Jornal Página 3

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DCE do IFC emite nota de repúdio por “invasão e coação”
Reprodução.
Postagem feita por Dileta durante a reunião.

Quinta, 25/10/2018 15:59.

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) do Instituto Federal Catarinense Campus Camboriú emitiu na tarde desta quinta-feira nota de repúdio ao que definiu como “invasão” por parte de pessoas que “coagiram” os participantes de uma reunião do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica.

Uma dessas pessoas, Dileta Corrêa da Silva, que nos últimos meses pregou abertamente um golpe militar para tirar do cargo a ex-presidente Dilma Rousseff, protestou em redes sociais que não cometeu invasão.

Segundo participantes da reunião, Dileta teria se inscrito no livro de presenças e se apresentado aos presente com nome falso, alegando ser professora em outra cidade.

Um vídeo publicado por Dileta no Facebook, destratando os participantes da reunião, foi publicado por ela e posteriormente retirado.

Ela alega que o Facebook removeu a publicação após denúncia, fato que a reportagem busca confirmar com aquela empresa de internet.

A nota do DCE é a seguinte:

NOTA DE REPÚDIO

O Diretório Central dos Estudantes do Instituto Federal Catarinense Campus Camboriú vem por meio deste repudiar o Intento ocorrido na tarde de ontem, quarta feira (24), onde quatro (4) pessoas, uma delas conhecida como Dialeta Corrêa Silva, candidata a Deputada Federal pelo PSL, INVADIRAM uma reunião do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE) de forma arbitrária e CRIMINOSA, coagindo e ameaçando os servidores ali presentes.

Lembramos que a organização sindical é garantida pela Lei nº8/91, De 3 de Outubro, Lei da Liberdade Sindical, portanto torna-se o ocorrido um ato de má fé e criminoso, sem contar o assédio moral aos servidores públicos dentro de órgão federal que é CRIME previsto no Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940, Art. 331 - Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela.

O DCE IFC - CAMBORIÚ aguarda as devidas providências das autoridades competentes e o posicionamento do Instituto Federal sobre o ocorrido, bem como medidas mais eficientes sobre o acesso de desconhecidos no Campi, pois assim como ocorreu com uma reunião do sindicato pode tornar a acontecer com as organizações de alunos.

Vivemos tempos de intolerância e ódio, a violência se acentua a cada dia devido a divergências políticas, o que é INADMISSÍVEL em uma DEMOCRACIA, qualquer medida que assegure a integridade física e moral dos servidores do campus, dos discentes e docentes não é pouca.

Esse intento é uma clara ameaça as liberdades individuais e de organização, esperamos que os responsáveis sejam encontrados e penalizados adequadamente.

No mais, deixamos aqui nossa solidariedade ao SINASEFE Litoral e a todas e todos que foram vilipendiados de seus direitos e dizemos em alto e bom tom que jamais atos criminosos, minimamente perigosos como esses devem ocorrer, e que a luta pela livre organização sindical tem nosso apoio.

 

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DCE do IFC emite nota de repúdio por “invasão e coação”

Reprodução.
Postagem feita por Dileta durante a reunião.
Postagem feita por Dileta durante a reunião.

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Quinta, 25/10/2018 15:59.

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) do Instituto Federal Catarinense Campus Camboriú emitiu na tarde desta quinta-feira nota de repúdio ao que definiu como “invasão” por parte de pessoas que “coagiram” os participantes de uma reunião do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica.

Uma dessas pessoas, Dileta Corrêa da Silva, que nos últimos meses pregou abertamente um golpe militar para tirar do cargo a ex-presidente Dilma Rousseff, protestou em redes sociais que não cometeu invasão.

Segundo participantes da reunião, Dileta teria se inscrito no livro de presenças e se apresentado aos presente com nome falso, alegando ser professora em outra cidade.

Um vídeo publicado por Dileta no Facebook, destratando os participantes da reunião, foi publicado por ela e posteriormente retirado.

Ela alega que o Facebook removeu a publicação após denúncia, fato que a reportagem busca confirmar com aquela empresa de internet.

A nota do DCE é a seguinte:

NOTA DE REPÚDIO

O Diretório Central dos Estudantes do Instituto Federal Catarinense Campus Camboriú vem por meio deste repudiar o Intento ocorrido na tarde de ontem, quarta feira (24), onde quatro (4) pessoas, uma delas conhecida como Dialeta Corrêa Silva, candidata a Deputada Federal pelo PSL, INVADIRAM uma reunião do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE) de forma arbitrária e CRIMINOSA, coagindo e ameaçando os servidores ali presentes.

Lembramos que a organização sindical é garantida pela Lei nº8/91, De 3 de Outubro, Lei da Liberdade Sindical, portanto torna-se o ocorrido um ato de má fé e criminoso, sem contar o assédio moral aos servidores públicos dentro de órgão federal que é CRIME previsto no Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940, Art. 331 - Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela.

O DCE IFC - CAMBORIÚ aguarda as devidas providências das autoridades competentes e o posicionamento do Instituto Federal sobre o ocorrido, bem como medidas mais eficientes sobre o acesso de desconhecidos no Campi, pois assim como ocorreu com uma reunião do sindicato pode tornar a acontecer com as organizações de alunos.

Vivemos tempos de intolerância e ódio, a violência se acentua a cada dia devido a divergências políticas, o que é INADMISSÍVEL em uma DEMOCRACIA, qualquer medida que assegure a integridade física e moral dos servidores do campus, dos discentes e docentes não é pouca.

Esse intento é uma clara ameaça as liberdades individuais e de organização, esperamos que os responsáveis sejam encontrados e penalizados adequadamente.

No mais, deixamos aqui nossa solidariedade ao SINASEFE Litoral e a todas e todos que foram vilipendiados de seus direitos e dizemos em alto e bom tom que jamais atos criminosos, minimamente perigosos como esses devem ocorrer, e que a luta pela livre organização sindical tem nosso apoio.

 

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