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Chuva castiga e provoca prejuízo em cidades da fronteira no Rio Grande do Sul

Sexta, 11/1/2019 16:21.

(FOLHAPRESS) - A chuva tem castigado as cidades da fronteira do Rio Grande do Sul. Temporais que aconteceram nesta semana já mobilizaram as prefeituras por causa de inundações e alagamentos. As informações são da Agência Brasil.

O prefeito de Alegrete, Márcio Fonseca do Amaral, disse que já prepara o decreto de situação de emergência e que vizinhos, como Santana do Livramento, Uruguaiana, São Borja e São Gabriel, também foram fortemente afetados.

"Neste momento, estamos sem chuva aqui, embora a previsão do tempo ainda seja de alguma precipitação ao longo de toda essa semana, o fim de semana e a metade da semana que vem, mas com intensidade baixa", explicou.

Segundo Amaral, vários bairros ribeirinhos estão imersos nas águas. O rio Ibirapuitã registra 13 metros acima do nível normal.

Apenas na saúde, o prejuízo no município chega a R$ 3 milhões, com uma unidade de pronto atendimento (UPA) fechada por causa dos alagamentos.

"No momento, estamos com 856 pessoas atingidas pela enchente. Temos trezentas que estão desabrigadas e 556 desalojadas. São números cadastrados até o momento. A tendência é que esse número ainda aumente significativamente, já que estamos com todo o pessoal da defesa civil trabalhando com auxílio dos bombeiros e do Exército e muita ação de voluntariado" disse.

Outro problema, de acordo com o prefeito, é que a maioria das cidades atingidas pelas enchentes e pelos alagamentos depende fortemente da agropecuária.

"Elas estariam se preparando para iniciar a colheita no fim do mês ou no início do mês que vem. Com certeza, ficaremos muito prejudicados com o escoamento da produção, o que se reflete no PIB [Produto Interno Bruto] do município", afirmou. 

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Chuva castiga e provoca prejuízo em cidades da fronteira no Rio Grande do Sul

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(FOLHAPRESS) - A chuva tem castigado as cidades da fronteira do Rio Grande do Sul. Temporais que aconteceram nesta semana já mobilizaram as prefeituras por causa de inundações e alagamentos. As informações são da Agência Brasil.

O prefeito de Alegrete, Márcio Fonseca do Amaral, disse que já prepara o decreto de situação de emergência e que vizinhos, como Santana do Livramento, Uruguaiana, São Borja e São Gabriel, também foram fortemente afetados.

"Neste momento, estamos sem chuva aqui, embora a previsão do tempo ainda seja de alguma precipitação ao longo de toda essa semana, o fim de semana e a metade da semana que vem, mas com intensidade baixa", explicou.

Segundo Amaral, vários bairros ribeirinhos estão imersos nas águas. O rio Ibirapuitã registra 13 metros acima do nível normal.

Apenas na saúde, o prejuízo no município chega a R$ 3 milhões, com uma unidade de pronto atendimento (UPA) fechada por causa dos alagamentos.

"No momento, estamos com 856 pessoas atingidas pela enchente. Temos trezentas que estão desabrigadas e 556 desalojadas. São números cadastrados até o momento. A tendência é que esse número ainda aumente significativamente, já que estamos com todo o pessoal da defesa civil trabalhando com auxílio dos bombeiros e do Exército e muita ação de voluntariado" disse.

Outro problema, de acordo com o prefeito, é que a maioria das cidades atingidas pelas enchentes e pelos alagamentos depende fortemente da agropecuária.

"Elas estariam se preparando para iniciar a colheita no fim do mês ou no início do mês que vem. Com certeza, ficaremos muito prejudicados com o escoamento da produção, o que se reflete no PIB [Produto Interno Bruto] do município", afirmou. 

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