Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Entrevista
Educação pré-natal - Gestando uma humanidade fraterna

Segunda, 25/12/2017 10:00.
Arquivo JP3.
Carla Machado e Laura Uplinger.

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Por Caroline Cezar

Em defesa de gestar novas vidas em consciência, as especialistas Laura Uplinger (à direita) e Carla Machado*, da ANEP - Associação Nacional para Educação Pré-Natal, estiveram em Itajaí no início de novembro com o seminário Pro Mundo Nascer Feliz, que itinera por todo país e em outros lugares do mundo.

As informações que as renomadas especialistas trazem não são exatamente recentes: o aspecto sagrado da concepção, gestação e criação humana está registrado em muitas escrituras milenares. A diferença é que agora elas tem respaldo da ciência: há cada vez mais estudos comprovando o efeito benéfico que uma concepção desejada, uma gestação tranquila e o nascimento, amamentação e primeira infância em paz, trazem para toda humanidade. “O bom é poder falar disso… quando me apaixonei pelo tema, lá pelos anos 70, não achei que veria isso acontecer, tanta bioquímica, biologia celular, neurofisiologia, esclarecendo esse conhecimento que já existe há oito mil, dez mil anos... na medicina chinesa já está, na hindu está, nos vedas está.. todas as tradições dizem. O negócio é disseminar, de todas as formas possíveis. Mexer na política não adianta, se não olharmos para os nascimentos”, afirma Laura.

Vocês dizem que poucos falam em defesa do bebê. Por que isso é grave?

Laura - Bebê nunca deu muito ibope não. Para cada parto nasce um bebê, mas se a gente pensar bem não é um bebê, é um futuro adulto. Quem é pequenininho na criança? O corpo talvez, mas o resto é muito sábio, muito antigo. Quanto menor a criança, mais ela sabe, mais absorve, por isso tão importante estar gestando em paz, criando esse ser da melhor forma possível.

Carla - A infância é uma invenção muito recente, ter um olhar para a criança, tentar compreender a visão deles, é anteontem… Não tinha cuidado, espaço, nem roupa pra criança brincar, eles eram tratados como pequenos adultos. E hoje temos a coisificação da criança, muitas coisas entram nesse espaço que sempre houve, mas agora os adultos tem mais culpa e usam produtos e serviços para tentar preencher. Talvez seja necessário para sair daquele modelo antigo, mas a gente tem que chegar na verdadeira humanização do vínculo. Bebê é ainda considerado algo que a gente só tem que dar conta: banhar, vestir, trocar, fazer dormir.

Antes nem isso era feito...

Laura - Me interessa muito ver como a elite tratava seus filhos, delegavam tudo, até amas de leite faziam a função. O que aconteceu com essas pessoas sem vínculo que viraram chefes de estado, ou de igreja, forças militares? Essa elite trouxe uma pobreza enorme pro planeta, tinham rios de dinheiro mas não tinham afeto. Houveram crueldades horríveis, pintamos e bordamos com drogas, álcool, para esquecer o que? O vazio de vínculo. Então estamos agora num momento privilegiado para entrar num coletivo com esses dados...

Hoje a gente tem muito mais informação, e às vezes quando chega essa informação, é um choque, traz muita culpa, arrependimentos, sensação de ter feito tudo errado...

Laura - Culpa tem que ter um certo cuidado porque bobeou entrou ali naquele trilho, sociedade judaico-cristã põe culpa em tudo. Mesmo sabendo das coisas, a gente nem sempre está à altura daquilo que a gente queria ser, mas o que a criança quer da gente é aquele esforço. E nunca é tarde para rever o que foi feito.

Tudo é reversível? Como a gestante se trabalha, porque muitas emoções vêm à tona na gestação, criação de filhos

Laura - É claro que nesse seminário a gente fala de um humano possível, e nisso a gente tem que fecundar nosso pensamento, estando grávida, não grávida, avó…Imaginar que seres maravilhosos podemos deixar pro planeta. Mas como tudo na vida, existem problemas, e cada vez a que a gente tem um, precisa uma honestidade muito profunda: não deu para fazer certo, houve uma frustração, algo não aconteceu, que pena. Essa honestidade primeiro, mas uma honestidade amiga. Dar nome aos bois, reconhecer onde está, e a partir daí, mudar a trajetória. Existem terapias maravilhosas, que você revive até seu próprio nascimento. Em relação ao filho, que já nasceu, que está com seis meses, dois anos, seis anos, tem sempre um momento de sono profundo... todo pai, mãe devia conversar com a criança que dorme, para continuar a trazer pro subsconciente dessa criança as mensagens de paz, de amor, carinho, que é pra esse ser pra toda vida. Dizer que honra que é ser o pai, a mãe, desejando a ela uma vida plena, uma vida luminosa. E quando houver algum problema, explicar de maneira clara, falar com a alma, como se estivesse falando com um grande mestre...e a criança que está sofrendo a tua tensão, o que você sofreu, ao te ouvir, se sente digna da tua palavra, tem lógica, ela assimila.

Dizem que a mãe pode curar qualquer coisa no seu filho.

Laura - Essa criança a escolheu, em nome dessa afinidade essa mulher pode se sentir uma autoridade, muito tranquila em dizer: - Deu tudo errado aqui, e agora vamos juntas construir uma outra coisa; ou: - Fiz isso e não sabia; ou: - Tem luz no fim do túnel. E na gestação fica mais fácil ainda, você ainda está com um neném totalmente receptivo a toda tua bioquímica, aí você canta, fala, mostra um exemplo de como pode ser um outro comportamento. A criança vai imitar a gente em tudo, mas no ventre, o que a gente é, vira parte de quem a criança está sendo fisicamente. É muito poder que a natureza deu à gestante, a gente não gosta de ditadura, de autoridade, mas nesse caso, é um poder absoluto.

Ali se qualifica o ser para a vida.

Laura - Esse planeta não é um planeta de férias, temos bastante coisas para resolver, então vamos bem equipado? Onde se equipa? No ventre. A amamentação depois complementa, a ternura do branco, do leite, vem complementar a força do sangue… É uma segunda época, uma segunda chance para deixar entrar em comunhão… A vida pede comunhão, entre as árvores, entre as espécies, entre as células, você vai digerir pra mim, eu vou respirar pra você, e pronto, inicia tudo...vale a pena ler como surgiu a vida no planeta, leiam o livro do Bruce Lipton, Evolução Espontânea, está muito bem explicado.

Quantas gerações conscientes precisamos?

Laura - Bastam três gerações. As escórias que a gente vem trazendo, então vamos filtrando, limpando, o filho vem, recebe um pouco, depois o filho faz melhor…

Fazer melhor começa antes de conceber, saber tudo isso já no início da vida sexual, para ter essa atenção...

Laura - Sim. Sexo não tem nada a ver com sede. Tem que saber quando vai fazer. Como vai fazer. Com admiração, pureza, entrega, e se for o caso de querer um filho, chamar essa alma com presença. Se for assim, pode começar a fechar hospital psiquiátrico, prisão, que são fracassos do ser humano. Porque todas as mazelas se resumem à pequena infância, desde a concepção. A gente foi feito pra viver na alegria, e não no estresse.

Depois de conceber em consciência, gestar em tranquilidade...

Laura - Temos que viver uma vida extraordinária na gestação. O que uma grávida precisaria, a nível de coletivo, de nação, que gere seres que não precisam esmagar ninguém, que não alimentem a indústria de antidepressivos?

O quê?

Laura - Boa comida, alegria, inspiração.

Normalmente, quando a mulher se descobre grávida, vai ao médico.

Laura - É, a gente entregou a gestação à medicina? Daqui a pouco as mulheres vão ter força para não depender de médicos na gestação… quando você tem um problema, ok, você quer muito um médico, mas vamos chamar um médico aqui para ajudar a gente a respirar?

Qual seria o ambiente ideal para gestar?

