Jornal Página 3

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Conselheiro tutelar rebate com provas alegação de colega
Divulgação.
O conselheiro João, em sua fala na Câmara de Vereadores.

Sexta, 15/3/2019 16:57.

Agradeço o espaço para poder explicar o que de fato ocorreu com sobre a minha fala na Câmara de Vereadores.

Fico chateado em ter que me pronunciar para falar sobre discussões internas ao órgão que represento com tanto afinco, porém não posso permitir que tais palavras possam vir a denegrir minha imagem enquanto Conselheiro Tutelar.

Ocorre que, recebemos o Vereador Lucas Gotardo e a Vereador Julieti Nitz em nossa sede, tal visita serviu para que o legislativo pudesse fiscalizar e encaminhar as demandas ao executivo para que fosse solucionado, melhorando o nosso atendimento para com a comunidade.

Na visita do Vereador Lucas (01/02/2019), pedi a oportunidade de poder explanar na tribuna livre sobre o conselho (data a confirmar), para que eu pudesse informar os atendimentos, estrutura e as nossas demandas para melhorias.

No dia 26/02/2019, a Huanita, atual Presidente do Conselho Tutelar, via whatsapp, me questionou se eu falaria ao vivo na Tribuna nesse mesmo dia, eu em resposta, informei que não, e que ainda não tinha data definida, e que caso fosse aprovada a minha fala, seria conforme a regra, sempre na 1º sessão da câmara de cada mês, ou seja em março. (print anexo).

No dia 27/02/2019 via whatsapp, porem em nosso grupo do colegiado, a referida presidente colocou em pauta para aprovação das demandas, citando o meu levantamento sobre as demandas que seriam necessárias para melhorias do nosso órgão, onde se obteve quórum suficiente, sendo aprovado as demandas. Na mesma mensagem, a Huanita, citou que “já virou lenda”, e que “está na hora de cumpri as promessas”, porem um pouco retraída, devido ser ano para o processo de escolha de novos conselheiros. (print anexo)

Sendo assim, o colegiado estava ciente de minha futura fala na Câmara de Vereadores, pois a Presidente do Conselho Tutelar sabendo de tal evento, não se pronunciou de forma negativa, e tampouco exerceu a sua prerrogativa podendo requisitar uma reunião para que fosse discutida a minha fala, e ainda não demonstrou interesse em representar o órgão em meu lugar.

Devido ao meu comprometimento com a comunidade, fui sim, falar sobre o que ocorre em nosso órgão, afinal somos um órgão autônomo, permanente e não jurisdicional.

Fui escolhido para representar a comunidade e assim o farei, mesmo sabendo que tenho colegas que não gostam de se indispor com o funcionalismo público e seus gestores, e que ficam retraídas devido ao ano de eleição que teremos.

Precisamos pensar na comunidade, não podemos maltratar quem mais precisa, sozinho ou em colegiado vou continuar lutando diariamente por todas as nossas as crianças e adolescentes.

Por tudo aquilo que assumi perante a comunidade, estou fazendo e ainda quero fazer muito. 

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Conselheiro tutelar rebate com provas alegação de colega

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O conselheiro João, em sua fala na Câmara de Vereadores.
O conselheiro João, em sua fala na Câmara de Vereadores.

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Sexta, 15/3/2019 16:57.

Agradeço o espaço para poder explicar o que de fato ocorreu com sobre a minha fala na Câmara de Vereadores.

Fico chateado em ter que me pronunciar para falar sobre discussões internas ao órgão que represento com tanto afinco, porém não posso permitir que tais palavras possam vir a denegrir minha imagem enquanto Conselheiro Tutelar.

Ocorre que, recebemos o Vereador Lucas Gotardo e a Vereador Julieti Nitz em nossa sede, tal visita serviu para que o legislativo pudesse fiscalizar e encaminhar as demandas ao executivo para que fosse solucionado, melhorando o nosso atendimento para com a comunidade.

Na visita do Vereador Lucas (01/02/2019), pedi a oportunidade de poder explanar na tribuna livre sobre o conselho (data a confirmar), para que eu pudesse informar os atendimentos, estrutura e as nossas demandas para melhorias.

No dia 26/02/2019, a Huanita, atual Presidente do Conselho Tutelar, via whatsapp, me questionou se eu falaria ao vivo na Tribuna nesse mesmo dia, eu em resposta, informei que não, e que ainda não tinha data definida, e que caso fosse aprovada a minha fala, seria conforme a regra, sempre na 1º sessão da câmara de cada mês, ou seja em março. (print anexo).

No dia 27/02/2019 via whatsapp, porem em nosso grupo do colegiado, a referida presidente colocou em pauta para aprovação das demandas, citando o meu levantamento sobre as demandas que seriam necessárias para melhorias do nosso órgão, onde se obteve quórum suficiente, sendo aprovado as demandas. Na mesma mensagem, a Huanita, citou que “já virou lenda”, e que “está na hora de cumpri as promessas”, porem um pouco retraída, devido ser ano para o processo de escolha de novos conselheiros. (print anexo)

Sendo assim, o colegiado estava ciente de minha futura fala na Câmara de Vereadores, pois a Presidente do Conselho Tutelar sabendo de tal evento, não se pronunciou de forma negativa, e tampouco exerceu a sua prerrogativa podendo requisitar uma reunião para que fosse discutida a minha fala, e ainda não demonstrou interesse em representar o órgão em meu lugar.

Devido ao meu comprometimento com a comunidade, fui sim, falar sobre o que ocorre em nosso órgão, afinal somos um órgão autônomo, permanente e não jurisdicional.

Fui escolhido para representar a comunidade e assim o farei, mesmo sabendo que tenho colegas que não gostam de se indispor com o funcionalismo público e seus gestores, e que ficam retraídas devido ao ano de eleição que teremos.

Precisamos pensar na comunidade, não podemos maltratar quem mais precisa, sozinho ou em colegiado vou continuar lutando diariamente por todas as nossas as crianças e adolescentes.

Por tudo aquilo que assumi perante a comunidade, estou fazendo e ainda quero fazer muito. 

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