava posto, foi trocado no voto pelos brasileiros.

Não podemos abrir mão de nosso direito de escolher, muito menos dos poderes legislativo e judiciário. Enquanto pudermos trocar no voto e tivermos justiça para nos defendermos das injustiças, estaremos amparados de um jeito ou de outro.

A harmonia entre os poderes e a estabilidade política, atraem investimentos, equilibram a economia e pacificam os mercados. Precisamos de paz e segurança institucional para que possamos nos planejar enquanto cidadãos e empreendedores, para que nosso país cresça e se desenvolva em paz.

Defendo e apoio o Presidente da República para superarmos os graves problemas do País; defendo o fortalecimento e a independência dos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo e defendo a Democracia pois apesar das suas imperfeições ainda é a melhor forma de governo experimentada pela humanidade.

(Auri Pavoni é empresário e foi secretário do Planejamento de Balneário Camboriú em dois governos. Whatsapp 98405-5371)


Dileta Corrêa da Silva

A atual Constituição Brasileira de 1988 não admite a dissolução do parlamento, de tal forma que não existe discussão ou previsão infraconstitucional sobre esta questão.

Nunca houve ditadura no Brasil, houve sim uma transição pacífica de poder, onde militares salvaram o Brasil de ser tomado por comunistas radicais, aliados a Cuba e, portanto, seguindo organizações internacionais, o que já configurava um crime contra a pátria. Devido a isso, houve a necessidade de um rompimento com o golpe através da única possibilidade à época: o regime militar.

Como o congresso funcionou normalmente, não se pode chamar de DITADURA, como os comunistas e pessoas de viés marxista gostam de falar. Também não houve um ditador nesse período, ou seja, os fatos comprovam que historicamente, não houve ditadura alguma.

Quando vamos falar de algo, primeiramente precisamos estabelecer o conceito sobre esse algo. Do ponto de vista histórico, não há como chamar o período de ditadura. Por certo que, algumas liberdades foram diminuídas, mas também não nos diminuem as nossas liberdades no dia de hoje pela democracia? A democracia nos retirou o porte de armas, por exemplo, mesmo perdendo na votação do plebiscito.

Mas se o jornal Página 3, denomina o período de maior crescimento do Brasil, que foi ruim somente para quem era terrorista, ladrão, bandido, traficante e para quem queria implantar o comunismo no país, de "ditadura", então sim eu sou a favor desta "ditadura". Eu sinceramente não acredito, que aqueles que votam na esquerda hoje, sejam pessoas más, e pelo menos um grande percentual é enganado pelo discurso do assistencialismo e serviços gratuitos e de qualidade. Uma grande parte do povo brasileiro quer a ordem, o progresso e um parlamento sem corruptos.

Para terminar, os militares voltaram ao poder em 2018, de forma democrática, uns pelo voto direto, outros por convite daquele que venceu, democraticamente, nas urnas, com o apoio de mais de 54 milhões de brasileiros, cansados de ver o Brasil sendo saqueado pela ORCRIM que tinha se apoderado da nossa nação e contaminado as instituições com o aparelhamento ideológico.

Portanto, seria muito melhor ver a história de forma correta, e agradecer àqueles militares do passado que salvaram o Brasil da "DITADURA" dos terroristas da esquerda. Contamos hoje com um presidente que acolhe a história do passado e quer construir um grande futuro para a nação dos brasileiros, a nossa pátria amada, Brasil.

(Dileta Corrêa da Silva é moradora dfe Balneário Camboriú. Whatsapp 99919-1486)


Edson Piriquito

Diante do espírito democrático que possuo, por pertencer ao MDB, partido que protagonizou o Regime Democrático no Brasil, sou totalmente a favor de manifestações que lutem pelos direitos das pessoas.

Sendo Democrático compreendo a importância do Parlamento como representatividade popular, sendo que "fechar" o Congresso, os Parlamentos e interferir na autonomia dos Poderes Constituídos, em todas as esferas, no meu ver, está distante de ser o melhor caminho.

Importante observar que alguns que se colocam diante de muitos movimentos com esse perfil, logo se apresentam como candidatos aos Parlamentos ou aos executivos e ao lá estarem se acomodam e esquecem das bandeiras outrora defendidas.

Defendo sim a reforma do modelo atual, aplicando a diminuição dos repasses obrigatórios por parte dos Poderes Executivos, na esfera Federal, Estadual e Municipal aos demais poderes, o que por si só já apresentaria uma enorme economia aos cofres públicos e manteria o equilíbrio necessário na formatação das Políticas Públicas.

Defendo sim o fortalecimento dos municípios com a modificação do Pacto Federativo, diminuindo o montante a ser repassado para a União e deixando a maior parte dos nossos recursos nas cidades onde vivem as pessoas, acabando com a peregrinação a Brasília de prefeitos e vereadores com pires na mão atrás de migalhas.

