Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Esporte
Por falta de incentivo e desentendimentos, BC Vôlei se muda para Itajaí

“Itajaí, que possui o segundo maior PIB do Estado, tem um histórico de incentivo ao esporte e acreditamos, sem sombra de dúvidas, que o vôlei vai crescer dentro da cidade”

Terça, 29/10/2019 14:15.
Divulgação/FMEL
Da esquerda para a direita: Wellington Batista de Jesus, diretor de rendimento da FMEL; Paulo Rogério Maes Júnior, diretor executivo da FMEL; Elisângela Oliveira; José Iran e Matheus, do Pró Vôlei Itajaí

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O então time BC Vôlei, da medalhista olímpica e presidente da equipe Elisângela Oliveira, anunciou que por falta de apoio passará a representar Itajaí na Liga Nacional de Vôlei, passando a se chamar Itajaí Vôlei Embraed. A equipe receberá apoio estrutural da prefeitura da cidade vizinha - o que inicialmente acontecia em Balneário, mas deixou de acontecer neste ano.

A mudança acontece após desentendimentos entre a Fundação Municipal de Esportes de Balneário Camboriú (FMEBC) e o time, que reclamava de falta de apoio e estrutura (o ginásio de esportes do Bairro da Barra, onde a equipe treinava, está fechado para reforma).

Elisângela anunciou que o time está de malas prontas para deixar Balneário Camboriú e se mudar para Itajaí. O anúncio foi feito depois de a medalhista garantir o apoio da Fundação Municipal de Esportes e Lazer (FMEL) de Itajaí, que disponibilizará o Ginásio Ivo Silveira, no Bairro Fazenda, para sediar os treinos. A apresentação da equipe que passa a se chamar Itajaí Vôlei Embraed deve acontecer nos próximos dias.

Segundo Elisângela, a prefeitura de Itajaí ‘abriu as portas’ para receber o time ‘porque sabe da importância social, de qualidade de vida e até econômica’ que um time profissional pode trazer para a cidade.

“Vamos colaborar com o projeto da prefeitura de ser uma referência nacional no incentivo ao esporte”, disse.

Para o diretor executivo da Fundação de Esportes de Itajaí, Paulo Rogério Maes Júnior, o time profissional é o complemento que faltava para fortalecer o projeto da categoria de base mirim feminino que já existe na cidade. “Itajaí deseja se tornar a capital catarinense da formação de base e a prefeitura tem investido para isso, na formação de novos cidadãos e atletas. Pretendemos 'viralizar' o vôlei feminino e, quem sabe, originar novas atletas conhecidas internacionalmente”, explicou.

Paulo Rogério acredita ainda que, por conta da participação na Superliga de Voleibol Feminino, o time de Elisângela será responsável pelo impulsionamento na economia local e trará novas opções de lazer aos moradores.

Imagina sair de casa, num sábado, para assistir uma partida de vôlei feminino, normalmente televisionadas por canais pagos. Estaremos, em conjunto, oportunizando momentos únicos”, completa.

A supervisora do agora Itajaí Vôlei Embraed, Ana Paula Ferreira, conhecida como ‘Fofinha’, também destaca a Lei de Incentivo Municipal ao Esporte em vigor na cidade que permite que empresas destinem até 3% do ISS a recolher para projetos esportivos.

“A lei facilitará a captação de novos patrocínios fortalecendo o time feminino adulto que servirá como referência para a base”, afirmou.

O objetivo do time é chegar até a Superliga, que tem um orçamento diferente da Liga Nacional.

“Itajaí, que possui o segundo maior PIB do Estado, tem um histórico de incentivo ao esporte e acreditamos, sem sombra de dúvidas, que o vôlei vai crescer dentro da cidade”, finalizou a supervisora.

Entenda o projeto

O time de Elisângela Oliveira vai disputar a Liga Nacional na temporada 2019/2020. Os jogos iniciam em janeiro. A equipe disputou a Superliga de Voleibol Feminino no ano passado, após herdar a vaga conquistada pelo time de Londrina. A ideia é participar da competição e consolidar o projeto “Forjando Campeões”, que também levará atendimento psicossocial para até 500 crianças de quatro cidades do Vale do Itajaí.


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Página 3
Divulgação/FMEL
Da esquerda para a direita: Wellington Batista de Jesus, diretor de rendimento da FMEL; Paulo Rogério Maes Júnior, diretor executivo da FMEL; Elisângela Oliveira; José Iran e Matheus, do Pró Vôlei Itajaí
Da esquerda para a direita: Wellington Batista de Jesus, diretor de rendimento da FMEL; Paulo Rogério Maes Júnior, diretor executivo da FMEL; Elisângela Oliveira; José Iran e Matheus, do Pró Vôlei Itajaí

Por falta de incentivo e desentendimentos, BC Vôlei se muda para Itajaí

“Itajaí, que possui o segundo maior PIB do Estado, tem um histórico de incentivo ao esporte e acreditamos, sem sombra de dúvidas, que o vôlei vai crescer dentro da cidade”

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Terça, 29/10/2019 14:15.

O então time BC Vôlei, da medalhista olímpica e presidente da equipe Elisângela Oliveira, anunciou que por falta de apoio passará a representar Itajaí na Liga Nacional de Vôlei, passando a se chamar Itajaí Vôlei Embraed. A equipe receberá apoio estrutural da prefeitura da cidade vizinha - o que inicialmente acontecia em Balneário, mas deixou de acontecer neste ano.

A mudança acontece após desentendimentos entre a Fundação Municipal de Esportes de Balneário Camboriú (FMEBC) e o time, que reclamava de falta de apoio e estrutura (o ginásio de esportes do Bairro da Barra, onde a equipe treinava, está fechado para reforma).

Elisângela anunciou que o time está de malas prontas para deixar Balneário Camboriú e se mudar para Itajaí. O anúncio foi feito depois de a medalhista garantir o apoio da Fundação Municipal de Esportes e Lazer (FMEL) de Itajaí, que disponibilizará o Ginásio Ivo Silveira, no Bairro Fazenda, para sediar os treinos. A apresentação da equipe que passa a se chamar Itajaí Vôlei Embraed deve acontecer nos próximos dias.

Segundo Elisângela, a prefeitura de Itajaí ‘abriu as portas’ para receber o time ‘porque sabe da importância social, de qualidade de vida e até econômica’ que um time profissional pode trazer para a cidade.

“Vamos colaborar com o projeto da prefeitura de ser uma referência nacional no incentivo ao esporte”, disse.

Para o diretor executivo da Fundação de Esportes de Itajaí, Paulo Rogério Maes Júnior, o time profissional é o complemento que faltava para fortalecer o projeto da categoria de base mirim feminino que já existe na cidade. “Itajaí deseja se tornar a capital catarinense da formação de base e a prefeitura tem investido para isso, na formação de novos cidadãos e atletas. Pretendemos 'viralizar' o vôlei feminino e, quem sabe, originar novas atletas conhecidas internacionalmente”, explicou.

Paulo Rogério acredita ainda que, por conta da participação na Superliga de Voleibol Feminino, o time de Elisângela será responsável pelo impulsionamento na economia local e trará novas opções de lazer aos moradores.

Imagina sair de casa, num sábado, para assistir uma partida de vôlei feminino, normalmente televisionadas por canais pagos. Estaremos, em conjunto, oportunizando momentos únicos”, completa.

A supervisora do agora Itajaí Vôlei Embraed, Ana Paula Ferreira, conhecida como ‘Fofinha’, também destaca a Lei de Incentivo Municipal ao Esporte em vigor na cidade que permite que empresas destinem até 3% do ISS a recolher para projetos esportivos.

“A lei facilitará a captação de novos patrocínios fortalecendo o time feminino adulto que servirá como referência para a base”, afirmou.

O objetivo do time é chegar até a Superliga, que tem um orçamento diferente da Liga Nacional.

“Itajaí, que possui o segundo maior PIB do Estado, tem um histórico de incentivo ao esporte e acreditamos, sem sombra de dúvidas, que o vôlei vai crescer dentro da cidade”, finalizou a supervisora.

Entenda o projeto

O time de Elisângela Oliveira vai disputar a Liga Nacional na temporada 2019/2020. Os jogos iniciam em janeiro. A equipe disputou a Superliga de Voleibol Feminino no ano passado, após herdar a vaga conquistada pelo time de Londrina. A ideia é participar da competição e consolidar o projeto “Forjando Campeões”, que também levará atendimento psicossocial para até 500 crianças de quatro cidades do Vale do Itajaí.


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