Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Entrevista
Vitor Kley: cantor fala sobre quarentena, novo álbum e conexão com Balneário

Sexta, 22/5/2020 16:20.
Divulgação
Vitor Kley

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Renata Rutes

O cantor Vitor Kley viveu muitos anos em Balneário Camboriú, onde compôs o hit ‘O Sol’. O jovem de 25 anos está ‘quarentenando’ na cidade, onde mora sua família. Por aqui ele fez uma das primeiras lives do Brasil, que vêm fazendo sucesso em tempos de isolamento social. Vitor se prepara para lançar em breve o seu novo álbum, ‘A Bolha’, já foi finalizado. Recentemente, durante a pandemia, lançou duas músicas: ‘O Amor É O Segredo’, que tem a participação da namorada, a atriz e apresentadora portuguesa Carolina Loureiro, e ‘Jacarandá’, com o músico Vitão. Nesta entrevista o cantor fala sobre as novidades, planos e o convívio familiar. Acompanhe:

JP3: Você vem fazendo diversas parcerias musicais, como com o duo Anavitoria, Samuel Rosa, e agora com o Vitão... como foram essas experiências? E com quem mais sonha ou deseja colaborar?

Vitor Kley: Gosto muito de colaborar com pessoas que eu me identifico, que eu sou fã, que admiro, que é meu amigo, como a Ana e a Vitoria, o Vitão. O Samuel eu não conhecia antes, mas sempre tive uma admiração gigante pelo Skank. Quando fui cantar com ele foi emocionante. Resumindo, eu colaboro com quem é de verdade, com quem eu acredito mesmo. E é muito legal porque isso transparece na canção, aparece nas músicas. Dá para ver que estamos muito felizes juntos. E tem várias outras, tem Jorge Vercillo, Maneva. Tem muita gente massa que eu já colaborei e eu fico muito feliz, porque são grandes pessoas e grandes artistas.


Vitor no começo da carreira, em Balneário

Como é o seu contato atualmente com Balneário Camboriú? Visita muito a cidade? Ainda está ‘quarentenando’ por aqui?

Vitor Kley: Sim, estou ‘quarentenando’ aqui com os meus pais, com a minha família, cuidando deles; aproveitando, vivendo a vida do Vitor de novo, e não a do Vitor Kley. Não por um motivo bom, né? Porque o Covid-19... que coisa maluca. Ao mesmo tempo acho que temos que nos cuidar e aproveitar o que a gente não conseguia aproveitar antes. Estou em casa, comendo a comida da minha mãe, jogando videogame, brincando com eles, tirando onda, conversando. A gente se diverte. Mas estamos todos rezando pra que tudo passe, que todo mundo fique bem. É uma cidade que eu amo muito. Aprendi a surfar aqui. Sempre que eu estou em Balneário me sinto no meu lar.


Vitor e a família

JP3: Como vê a importância das lives neste período? E como tem sido o contato com o seu público?

Vitor Kley: A importância das lives é muito grande. Eu fiz várias, não só a do YouTube (no dia 10 de maio), que arrecadamos bastante coisa boa e que fizemos com uma qualidade melhor, mas também fiz pelo Instagram. É a maneira que a gente tem de estar perto do público. Não podemos ir para a televisão e nem para a rádio pessoalmente; nem shows, que fazíamos muitos, viajávamos todos os finais de semana. É a forma que estamos podendo nos comunicar atualmente. E é massa porque também tira um pouco de tédio da galera e ficamos todos perto.


Vitor com Armandinho, que apadrinhou o início da carreira

JP3: Você tem conseguido trabalhar? Como está sendo o seu processo de composição, por exemplo?

Vitor Kley: Não estou conseguindo trabalhar normalmente, porque está tudo diferente. Tenho muitos vídeos pra fazer, esse lance das lives é necessário ter um conhecimento novo, como se portar, como fazer da forma correta. Estava acostumado a fazer shows, tive que me reinventar. Estou compondo bastante e gravando algumas coisas. Tenho meu computador, meu microfone, meu fone. Estou com o violão aqui, fico criando coisas novas.


Vitor e a namorada Carol

JP3: O seu novo álbum, A bolha, já finalizado, o que o público pode esperar?