Laura - O que eu gostaria mesmo, que era um sonho espiritual de um mestre na França, é que todos os governos do mundo inteiro escolhessem lugares muito lindos de suas nações, onde centros para gestantes pudessem estar abertos, só a gestante, -mas como sem o marido, sem o pai? Ela decide se quer levar alguém, ela precisa ficar agradando todo mundo? O que é importante é que ela esteja bem, ouvindo música, lendo poesia, pintando e bordando, em lugares inspiradores. Excelente comida, muito boa alegria e muita beleza pra inspirá-la, senão a humanidade não vai ter jeito. Pode mudar a política, pode, mas depois vai ter ciúmes, inveja, agressão… precisa do amor, da comunhão.

Ela está gestando não só um filho, mas uma possibilidade de humanidade.

Laura - É uma nova chance a trabalhar, a mãe é uma artista da imaginação, e a criança em seu ventre é a tela que ela vai pintar. Imagem, imaginação, magia, maternidade, matriz, mamãe, tudo vem do má, que é essa manifestação. Tudo que você fizer de nobre e de bom, é válido. Não existe um manual. Há muita liberdade de ser na gestação. E o que a gente é fica registrado nesse filho.


  • MAIS SOBRE ELAS:

Carla Machado trabalhou na IBM como analista de sistemas, e hoje é psicoterapeuta reichiana, terapeuta floral e especialista em leitura astrológica da biografia pré-natal. Presidente da ANEP Brasil e Vice-Presidente da OMAEP (Organização Mundial das Associações Nacionais para Educação Pré-Natal), representa a instituição perante o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC).

Laura Uplinger: educadora no âmbito da concepção consciente, da paternidade e maternidade pré e perinatal. Se dedica a promover a relevância da vida interior da gestante para a qualidade da formação de seu bebê. Brasileira e americana, de formação universitária francesa, há mais de 25 anos vêm participando de eventos na Europa e nas Américas, expondo sobre o psiquismo fetal e seu papel no advento de uma humanidade mais saudável. É representante da OMAEP perante o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC).



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Arquivo JP3.
Carla Machado e Laura Uplinger.
Carla Machado e Laura Uplinger.

Educação pré-natal - Gestando uma humanidade fraterna

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Segunda, 25/12/2017 10:00.

Por Caroline Cezar

Em defesa de gestar novas vidas em consciência, as especialistas Laura Uplinger (à direita) e Carla Machado*, da ANEP - Associação Nacional para Educação Pré-Natal, estiveram em Itajaí no início de novembro com o seminário Pro Mundo Nascer Feliz, que itinera por todo país e em outros lugares do mundo.

As informações que as renomadas especialistas trazem não são exatamente recentes: o aspecto sagrado da concepção, gestação e criação humana está registrado em muitas escrituras milenares. A diferença é que agora elas tem respaldo da ciência: há cada vez mais estudos comprovando o efeito benéfico que uma concepção desejada, uma gestação tranquila e o nascimento, amamentação e primeira infância em paz, trazem para toda humanidade. “O bom é poder falar disso… quando me apaixonei pelo tema, lá pelos anos 70, não achei que veria isso acontecer, tanta bioquímica, biologia celular, neurofisiologia, esclarecendo esse conhecimento que já existe há oito mil, dez mil anos... na medicina chinesa já está, na hindu está, nos vedas está.. todas as tradições dizem. O negócio é disseminar, de todas as formas possíveis. Mexer na política não adianta, se não olharmos para os nascimentos”, afirma Laura.

Vocês dizem que poucos falam em defesa do bebê. Por que isso é grave?

Laura - Bebê nunca deu muito ibope não. Para cada parto nasce um bebê, mas se a gente pensar bem não é um bebê, é um futuro adulto. Quem é pequenininho na criança? O corpo talvez, mas o resto é muito sábio, muito antigo. Quanto menor a criança, mais ela sabe, mais absorve, por isso tão importante estar gestando em paz, criando esse ser da melhor forma possível.

Carla - A infância é uma invenção muito recente, ter um olhar para a criança, tentar compreender a visão deles, é anteontem… Não tinha cuidado, espaço, nem roupa pra criança brincar, eles eram tratados como pequenos adultos. E hoje temos a coisificação da criança, muitas coisas entram nesse espaço que sempre houve, mas agora os adultos tem mais culpa e usam produtos e serviços para tentar preencher. Talvez seja necessário para sair daquele modelo antigo, mas a gente tem que chegar na verdadeira humanização do vínculo. Bebê é ainda considerado algo que a gente só tem que dar conta: banhar, vestir, trocar, fazer dormir.

Antes nem isso era feito...

Laura - Me interessa muito ver como a elite tratava seus filhos, delegavam tudo, até amas de leite faziam a função. O que aconteceu com essas pessoas sem vínculo que viraram chefes de estado, ou de igreja, forças militares? Essa elite trouxe uma pobreza enorme pro planeta, tinham rios de dinheiro mas não tinham afeto. Houveram crueldades horríveis, pintamos e bordamos com drogas, álcool, para esquecer o que? O vazio de vínculo. Então estamos agora num momento privilegiado para entrar num coletivo com esses dados...

Hoje a gente tem muito mais informação, e às vezes quando chega essa informação, é um choque, traz muita culpa, arrependimentos, sensação de ter feito tudo errado...

Laura - Culpa tem que ter um certo cuidado porque bobeou entrou ali naquele trilho, sociedade judaico-cristã põe culpa em tudo. Mesmo sabendo das coisas, a gente nem sempre está à altura daquilo que a gente queria ser, mas o que a criança quer da gente é aquele esforço. E nunca é tarde para rever o que foi feito.

Tudo é reversível? Como a gestante se trabalha, porque muitas emoções vêm à tona na gestação, criação de filhos

Laura - É claro que nesse seminário a gente fala de um humano possível, e nisso a gente tem que fecundar nosso pensamento, estando grávida, não grávida, avó…Imaginar que seres maravilhosos podemos deixar pro planeta. Mas como tudo na vida, existem problemas, e cada vez a que a gente tem um, precisa uma honestidade muito profunda: não deu para fazer certo, houve uma frustração, algo não aconteceu, que pena. Essa honestidade primeiro, mas uma honestidade amiga. Dar nome aos bois, reconhecer onde está, e a partir daí, mudar a trajetória. Existem terapias maravilhosas, que você revive até seu próprio nascimento. Em relação ao filho, que já nasceu, que está com seis meses, dois anos, seis anos, tem sempre um momento de sono profundo... todo pai, mãe devia conversar com a criança que dorme, para continuar a trazer pro subsconciente dessa criança as mensagens de paz, de amor, carinho, que é pra esse ser pra toda vida. Dizer que honra que é ser o pai, a mãe, desejando a ela uma vida plena, uma vida luminosa. E quando houver algum problema, explicar de maneira clara, falar com a alma, como se estivesse falando com um grande mestre...e a criança que está sofrendo a tua tensão, o que você sofreu, ao te ouvir, se sente digna da tua palavra, tem lógica, ela assimila.

Dizem que a mãe pode curar qualquer coisa no seu filho.

Laura - Essa criança a escolheu, em nome dessa afinidade essa mulher pode se sentir uma autoridade, muito tranquila em dizer: - Deu tudo errado aqui, e agora vamos juntas construir uma outra coisa; ou: - Fiz isso e não sabia; ou: - Tem luz no fim do túnel. E na gestação fica mais fácil ainda, você ainda está com um neném totalmente receptivo a toda tua bioquímica, aí você canta, fala, mostra um exemplo de como pode ser um outro comportamento. A criança vai imitar a gente em tudo, mas no ventre, o que a gente é, vira parte de quem a criança está sendo fisicamente. É muito poder que a natureza deu à gestante, a gente não gosta de ditadura, de autoridade, mas nesse caso, é um poder absoluto.

Ali se qualifica o ser para a vida.

Laura - Esse planeta não é um planeta de férias, temos bastante coisas para resolver, então vamos bem equipado? Onde se equipa? No ventre. A amamentação depois complementa, a ternura do branco, do leite, vem complementar a força do sangue… É uma segunda época, uma segunda chance para deixar entrar em comunhão… A vida pede comunhão, entre as árvores, entre as espécies, entre as células, você vai digerir pra mim, eu vou respirar pra você, e pronto, inicia tudo...vale a pena ler como surgiu a vida no planeta, leiam o livro do Bruce Lipton, Evolução Espontânea, está muito bem explicado.

Quantas gerações conscientes precisamos?

Laura - Bastam três gerações. As escórias que a gente vem trazendo, então vamos filtrando, limpando, o filho vem, recebe um pouco, depois o filho faz melhor…

Fazer melhor começa antes de conceber, saber tudo isso já no início da vida sexual, para ter essa atenção...

Laura - Sim. Sexo não tem nada a ver com sede. Tem que saber quando vai fazer. Como vai fazer. Com admiração, pureza, entrega, e se for o caso de querer um filho, chamar essa alma com presença. Se for assim, pode começar a fechar hospital psiquiátrico, prisão, que são fracassos do ser humano. Porque todas as mazelas se resumem à pequena infância, desde a concepção. A gente foi feito pra viver na alegria, e não no estresse.

Depois de conceber em consciência, gestar em tranquilidade...

Laura - Temos que viver uma vida extraordinária na gestação. O que uma grávida precisaria, a nível de coletivo, de nação, que gere seres que não precisam esmagar ninguém, que não alimentem a indústria de antidepressivos?

O quê?

Laura - Boa comida, alegria, inspiração.

Normalmente, quando a mulher se descobre grávida, vai ao médico.

Laura - É, a gente entregou a gestação à medicina? Daqui a pouco as mulheres vão ter força para não depender de médicos na gestação… quando você tem um problema, ok, você quer muito um médico, mas vamos chamar um médico aqui para ajudar a gente a respirar?

Qual seria o ambiente ideal para gestar?

Laura - O que eu gostaria mesmo, que era um sonho espiritual de um mestre na França, é que todos os governos do mundo inteiro escolhessem lugares muito lindos de suas nações, onde centros para gestantes pudessem estar abertos, só a gestante, -mas como sem o marido, sem o pai? Ela decide se quer levar alguém, ela precisa ficar agradando todo mundo? O que é importante é que ela esteja bem, ouvindo música, lendo poesia, pintando e bordando, em lugares inspiradores. Excelente comida, muito boa alegria e muita beleza pra inspirá-la, senão a humanidade não vai ter jeito. Pode mudar a política, pode, mas depois vai ter ciúmes, inveja, agressão… precisa do amor, da comunhão.

Ela está gestando não só um filho, mas uma possibilidade de humanidade.

Laura - É uma nova chance a trabalhar, a mãe é uma artista da imaginação, e a criança em seu ventre é a tela que ela vai pintar. Imagem, imaginação, magia, maternidade, matriz, mamãe, tudo vem do má, que é essa manifestação. Tudo que você fizer de nobre e de bom, é válido. Não existe um manual. Há muita liberdade de ser na gestação. E o que a gente é fica registrado nesse filho.


  • MAIS SOBRE ELAS:

Carla Machado trabalhou na IBM como analista de sistemas, e hoje é psicoterapeuta reichiana, terapeuta floral e especialista em leitura astrológica da biografia pré-natal. Presidente da ANEP Brasil e Vice-Presidente da OMAEP (Organização Mundial das Associações Nacionais para Educação Pré-Natal), representa a instituição perante o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC).

Laura Uplinger: educadora no âmbito da concepção consciente, da paternidade e maternidade pré e perinatal. Se dedica a promover a relevância da vida interior da gestante para a qualidade da formação de seu bebê. Brasileira e americana, de formação universitária francesa, há mais de 25 anos vêm participando de eventos na Europa e nas Américas, expondo sobre o psiquismo fetal e seu papel no advento de uma humanidade mais saudável. É representante da OMAEP perante o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC).



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