Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Geral
Posto militar é atacado na Venezuela; ministro acusa Brasil de colaboração

Segunda, 23/12/2019 8:01.
EBC.
Nicolás Maduro, ditador da Venezuela.

Publicidade

AE

O governo de Nicolás Maduro afirmou neste domingo, 22, que forças oposicionistas atacaram um posto militar em Luepa, no sul da Venezuela, próximo à fronteira com o Brasil.

A informação foi dada via Twitter pelo ministro da Defesa de Maduro, Vladimir Padrino López. De acordo com ele, o ataque ocorreu na madrugada deste domingo e resultou no roubo de um lote de armas. Iniciou-se então uma perseguição, que resultou na morte de um soldado do exército. O armamento foi recapturado.

Pela mesma rede social, o ministro da Comunicação, Jorge Rodríguez, disse que seis pessoas foram detidas. Ele acusou ainda, sem apresentar provas, que os responsáveis pela operação "foram treinados em acampamentos paramilitares na Colômbia e receberam a colaboração do governo de Jair Bolsonaro".

A mídia local informou que cerca de dez homens participaram do ataque, alguns identificados como indígenas da região. Fonte: Associated Press.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade













Página 3
EBC.
Nicolás Maduro, ditador da Venezuela.
Nicolás Maduro, ditador da Venezuela.

Posto militar é atacado na Venezuela; ministro acusa Brasil de colaboração

Publicidade

Segunda, 23/12/2019 8:01.

AE

O governo de Nicolás Maduro afirmou neste domingo, 22, que forças oposicionistas atacaram um posto militar em Luepa, no sul da Venezuela, próximo à fronteira com o Brasil.

A informação foi dada via Twitter pelo ministro da Defesa de Maduro, Vladimir Padrino López. De acordo com ele, o ataque ocorreu na madrugada deste domingo e resultou no roubo de um lote de armas. Iniciou-se então uma perseguição, que resultou na morte de um soldado do exército. O armamento foi recapturado.

Pela mesma rede social, o ministro da Comunicação, Jorge Rodríguez, disse que seis pessoas foram detidas. Ele acusou ainda, sem apresentar provas, que os responsáveis pela operação "foram treinados em acampamentos paramilitares na Colômbia e receberam a colaboração do governo de Jair Bolsonaro".

A mídia local informou que cerca de dez homens participaram do ataque, alguns identificados como indígenas da região. Fonte: Associated Press.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade