Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Geral
Promotora usou argumento equivocado em recomendação sobre a Guarda Municipal

Denúncia contra a Guarda foi feita pela Polícia Militar

Segunda, 30/4/2018 11:32.
Divulgação PMBC

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A promotora Daianny Cristine Silva Azevedo Pereira, da 8ª Promotoria de Justiça de Balneário Camboriú, usou um argumento equivocado em sua recomendação para que a Guarda Municipal de Balneário Camboriú restrinja parcialmente suas atividades.

Ela alegou que “... reiterados casos de abuso de autoridade praticados por guardas municipais chegam ao conhecimento desta Promotoria de Justiça...”, mas isso não é correto como pode ser constatado no próprio portal do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).

Naquele portal constam, desde 2013, apenas três processos contra guardas municipais por suposto abuso de autoridade e em dois a promotoria pediu o arquivamento por falta de indícios.

No terceiro caso, que chegou ao conhecimento da Promotoria através de notícia publicada pelo Página 3, três guardas municipais foram processados e a dois eles o MPSC propôs transação penal.

Denúncia partiu da PM

O mesmo portal do MPSC mostra que o processo que motivou a promotora Daianny Cristine Silva Azevedo Pereira se originou em denúncia formulada pela Corregedoria da 3ª Região de Polícia Militar.

O Página 3 consultou a promotora através da assessoria de comunicação do MPSC, mas ela ainda não se manifestou.

A imagem abaixo, extraída do portal do MPSC confirma que foram apenas três casos de abuso de autoridade que chegaram à Promotoria desde 2013.



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Página 3
Divulgação PMBC

Promotora usou argumento equivocado em recomendação sobre a Guarda Municipal

Denúncia contra a Guarda foi feita pela Polícia Militar

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Segunda, 30/4/2018 11:32.

A promotora Daianny Cristine Silva Azevedo Pereira, da 8ª Promotoria de Justiça de Balneário Camboriú, usou um argumento equivocado em sua recomendação para que a Guarda Municipal de Balneário Camboriú restrinja parcialmente suas atividades.

Ela alegou que “... reiterados casos de abuso de autoridade praticados por guardas municipais chegam ao conhecimento desta Promotoria de Justiça...”, mas isso não é correto como pode ser constatado no próprio portal do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).

Naquele portal constam, desde 2013, apenas três processos contra guardas municipais por suposto abuso de autoridade e em dois a promotoria pediu o arquivamento por falta de indícios.

No terceiro caso, que chegou ao conhecimento da Promotoria através de notícia publicada pelo Página 3, três guardas municipais foram processados e a dois eles o MPSC propôs transação penal.

Denúncia partiu da PM

O mesmo portal do MPSC mostra que o processo que motivou a promotora Daianny Cristine Silva Azevedo Pereira se originou em denúncia formulada pela Corregedoria da 3ª Região de Polícia Militar.

O Página 3 consultou a promotora através da assessoria de comunicação do MPSC, mas ela ainda não se manifestou.

A imagem abaixo, extraída do portal do MPSC confirma que foram apenas três casos de abuso de autoridade que chegaram à Promotoria desde 2013.



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