Jornal Página 3
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Enquete: o primeiro professor a gente nunca esquece. Você lembra do seu?

Homenagem do Página3 neste Dia do Professor a todos aqueles que abraçam esta nobre profissão

Terça, 15/10/2019 13:13.

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Neste Dia do Professor é possível fazer uma ‘viagem’ no tempo, quando pensamos que ele foi a primeira ‘ponte’ com um novo universo na vida de cada um: a escola, os livros, as cartilhas, histórias, a leitura, fazer contas...e hoje transportando esse ensinamento para um aliado que o professor ganhou nos tempos modernos da tecnologia. São inegáveis mudanças para melhor. São facilidades que se tornaram grandes avanços na profissão. Tudo isso é real. Assim como é real a presença do professor no começo desta viagem que nunca acaba, porque a gente aprende todos os dias, é significativa a volta ao passado, porque o primeiro professor a gente nunca esquece.

Com esse objetivo, a reportagem fez uma enquete para homenagear os professores e mostrar que eles são muito mais importantes do que imaginam na vida das pessoas. A lembrança está mesmo na memória, porque fotos a maioria (dos mais antigos) não tem, até porque fotografar é uma arte ‘moderna’.

Acompanhe:

Fabi Loos, artista - “A primeira professora a gente nunca esquece. Eu diria que as primeiras professoras a gente não esquece. Todas elas importantes na nossa educação. Recordo-me de seus nomes e de algumas histórias. Tia Silvia, essa da foto, não foi minha primeira professora, antes dela tive outras no jardim de infância, mas ela foi a minha primeira professora do colégio grande, da minha primeira série, da minha primeira cartilha. Lembro-me de sua delicadeza e paciência em ensinar, do carinho que tinha com cada aluno, da sua beleza, de seu olhar cheio de ternura e de sempre me dar sua mão para irmos em direção à sala de aula”.


Marisa Fernandes, educadora - “Minha primeira professora foi minha mãe! Excelente alfabetizadora. Tive a honra e alegria de tê-la como professora. Lembro das aulas como se fosse hoje, dos jogos, dos desenhos e das brincadeiras que ela desenvolvia. Com uso da cartilha contrariava a ordem comum: construía personagens, inventava histórias. Não tenho dúvidas que minha paixão pela profissão é inspirada nela: Veronica Kasper Zanoni! Minha eterna gratidão”.

Marisa com a mãe, primeira professora


Osmar Nunes Junior, Desembargador SC: “Minha primeira professora foi Dione, na Escola Básica Castro Alves, em Araranguá. Foi a professora em todo o então “ensino primário”. Mulher meiga e dedicada. Só boas lembranças. Foto com ela não tenho. Nem havia foto na época”.


Gil Koeddermann, consultor - “Lucia Maria Nascimento, minha primeira professora, depois foi minha Diretora e quando me formei no Ginásio era a secretária de Educação, do governo Armando Ghislandi. Tenho muito orgulho de ter ela como minha mestra, que me fez aprender a respeitar ela como ser humano e como líder. Nunca falou alto com nenhum aluno, pois bastava um simples olhar que todos entendiam... Admiração eterna e obrigado, obrigado por tudo que você fez por mim. Gratidão sempre”.

Lucia, primeira professora


Marcelo Achutti, vereador - “Da minha primeira professora eu nunca esqueci. Vera, a querida dona “Verinha”. Foi com ela que em 1985 iniciei a minha caminhada no jardim Comecinho de Vida depois virou Peart. A Sra. Vera, aquela que Deus nomeou para substituir centenas de mães, pois quando íamos para a escola quem estava lá era nossa segunda mãe, que conduzia às aulas com muita ternura, calma, sabedoria, cativando e amando cada filho como se fôssemos as pessoas mais importantes do mundo”.


Mariana Dalvesco, superintendente da Fundação Municipal de Esportes - "Tia Carmem", minha professora no Jardim de infância Cinderela, localizado no bairro dos Pioneiros e quem tive a grata e emocionante surpresa de reencontrar em abril de 2017 em visita ao CEM Ariribá, quando fazíamos as pesquisas para implantação do BC Virando o Jogo. Foi ela uma das primeiras responsáveis pela formação da Mariana cidadã. E relembrando dos meus primeiros passos na escola guiados por ela, estendo minha homenagem a todos os mestres que me ensinaram e me conduziram”.

