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Brasil volta a decepcionar, cai em casa e está fora da fase final da Copa Davis

Domingo, 3/2/2019 7:55.

(FOLHAPRESS) - O time brasileiro da Copa Davis, competição de tênis entre países, voltou a decepcionar e perdeu em casa para a Bélgica. O confronto começou na sexta em Uberlândia (MG) e foi decidido neste sábado (2). Assim, o país não estará na fase final do torneio, de 18 a 24 de novembro, em Madri.

O duelo começou empatado em 1 a 1 neste sábado. Os primeiros a entrarem em quadra foram os duplistas. A parceria de Marcelo Melo e Bruno Soares era considerada favorita contra os belgas Sander Gille e Joran Vliegen, mas foi derrotada por 2 sets a 0 (6/4, 7/6).

Assim, seria necessário que Thiago Monteiro e Rogério Dutra Silva ganhassem seus jogos de simples, mas essa expectativa durou pouco.

Monteiro perdeu por 2 a 0 para Kimmer Coppejans (6/3, 6/4), que na sexta havia vencido Rogerinho, e dessa forma a Bélgica ganhou os três jogos de que precisava para avançar à fase final.

O Brasil não disputa a elite da Copa Davis desde 2015, quando perdeu para a Argentina na primeira rodada. Em três anos seguidos, a equipe foi derrotada nos playoffs por Croácia, Bélgica e Japão. Em 2018, nem sequer chegou a essa fase, ao cair diante da Colômbia na fase continental do torneio.

A mudança no formato da Davis era uma boa oportunidade para o país voltar a figurar entre os melhores. A partir deste ano, 24 países se enfrentam em uma fase eliminatória, disputada neste fim de semana.

Os 12 vencedores se juntarão a quatro já classificados (França, Croácia, EUA e Espanha) e mais dois convidados para a fase final (Argentina e Grã-Bretanha).

Até o ano passado, 16 países disputavam o grupo mundial, apenas com confrontos de mata-mata, em três etapas antes da decisão.

Quem não estava na elite fazia confrontos continentais e tinha a chance de ser promovido ao grupo principal apenas no ano seguinte.

Mas o Brasil deixou a chance passar, mesmo contra um adversário desfalcado. David Goffin, 21º colocado do ranking, preferiu ficar na Europa se preparando para uma sequência de torneios. O segundo melhor tenista belga da atualidade, Ruben Bemelmans (132º), também não foi convocado.

Vieram Kimmer Coppejans (195º) e Arthur De Greef (202º), com ranking inferior aos de Thiago Monteiro (106º) e Rogério Dutra Silva (135º).

Nas duplas, a vantagem de Bruno Soares (5º) e Marcelo Melo (12º) também era considerável contra Gille (83º) e Vliegen (86º), mas os mineiros, que não jogavam juntos desde 2017, estiveram abaixo da expectativa. Foi o primeiro jogo de Melo, recém-recuperado de uma lesão nas costas, nesta temporada.

Jogadores brasileiros reclamaram das condições da quadra de Uberlândia. O piso e o local foram escolhidos pela Confederação Brasileira de Tênis.

"A partida foi decidida no saque. Provavelmente, a primeira partida em que eu e o Marcelo não tivemos nenhum break point. Muito em função das condições, a altura, a bola voa, muito difícil de devolver", afirmou Bruno Soares. 

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Brasil volta a decepcionar, cai em casa e está fora da fase final da Copa Davis

Domingo, 3/2/2019 7:55.

(FOLHAPRESS) - O time brasileiro da Copa Davis, competição de tênis entre países, voltou a decepcionar e perdeu em casa para a Bélgica. O confronto começou na sexta em Uberlândia (MG) e foi decidido neste sábado (2). Assim, o país não estará na fase final do torneio, de 18 a 24 de novembro, em Madri.

O duelo começou empatado em 1 a 1 neste sábado. Os primeiros a entrarem em quadra foram os duplistas. A parceria de Marcelo Melo e Bruno Soares era considerada favorita contra os belgas Sander Gille e Joran Vliegen, mas foi derrotada por 2 sets a 0 (6/4, 7/6).

Assim, seria necessário que Thiago Monteiro e Rogério Dutra Silva ganhassem seus jogos de simples, mas essa expectativa durou pouco.

Monteiro perdeu por 2 a 0 para Kimmer Coppejans (6/3, 6/4), que na sexta havia vencido Rogerinho, e dessa forma a Bélgica ganhou os três jogos de que precisava para avançar à fase final.

O Brasil não disputa a elite da Copa Davis desde 2015, quando perdeu para a Argentina na primeira rodada. Em três anos seguidos, a equipe foi derrotada nos playoffs por Croácia, Bélgica e Japão. Em 2018, nem sequer chegou a essa fase, ao cair diante da Colômbia na fase continental do torneio.

A mudança no formato da Davis era uma boa oportunidade para o país voltar a figurar entre os melhores. A partir deste ano, 24 países se enfrentam em uma fase eliminatória, disputada neste fim de semana.

Os 12 vencedores se juntarão a quatro já classificados (França, Croácia, EUA e Espanha) e mais dois convidados para a fase final (Argentina e Grã-Bretanha).

Até o ano passado, 16 países disputavam o grupo mundial, apenas com confrontos de mata-mata, em três etapas antes da decisão.

Quem não estava na elite fazia confrontos continentais e tinha a chance de ser promovido ao grupo principal apenas no ano seguinte.

Mas o Brasil deixou a chance passar, mesmo contra um adversário desfalcado. David Goffin, 21º colocado do ranking, preferiu ficar na Europa se preparando para uma sequência de torneios. O segundo melhor tenista belga da atualidade, Ruben Bemelmans (132º), também não foi convocado.

Vieram Kimmer Coppejans (195º) e Arthur De Greef (202º), com ranking inferior aos de Thiago Monteiro (106º) e Rogério Dutra Silva (135º).

Nas duplas, a vantagem de Bruno Soares (5º) e Marcelo Melo (12º) também era considerável contra Gille (83º) e Vliegen (86º), mas os mineiros, que não jogavam juntos desde 2017, estiveram abaixo da expectativa. Foi o primeiro jogo de Melo, recém-recuperado de uma lesão nas costas, nesta temporada.

Jogadores brasileiros reclamaram das condições da quadra de Uberlândia. O piso e o local foram escolhidos pela Confederação Brasileira de Tênis.

"A partida foi decidida no saque. Provavelmente, a primeira partida em que eu e o Marcelo não tivemos nenhum break point. Muito em função das condições, a altura, a bola voa, muito difícil de devolver", afirmou Bruno Soares. 

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