Vitor Kley: Sim! O álbum A bolha a gente já tinha finalizado antes de começar a quarentena. Vocês podem esperar uma coisa muito verdadeira. É o Vitor se encontrando mesmo. Ao longo desses anos foi tudo muito experimento, e n’A bolha a gente achou o caminho. Tanto eu como artista, cantor, compositor, músico, porque eu gravei todos os violões e várias guitarras também. E falando do Rick (Bonadio, produtor de Vitor e proprietário da gravadora Midas Music) como arranjador, acho que ele usou todas as ‘armas do bem’ nesse momento de gravar o disco. Ele colocou tudo o que ele sabia, mandou ver e foi incrível. Os arranjos que ele fez ficaram sensacionais, aprendi muito do lado dele. Vai vir coisa boa, perto do lançamento quero conversar com vocês do Página 3 de novo para falarmos mais sobre.

JP3: De que forma a quarentena vem te inspirando?

Vitor Kley: Me inspira no lance da reflexão da vida, de ver as coisas. Fazia tempo que eu não parava e falava ‘agora vou de boa, jogar um videogame’, ‘vou ficar por horas conversando com os meus pais’. E isso é muito legal. É importante quando isso tudo passar a gente continuar mantendo esse contato com a nossa família, com as coisas que a gente gosta de fazer.


Vitor e Carol, o amor é o segredo

JP3: “O Amor É o Segredo” foi composta agora na quarentena? E como foi a gravação do clipe à distância com a sua namorada?

Vitor Kley: Foi composta antes, assim como ‘Jacarandá’. Só fizemos o clipe à distância. Porém, ela se encaixa muito bem nesse período. A Carol está em Portugal e queríamos gravar juntos, colocar a nossa história nele, e decidimos fazer a real do que a gente vive. Fazemos muitas vídeo chamadas por não estarmos perto e jogamos no meio disso imagens do que passamos. No meio disso, tinha um vídeo dela falando que ‘O Amor É o Segredo’ é a música favorita dela, e colocamos no primeiro frame do clipe. Eu estava indo para Portugal ver ela, mas não pude pelo Covid-19. Estou esperando poder ir porque estou morrendo de saudade.


Novo videoclipe: OAmor é o Segredo


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Página 3
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Vitor Kley
Vitor Kley

Vitor Kley: cantor fala sobre quarentena, novo álbum e conexão com Balneário

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Sexta, 22/5/2020 16:20.
Renata Rutes

O cantor Vitor Kley viveu muitos anos em Balneário Camboriú, onde compôs o hit ‘O Sol’. O jovem de 25 anos está ‘quarentenando’ na cidade, onde mora sua família. Por aqui ele fez uma das primeiras lives do Brasil, que vêm fazendo sucesso em tempos de isolamento social. Vitor se prepara para lançar em breve o seu novo álbum, ‘A Bolha’, já foi finalizado. Recentemente, durante a pandemia, lançou duas músicas: ‘O Amor É O Segredo’, que tem a participação da namorada, a atriz e apresentadora portuguesa Carolina Loureiro, e ‘Jacarandá’, com o músico Vitão. Nesta entrevista o cantor fala sobre as novidades, planos e o convívio familiar. Acompanhe:

JP3: Você vem fazendo diversas parcerias musicais, como com o duo Anavitoria, Samuel Rosa, e agora com o Vitão... como foram essas experiências? E com quem mais sonha ou deseja colaborar?

Vitor Kley: Gosto muito de colaborar com pessoas que eu me identifico, que eu sou fã, que admiro, que é meu amigo, como a Ana e a Vitoria, o Vitão. O Samuel eu não conhecia antes, mas sempre tive uma admiração gigante pelo Skank. Quando fui cantar com ele foi emocionante. Resumindo, eu colaboro com quem é de verdade, com quem eu acredito mesmo. E é muito legal porque isso transparece na canção, aparece nas músicas. Dá para ver que estamos muito felizes juntos. E tem várias outras, tem Jorge Vercillo, Maneva. Tem muita gente massa que eu já colaborei e eu fico muito feliz, porque são grandes pessoas e grandes artistas.


Vitor no começo da carreira, em Balneário

Como é o seu contato atualmente com Balneário Camboriú? Visita muito a cidade? Ainda está ‘quarentenando’ por aqui?

