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Seleção brasileira faz 3 a 1 no Irã e se mantém na liderança da Liga das Nações

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Após um desafio extremamente difícil contra a Eslovênia, a qual derrotou de virada, a seleção brasileira masculina de vôlei foi mais uma vez muito exigida e se saiu bem. O time comandado interinamente por Carlos Schwanke superou o Irã nesta quarta-feira por 3 sets a 1, com parciais de 25/19, 23/25, 25/19 e 25/21, e ampliou sua ótima fase na Liga das Nações, disputada em formato de bolha na cidade de Rimini, na Itália.

Com mais um triunfo, o Brasil se manteve na liderança da Liga das Nações, com dez vitórias e somente uma derrota – para a França. O time nacional soma 29 pontos, contra 27 da vice-líder Polônia. O Irã aparece no oitavo posto, com 18 pontos.

Com a classificação à próxima fase da competição muito bem encaminhada, a seleção brasileira fecha a quarta semana da Liga das Nações nesta quinta-feira, às 10 horas (de Brasília), contra a Austrália.

Com um elenco talentoso, o Brasil contou com 20 pontos de Lucarelli, que se redimiu do desempenho ruim contra a Eslovênia e foi o maior pontuador da partida. Alan fez 16. O líbero Thales e o levantador Fernando Cachopa também tiveram ótima atuação diante dos iranianos.

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O desgaste no triunfo sobre os eslovenos e a situação confortável na tabela permitiram que o técnico Schwanke poupasse quatro dos principais jogadores do grupo: Bruninho, Flávio, Wallace e Leal, este que, porém, entrou no terceiro set no lugar de Douglas Souza e ficou até o final.

Com isso, Cachopa, Alan, Maurício Souza, Isac, Lucarelli, Douglas Souza e Thales foi a formação que começou o jogo. O duelo foi tenso, contou com provocações dos dois lados, encaradas, comemorações efusivas e cartão amarelo para Lucarelli, mas os brasileiros souberam se impor contra um rival que tradicionalmente dá trabalho e levou a melhor em mais um importante teste antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Para o triunfo, foi fundamental a atuação do bloqueio, não só pelos 11 pontos marcados, mas também porque em várias ocasiões trabalhou bem ao amortecer os contra-ataques iranianos, além do lado emocional da seleção, que foi muito testado. Ansioso e nervoso, o Brasil perdeu o segundo set, mas depois colocou a cabeça no lugar para reagir e confirmar a vitória por 3 a 1.

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