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Após mais de 8 horas, cirurgia de Bolsonaro termina com 'êxito' em SP
Wilson Dias/Agência Brasil

Segunda, 28/1/2019 16:03.

TALITA FERNANDES E JOELMIR TAVARES (FOLHAPRESS)

Após mais de oito horas, a cirurgia para retirada de uma bolsa de colostomia do presidente Jair Bolsonaro foi encerrada na tarde desta segunda-feira (28).

De acordo com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, o procedimento ocorreu "com êxito". "O boletim médico será divulgado tão logo seja autorizado pela equipe médica", afirmou, em nota.

Às 17h, segundo a pasta, haverá detalhamento à imprensa feito pelo porta-voz da Presidência da República, general Rego Barros, no Hospital Albert Einstein, onde Bolsonaro está internado.

Esta é a terceira cirurgia à qual ele é submetido desde que sofreu uma facada, em setembro de 2018, durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG).

Bolsonaro foi internado na manhã de domingo (27) para a realização de exames pré-operatórios e permanecerá no hospital pelos próximos dez dias.

A primeira-dama, Michelle, e 3 dos 5 filhos do presidente -Jair Renan, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)-, estão no Einstein.

Carlos, o mais próximo ao pai, permaneceu o tempo todo no centro cirúrgico. O senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) e a caçula Laura não vieram.

A Presidência foi assumida na manhã desta segunda pelo vice, general Hamilton Mourão, que ficará no cargo nas primeiras 48 horas seguintes à operação.

Bolsonaro deve voltar a despachar a partir de quarta (30) e contará com um gabinete provisório em uma sala no Einstein, no mesmo andar do quarto em que está internado.

O GSI (Gabinete de Segurança Institucional), sob o comando do general Augusto Heleno, montou uma estrutura para que o presidente possa manter a rotina de despachos.

O Palácio do Planalto levou à capital paulista auxiliares técnicos e que dão suporte jurídico para a tomada de decisões do chefe do Executivo.

O escritório improvisado contará com um computador com internet, uma impressora e um telefone fixo. O espaço permitirá ainda que Bolsonaro se comunique com ministros e outros auxiliares que estejam fora de São Paulo por meio de videoconferência.

O governo trouxe também assessores de comunicação, como o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, para a realização de informações diárias sobre a saúde do presidente e atos do Executivo.

Ao final da cirurgia, Augusto Heleno disse à Folha que a demora se deu pela retirada de aderências do intestino.

"Não é uma cirurgia simples, não é só retirar a bolsa. Tem que abrir de novo e os médicos fizeram isso com o maior cuidado e delicadeza", disse.

Ele informou ainda que Bolsonaro ainda não voltou para o quarto, mas que a família foi informada pelos médicos sobre o êxito do procedimento pouco depois das 15h30.

Pela manhã, Flávio Bolsonaro postou nas redes sociais uma foto do pai sentado na cama do hospital com a mensagem: "Já deu certo, pai! Deus proverá!"

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Após mais de 8 horas, cirurgia de Bolsonaro termina com 'êxito' em SP

Wilson Dias/Agência Brasil

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Segunda, 28/1/2019 16:03.

TALITA FERNANDES E JOELMIR TAVARES (FOLHAPRESS)

Após mais de oito horas, a cirurgia para retirada de uma bolsa de colostomia do presidente Jair Bolsonaro foi encerrada na tarde desta segunda-feira (28).

De acordo com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, o procedimento ocorreu "com êxito". "O boletim médico será divulgado tão logo seja autorizado pela equipe médica", afirmou, em nota.

Às 17h, segundo a pasta, haverá detalhamento à imprensa feito pelo porta-voz da Presidência da República, general Rego Barros, no Hospital Albert Einstein, onde Bolsonaro está internado.

Esta é a terceira cirurgia à qual ele é submetido desde que sofreu uma facada, em setembro de 2018, durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG).

Bolsonaro foi internado na manhã de domingo (27) para a realização de exames pré-operatórios e permanecerá no hospital pelos próximos dez dias.

A primeira-dama, Michelle, e 3 dos 5 filhos do presidente -Jair Renan, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)-, estão no Einstein.

Carlos, o mais próximo ao pai, permaneceu o tempo todo no centro cirúrgico. O senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) e a caçula Laura não vieram.

A Presidência foi assumida na manhã desta segunda pelo vice, general Hamilton Mourão, que ficará no cargo nas primeiras 48 horas seguintes à operação.

Bolsonaro deve voltar a despachar a partir de quarta (30) e contará com um gabinete provisório em uma sala no Einstein, no mesmo andar do quarto em que está internado.

O GSI (Gabinete de Segurança Institucional), sob o comando do general Augusto Heleno, montou uma estrutura para que o presidente possa manter a rotina de despachos.

O Palácio do Planalto levou à capital paulista auxiliares técnicos e que dão suporte jurídico para a tomada de decisões do chefe do Executivo.

O escritório improvisado contará com um computador com internet, uma impressora e um telefone fixo. O espaço permitirá ainda que Bolsonaro se comunique com ministros e outros auxiliares que estejam fora de São Paulo por meio de videoconferência.

O governo trouxe também assessores de comunicação, como o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, para a realização de informações diárias sobre a saúde do presidente e atos do Executivo.

Ao final da cirurgia, Augusto Heleno disse à Folha que a demora se deu pela retirada de aderências do intestino.

"Não é uma cirurgia simples, não é só retirar a bolsa. Tem que abrir de novo e os médicos fizeram isso com o maior cuidado e delicadeza", disse.

Ele informou ainda que Bolsonaro ainda não voltou para o quarto, mas que a família foi informada pelos médicos sobre o êxito do procedimento pouco depois das 15h30.

Pela manhã, Flávio Bolsonaro postou nas redes sociais uma foto do pai sentado na cama do hospital com a mensagem: "Já deu certo, pai! Deus proverá!"

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