Vitor Kley: Sim, estou ‘quarentenando’ aqui com os meus pais, com a minha família, cuidando deles; aproveitando, vivendo a vida do Vitor de novo, e não a do Vitor Kley. Não por um motivo bom, né? Porque o Covid-19... que coisa maluca. Ao mesmo tempo acho que temos que nos cuidar e aproveitar o que a gente não conseguia aproveitar antes. Estou em casa, comendo a comida da minha mãe, jogando videogame, brincando com eles, tirando onda, conversando. A gente se diverte. Mas estamos todos rezando pra que tudo passe, que todo mundo fique bem. É uma cidade que eu amo muito. Aprendi a surfar aqui. Sempre que eu estou em Balneário me sinto no meu lar.


Vitor e a família

JP3: Como vê a importância das lives neste período? E como tem sido o contato com o seu público?

Vitor Kley: A importância das lives é muito grande. Eu fiz várias, não só a do YouTube (no dia 10 de maio), que arrecadamos bastante coisa boa e que fizemos com uma qualidade melhor, mas também fiz pelo Instagram. É a maneira que a gente tem de estar perto do público. Não podemos ir para a televisão e nem para a rádio pessoalmente; nem shows, que fazíamos muitos, viajávamos todos os finais de semana. É a forma que estamos podendo nos comunicar atualmente. E é massa porque também tira um pouco de tédio da galera e ficamos todos perto.


Vitor com Armandinho, que apadrinhou o início da carreira

JP3: Você tem conseguido trabalhar? Como está sendo o seu processo de composição, por exemplo?

Vitor Kley: Não estou conseguindo trabalhar normalmente, porque está tudo diferente. Tenho muitos vídeos pra fazer, esse lance das lives é necessário ter um conhecimento novo, como se portar, como fazer da forma correta. Estava acostumado a fazer shows, tive que me reinventar. Estou compondo bastante e gravando algumas coisas. Tenho meu computador, meu microfone, meu fone. Estou com o violão aqui, fico criando coisas novas.


Vitor e a namorada Carol

JP3: O seu novo álbum, A bolha, já finalizado, o que o público pode esperar?

Vitor Kley: Sim! O álbum A bolha a gente já tinha finalizado antes de começar a quarentena. Vocês podem esperar uma coisa muito verdadeira. É o Vitor se encontrando mesmo. Ao longo desses anos foi tudo muito experimento, e n’A bolha a gente achou o caminho. Tanto eu como artista, cantor, compositor, músico, porque eu gravei todos os violões e várias guitarras também. E falando do Rick (Bonadio, produtor de Vitor e proprietário da gravadora Midas Music) como arranjador, acho que ele usou todas as ‘armas do bem’ nesse momento de gravar o disco. Ele colocou tudo o que ele sabia, mandou ver e foi incrível. Os arranjos que ele fez ficaram sensacionais, aprendi muito do lado dele. Vai vir coisa boa, perto do lançamento quero conversar com vocês do Página 3 de novo para falarmos mais sobre.

JP3: De que forma a quarentena vem te inspirando?

Vitor Kley: Me inspira no lance da reflexão da vida, de ver as coisas. Fazia tempo que eu não parava e falava ‘agora vou de boa, jogar um videogame’, ‘vou ficar por horas conversando com os meus pais’. E isso é muito legal. É importante quando isso tudo passar a gente continuar mantendo esse contato com a nossa família, com as coisas que a gente gosta de fazer.


Vitor e Carol, o amor é o segredo

JP3: “O Amor É o Segredo” foi composta agora na quarentena? E como foi a gravação do clipe à distância com a sua namorada?

Vitor Kley: Foi composta antes, assim como ‘Jacarandá’. Só fizemos o clipe à distância. Porém, ela se encaixa muito bem nesse período. A Carol está em Portugal e queríamos gravar juntos, colocar a nossa história nele, e decidimos fazer a real do que a gente vive. Fazemos muitas vídeo chamadas por não estarmos perto e jogamos no meio disso imagens do que passamos. No meio disso, tinha um vídeo dela falando que ‘O Amor É o Segredo’ é a música favorita dela, e colocamos no primeiro frame do clipe. Eu estava indo para Portugal ver ela, mas não pude pelo Covid-19. Estou esperando poder ir porque estou morrendo de saudade.


Novo videoclipe: OAmor é o Segredo


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