Finalizando penso que para a vida das pessoas melhorar nas cidades e receberem mais atenção, precisamos de um prefeito que reconheça a importância dos Servidores Públicos, que tenha experiência administrativa, atitude, dedicação plena e vontade de fazer acontecer.

Precisamos de um prefeito que entenda a necessidade do fortalecimento econômico e apoie os comerciantes e empresários pequenos, médios e grandes, pois estes são os importantes geradores de emprego para nossos trabalhadores. Somos uma cidade Turística e Turismo é prestação de serviço, vai da importância dos valorosos ambulantes ao brilhante dono da HAVAN. O prefeito tem que ser atento a todos.

Desta forma me apresento como pré candidato a prefeito de BC. Meu nome é Edson Piriquito e serei candidato pelo MDB 15. Somos do MDB e somos a favor do Brasil e sobretudo de BC. Forte Abraço a todos.

(Edson Piriquito foi prefeito de Balneário Camboriú em duas ocasiões. Whatsapp 99266-0015).


Evaldo Hoffmann

Uma Democracia não existe sem instituições sólidas e estáveis. Não há como apoiar o fechamento do Congresso Nacional ou do Supremo Tribunal Federal. Ambos são importantes peças na espinha dorsal do país e para a garantia dos direitos previstos na constituição federal brasileira.

Também não há apoio para a implantação de uma ditadura. Todos os nossos cargos políticos foram e são eleitos através do voto, com a participação popular, dentro de um processo democrático e transparente, e assim deve continuar.

Não há que se falar em estremecimento do modelo republicano democrático que está em pleno funcionamento. As ditaduras existentes vieram do modelo socialista e, pelas notícias, não respeitam os direitos de seus cidadãos, constituindo assim um exemplo do que não se fazer no Brasil.

Porém, nenhuma instituição do nosso país está isenta de críticas. A previsão constitucional e a relevância para o funcionamento do Brasil não são salvo-conduto para manterem-se afastados do que o povo quer, desconectados da realidade vivida pelas pessoas nas ruas, indo contra o anseio da maioria da população.

O cidadão pode manifestar-se contrário a posicionamentos e condutas dos agentes públicos tanto do Congresso Nacional, quanto do STF, e eles devem aceitar isso. Esta é a garantia de que nós continuaremos a ter um equilíbrio democrático, permitindo que o cidadão exerça seu papel de modificador social e de relevância no cenário político nacional.

(Evaldo Hoffmann é Coronel da Polícia Militar com 32 anos de serviço. Comanda a Polícia Militar Rodoviária de Santa Catarina e já foi comandante do 12° BPM.).


Fabrício Oliveira

Não enviou resposta.

(Fabrício Oliveira é o atual prefeito de Balneário Camboriú e concorrerá a um segundo mandato. Whatsapp 99967-4533).


Leonardo Piruka

Acredito que esteja acontecendo um desvirtuamento das manifestações do dia 15/03.

O que eu e os apoiadores do presidente defenderemos nessa manifestação, é a demonstração para os grupos que tentam o enfraquecer o governo Jair Bolsonaro, que a população está junto com o presidente e que aprova sua postura a frente da presidência da República.

Analisando este pensamento, sou favorável àmanifestação em prol do presidente, mas sou contra o fechamento do Congresso Nacional.

Em uma sociedade democrática como a brasileira, não podemos admitir que o voto não seja respeitado. Os deputados e senadores foram eleitos e seus mandatos precisam ser mantidos, em defesa da democracia que é um valor inegociável.

(Leonardo Piruka é vereador em segundo mandato.Whatsapp 98406-8216).


Leonel Pavan

Seria uma derrota da democracia que foi uma conquista do povo, a qual tive a honra em fazer parte, lutando por eleições diretas.

Quem escolhe o congresso é o povo, se tem erro -e deve ter- errou quem escolheu.

Há poucos dias vimos um documentário da forma como perdemos o nosso prefeito Higino João Pio -hoje temos uma escola de segundo grau com seu nome, devido a um projeto meu.

Eu torço para que não voltemos aos atos que reprovamos no passado.

(Leonel Pavan foi prefeito de Balneário Camboriú em três mandatos. Também foi deputado estadual, deputado federal, senador, vice-governador e governador. Whatsapp 99966-4845)


Ney Clivati

O NOVO defende as instituições democráticas como única forma de garantir a segurança da nação, da população e um ambiente em que as regras são respeitadas. Um país só se desenvolve se suas instituições forem fortes.

Está posto que há uma evidente insatisfação, contudo, a forma de mudança não será através do fechamento do Congresso Nacional ou do Supremo Tribunal Federal, e sim elegendo pessoas que façam a transformação dentro do sistema.

A derrubada de qualquer instituição democrática representa um atraso, e irá dificultar mais ainda a discussão que precisa ser feita no Brasil:

Qual Brasil nós queremos?

Queremos o modelo patrimonialista vigente, em que o Estado favoreça os amigos do rei e os oligopólios sejam mantidos pela burocracia excessiva institucionalizada? Ou será que queremos uma nação com visão de longo prazo, sendo o indivíduo o agente de mudanças e gerador de riquezas, em que todos são iguais perante a lei e exista liberdade com responsabilidade? A resposta para a pergunta deve vir da população através do voto.

A caminhada rumo à mudança já começou: os mandatários do NOVO estão mostrando que dá para fazer muito mais, com muito menos. A economia do dinheiro do pagador de impostos chegará a 148 milhões de reais. Todos os mandatários assinam termo de compromisso que irão abrir mão de TODOS OS PRIVILÉGIOS, não utilizando qualquer tipo de penduricalhos, benesses, auxílios e benefícios. Queremos um BASTA na ‘privilegiocracia’: muitas pessoas pagam uma conta muito cara para poucos terem MUITOS privilégios. É desta maneira que se pode mudar o cenário perdulário atual, elegendo cidadãos que irão para o poder para diminuir o poder.

Temos que eleger representantes que sejam bons exemplos, colocando o dedo na cara daqueles que fazem mau uso de NOSSO DINHEIRO, escancarando a triste realidade dos bastidores da política. Que não esteja hoje se reunindo com aqueles que até ontem eram seus ‘inimigos’, para satisfazer seu ego em um NÍTIDO PROJETO DE PODER, já fazendo alianças e conchavos, LOTEANDO todos os cargos e entidades da prefeitura.

Devemos ser representados por um PROJETO DE CIDADE DE LONGO PRAZO, em que as políticas públicas tenham continuidade, que os bons projetos sejam aplaudidos, os erros sejam corrigidos, e não sejam completamente refeitas do zero porque o projeto era da administração anterior. Que não façamos ‘pontes-elefante-branco’ apenas para inflar seu próprio ego. Que se realize processo seletivo para os cargos comissionados e que se dê liberdade para que os bons e capacitados profissionais da administração pública consigam exercem seu trabalho nas áreas em que são especializados, sem depender de fulano incapaz ou ciclano amigo da corte.

O NOVO é um movimento de cidadão comuns insatisfeitos com o montante de impostos, burocracia, aparelhamento do Estado, legislações inúteis, tudo isso para receber muito pouco ou nada em troca.

Citando Thatcher: "O Estado constituído não tem outra fonte de dinheiro que não seja o dinheiro que você mesmo ganha".

(Ney Clivati é engenheiro, empresário, ex-diretor geral da Emasa e ex-secretário do Planejamento de Balneário Camboriú. Whatsapp 98803-7555).


Marisa Fernandes

Defendo incondicionalmente a democracia. Sou contrária a qualquer forma de manifestação que visa limitar a liberdade.

Contraditório e até criminoso são esses movimentos antidemocráticos.

Apologia à ditadura é crime previsto na Constituição e na Lei de Segurança Nacional.

É preceito fundamental das democracias a liberdade de expressão que jamais pode ser usada para defender discursos fundamentalistas que evocam a destruição do estado Democratico de direito.

Olhemos a contradição: usar o princípio da liberdade para pedir o fim do mesmo direito? Não é algo racional.

Sabemos das limitações do Poder legislativo,Judiciário e administrativo, no entanto, há mecanismos legais para combater a corrupção e qualificar os serviços e as instituições.

Há pessoas que flertam com a ditadura, afrontam a liberdade de expressão apoiado por um governante que convoca manifestações antidemocrática.

Essas Ações sim deveriam ser punidas com rigor da lei.

Falta o conhecimento sobre nossa história, sobre ditadura que ceifou vidas. Convido as pessoas a assistirem e conhecerem pelo menos a história do prefeito higino Pio assassinado pela ditadura. Talvez assim, se envergonhariam sair às ruas para esse proprosito.

Ditadura nunca mais.!!

(Marisa Fernandes é professora universitária e ex-vereadora. Whatsapp 9975-0355).


Marcelo Achutti

Temos o conhecimento das dificuldades que a mudança de governo provoca junto a classe política do país e, com o governo atual não poderia ser diferente. Comungar das mesmas ideias nem sempre é possível. Política se faz assim, com troca de ideias, ora em comum ora em discordância!

Não sou a favor do fechamento do Congresso Nacional muito menos do Supremo Tribunal Federal, acredito que são Poderes importantíssimos para a governança das políticas públicas do país. Mas, ao meu ver, creio que há a necessidade de se efetuar uma reforma nos Três Poderes do país.

O Brasil possui um buraco nas contas públicas por isso é preciso cortar gastos, e isso, começa “em casa”.

Enxugar a máquina pública ligada diretamente aos Três Poderes, cortando o número de parlamentares, assessores e privilégios, diminuir seus orçamentos, ou seja, desde o corte com pessoal, como “ajuda de custo” recebida por parlamentares que só oneram ainda mais os cofres.

Este é o caminho a ser seguido e, a partir daí formar uma nova consciência das pessoas que trabalham para que o Brasil exerça uma política que atenda aos anseios de seu povo.

(Marcelo Achutti é vereador em segundo mandato.Whatsapp 98431-2121).


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade