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Governo da Itália agradece colaboração do Brasil em caso Battisti

Segunda, 14/1/2019 13:21.

GUSTAVO URIBE
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu telefonema na manhã desta segunda-feira (14) do vice-premiê da Itália, Matteo Salvini, para discutir a prisão do terrorista italiano Cesare Battisti.

Segundo a Presidência da República, em nota oficial, Salvini teria agradecido a participação do Brasil na condução do caso do terrorista.
A ordem de extradição foi assinada pelo ex-presidente Michel Temer no final do ano passado.

Foragido, o italiano foi preso na madrugada de domingo (13) pelas forças policiais bolivianas, em Santa Cruz de La Sierra, uma das cidades mais importantes do país.

Ele foi transferido para a Itália diretamente da Bolívia, sem passar pelo Brasil.

Na nota oficial, Bolsonaro afirmou que o Brasil "não aceitará mais criminoso travestido de perseguido político" e que o desfecho "simboliza o fim da impunidade nacional e internacional".

Nesta segunda-feira (14), o presidente se reúne com os comandantes das Forças Armadas e com o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

A prisão do terrorista é um dos assuntos do encontro. Ele deve também se encontrar com os embaixadores da Itália e da Bolívia no Brasil.

O STF (Supremo Tribunal Federal) já havia decidido em 2009 aprovar a repatriação, mas o então presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, no último dia de seu mandato, em 2010, permitiu a permanência dele no Brasil.

A Suprema Corte deliberou, ao discutir o caso, que os crimes que levaram à condenação do terrorista não foram crimes políticos. 

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Governo da Itália agradece colaboração do Brasil em caso Battisti

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Segunda, 14/1/2019 13:21.

GUSTAVO URIBE
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu telefonema na manhã desta segunda-feira (14) do vice-premiê da Itália, Matteo Salvini, para discutir a prisão do terrorista italiano Cesare Battisti.

Segundo a Presidência da República, em nota oficial, Salvini teria agradecido a participação do Brasil na condução do caso do terrorista.
A ordem de extradição foi assinada pelo ex-presidente Michel Temer no final do ano passado.

Foragido, o italiano foi preso na madrugada de domingo (13) pelas forças policiais bolivianas, em Santa Cruz de La Sierra, uma das cidades mais importantes do país.

Ele foi transferido para a Itália diretamente da Bolívia, sem passar pelo Brasil.

Na nota oficial, Bolsonaro afirmou que o Brasil "não aceitará mais criminoso travestido de perseguido político" e que o desfecho "simboliza o fim da impunidade nacional e internacional".

Nesta segunda-feira (14), o presidente se reúne com os comandantes das Forças Armadas e com o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

A prisão do terrorista é um dos assuntos do encontro. Ele deve também se encontrar com os embaixadores da Itália e da Bolívia no Brasil.

O STF (Supremo Tribunal Federal) já havia decidido em 2009 aprovar a repatriação, mas o então presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, no último dia de seu mandato, em 2010, permitiu a permanência dele no Brasil.

A Suprema Corte deliberou, ao discutir o caso, que os crimes que levaram à condenação do terrorista não foram crimes políticos. 

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