Mariana e ‘Tia Carmen’ e oreencontro recente


Jonas Ramos, advogado - “Minha primeira professora foi dona Sônia, lembro que a família trabalhava com distribuição de gás. Tinha uma forma carinhosa de ensinar a todos, e me recordo de nos levar à sua casa no período da tarde para dar um reforço a quem se interessava. Naquela época os melhores professores estavam nas escolas públicas. Lembro do orgulho dos meus pais e da minha vovó por eu ter aprendido a ler e começar a escrever muito rápido. Até hoje recordo do rosto dela, sempre com um sorriso discreto e amoroso. Sou grato a ela eternamente”.


Bia Mattar, presidente da Fundação Cultura - “Sem condições de lembrar, foto então só daquelas máquinas que estouravam pólvora. Vou deixar essa para os mais jovens, mas se puder falar da minha primeira professora de ballet, fica mais fácil, porque foi minha mãe Ana Maria Magalhães.

Dança de sapateado, 1975, São Paulo. Ana é a primeira da esquerda para a direita e Bia, a terceira da esquerda para a direita


Waldemar Cezar Neto, jornalista - “Minha primeira professora foi a Irmã Letícia, na Escola Madre Raffo em Belém Novo, um distrito de Porto Alegre situado à margem do Lago Guaíba. Um colégio de freiras, gratuito, pequeno, na periferia da capital, frequentado por crianças de baixa renda e classe média porque não havia outra escola primária na “vila”. Formávamos para cantar o Hino Nacional uma vez por semana e o leite em pó fornecido aos estudantes mais carentes era doado pela Aliança para o Progresso, um programa dos Estados Unidos da América do Norte, para implantar um neo-imperialismo sob o manto do combate ao comunismo na América Latina. A escola ainda existe, em excelentes condições de conservação”.


Melania Horst, educadora - “Este é meu pai José, sem dúvidas foi meu primeiro Professor! Quando sabia operar o ambiente com os materiais para que eu desenhasse, rabiscasse e seu acolhimento sempre me impulsionava a fazer mais! Estimou o meu ser de forma intrínseca para as letras, a gravura, a arte! Com ele li minhas primeiras palavras, escutei as histórias de todos os Santos, suas biografias! Depois a vida em extensão, me presenteou com inúmeros Professores que em partes, repetiram suas doações específicas e sublimes! Gratidão!”


Rosângela Percegona Borba, secretária da Educação - “Tenho uma história para contar, não é do primeiro professor, mas é da primeira professora de Ciências, não recordo exatamente do conteúdo da matéria, mas me recordo muito do conteúdo que não estava nos livros e que trago para a minha vida até hoje. Ela falava muito em tornar nos pessoas que fizessem a diferença, sempre estar estar estudando, para um dia fazer a diferença. Nas aulas de ciências ela trazia esses ensinamentos para a gente sempre estudar, ser feliz e hoje muito do que sou passou por esse ensinamento que ela trouxe para minha vida, tudo que ela ensinou fez a diferença na minha vida”.


Lenita Novaes, atriz, psicóloga - “O professor que me marcou, foi o de história, chamava-se Tito, 1948, em Ponta Grossa. Com ele, além de história que eu adorava, aprendi respeito, humildade e sabedoria!”


Marisa Schmitt Kuehne, professora - “Hoje, dia do professor, vou relembrar e homenagear minha primeira professora, Dona Ivany Kruscinsky Garcia, no Grupo Escolar Professor José Arantes, de Camboriú. Dona Ivani foi minha professora de 1a série e metade da 2a série...Quantos ensinamentos, quanto carinho. Foi muito fácil aprender com ela, conhecer o alfabeto, os numerais, a geografia, tenho na minha memória as aulas sobre: o que é ilha? o que é arquipélago? (levava um mapa em alto relevo, onde nós passávamos a mão e identificávamos o que ela estava explicando ). Dona Ivani era uma "mestra com carinho", amava a profissão e muito mais ainda, amava os seus aluninhos. Gostava de cantar conosco, gostava de nos levar na casa dela e, muitos finais de semana vinha na nossa casa e nos levava para fazer piquenique na prainha (onde hoje tem o Deck do Pontal Norte), momentos inesquecíveis. Por isso digo que foi muito fácil aprender com ela, porque acima de tudo, tinha muito amor. Dona Ivani era meu mais lindo modelo de mulher, era linda, simpática, sorriso meigo e verdadeiro e amava a profissão. Hoje, continua assim, não perdeu seu essencial, tenho o privilégio de ainda ter muito contato com ela. Obrigada Dona Ivani por ter me alfabetizado e contribuído muito na minha formação como cidadã. Parabéns pelo dia do Professor! Um beijão no coração!”

Dona Ivani Garcia


Roberto Ferreira, empresário - “Lembro muito bem da minha 1ª professora, Roseli, no Centro Educacional Guaíra, escola do bairro Água Verde em Curitiba, porém se me permite gostaria de falar sobre meu 1º professor de futebol, no dente de leite do Coritiba, Benedito Bandeira. Disciplinador, exigia que mostrássemos nossos boletins a cada semestre. Além de todo conhecimento técnico que ele procurava nos passar exigia que decorássemos as 17 regras do futebol. Eu tinha apenas 10 anos de idade, joguei profissionalmente durante 16 anos, quando pude desempenhar muito do que aprendi com ele e até hoje sou eternamente grato ao já falecido Professor Bandeira por todo o ensinamento. Mesmo passados mais de 45 anos ainda guardo na memória as 17 regras do futebol. Onde estiver, obrigado Professor Benedito Bandeira!”

Seleção paranaense infanto-juvenil, 1979. Professor Benedito Bandeira é o que está de camisa preta, em pé o 2ª da direita pra esquerda. Robertinho é o penúltimo agachado


Nelson Nitz, empresário - “Minha primeira professora faz tempo, 1960 na Escola Estadual Laureano Pacheco. Lembro da Dona Maria, Israildes, Joana e a Bília, que era servente mas quando faltava professora ela cuidava também dos alunos e às vezes, quando tinha...ela fazia um leite quente e servia em canecas de alumínio. A escola era ali onde hoje é a Casas Da Água”.


Geninho Góes, escritor- “Eu me lembro sim! Maria Tereza... mas faz muito, muito tempo... nem foto minha eu tenho... imagina dela”.


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Enquete: o primeiro professor a gente nunca esquece. Você lembra do seu?

Homenagem do Página3 neste Dia do Professor a todos aqueles que abraçam esta nobre profissão

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Terça, 15/10/2019 13:13.

Neste Dia do Professor é possível fazer uma ‘viagem’ no tempo, quando pensamos que ele foi a primeira ‘ponte’ com um novo universo na vida de cada um: a escola, os livros, as cartilhas, histórias, a leitura, fazer contas...e hoje transportando esse ensinamento para um aliado que o professor ganhou nos tempos modernos da tecnologia. São inegáveis mudanças para melhor. São facilidades que se tornaram grandes avanços na profissão. Tudo isso é real. Assim como é real a presença do professor no começo desta viagem que nunca acaba, porque a gente aprende todos os dias, é significativa a volta ao passado, porque o primeiro professor a gente nunca esquece.

Com esse objetivo, a reportagem fez uma enquete para homenagear os professores e mostrar que eles são muito mais importantes do que imaginam na vida das pessoas. A lembrança está mesmo na memória, porque fotos a maioria (dos mais antigos) não tem, até porque fotografar é uma arte ‘moderna’.

Acompanhe:

Fabi Loos, artista - “A primeira professora a gente nunca esquece. Eu diria que as primeiras professoras a gente não esquece. Todas elas importantes na nossa educação. Recordo-me de seus nomes e de algumas histórias. Tia Silvia, essa da foto, não foi minha primeira professora, antes dela tive outras no jardim de infância, mas ela foi a minha primeira professora do colégio grande, da minha primeira série, da minha primeira cartilha. Lembro-me de sua delicadeza e paciência em ensinar, do carinho que tinha com cada aluno, da sua beleza, de seu olhar cheio de ternura e de sempre me dar sua mão para irmos em direção à sala de aula”.


Marisa Fernandes, educadora - “Minha primeira professora foi minha mãe! Excelente alfabetizadora. Tive a honra e alegria de tê-la como professora. Lembro das aulas como se fosse hoje, dos jogos, dos desenhos e das brincadeiras que ela desenvolvia. Com uso da cartilha contrariava a ordem comum: construía personagens, inventava histórias. Não tenho dúvidas que minha paixão pela profissão é inspirada nela: Veronica Kasper Zanoni! Minha eterna gratidão”.

Marisa com a mãe, primeira professora


Osmar Nunes Junior, Desembargador SC: “Minha primeira professora foi Dione, na Escola Básica Castro Alves, em Araranguá. Foi a professora em todo o então “ensino primário”. Mulher meiga e dedicada. Só boas lembranças. Foto com ela não tenho. Nem havia foto na época”.


Gil Koeddermann, consultor - “Lucia Maria Nascimento, minha primeira professora, depois foi minha Diretora e quando me formei no Ginásio era a secretária de Educação, do governo Armando Ghislandi. Tenho muito orgulho de ter ela como minha mestra, que me fez aprender a respeitar ela como ser humano e como líder. Nunca falou alto com nenhum aluno, pois bastava um simples olhar que todos entendiam... Admiração eterna e obrigado, obrigado por tudo que você fez por mim. Gratidão sempre”.

Lucia, primeira professora


Marcelo Achutti, vereador - “Da minha primeira professora eu nunca esqueci. Vera, a querida dona “Verinha”. Foi com ela que em 1985 iniciei a minha caminhada no jardim Comecinho de Vida depois virou Peart. A Sra. Vera, aquela que Deus nomeou para substituir centenas de mães, pois quando íamos para a escola quem estava lá era nossa segunda mãe, que conduzia às aulas com muita ternura, calma, sabedoria, cativando e amando cada filho como se fôssemos as pessoas mais importantes do mundo”.


Mariana Dalvesco, superintendente da Fundação Municipal de Esportes - "Tia Carmem", minha professora no Jardim de infância Cinderela, localizado no bairro dos Pioneiros e quem tive a grata e emocionante surpresa de reencontrar em abril de 2017 em visita ao CEM Ariribá, quando fazíamos as pesquisas para implantação do BC Virando o Jogo. Foi ela uma das primeiras responsáveis pela formação da Mariana cidadã. E relembrando dos meus primeiros passos na escola guiados por ela, estendo minha homenagem a todos os mestres que me ensinaram e me conduziram”.

Mariana e ‘Tia Carmen’ e oreencontro recente


Jonas Ramos, advogado - “Minha primeira professora foi dona Sônia, lembro que a família trabalhava com distribuição de gás. Tinha uma forma carinhosa de ensinar a todos, e me recordo de nos levar à sua casa no período da tarde para dar um reforço a quem se interessava. Naquela época os melhores professores estavam nas escolas públicas. Lembro do orgulho dos meus pais e da minha vovó por eu ter aprendido a ler e começar a escrever muito rápido. Até hoje recordo do rosto dela, sempre com um sorriso discreto e amoroso. Sou grato a ela eternamente”.


Bia Mattar, presidente da Fundação Cultura - “Sem condições de lembrar, foto então só daquelas máquinas que estouravam pólvora. Vou deixar essa para os mais jovens, mas se puder falar da minha primeira professora de ballet, fica mais fácil, porque foi minha mãe Ana Maria Magalhães.

Dança de sapateado, 1975, São Paulo. Ana é a primeira da esquerda para a direita e Bia, a terceira da esquerda para a direita


Waldemar Cezar Neto, jornalista - “Minha primeira professora foi a Irmã Letícia, na Escola Madre Raffo em Belém Novo, um distrito de Porto Alegre situado à margem do Lago Guaíba. Um colégio de freiras, gratuito, pequeno, na periferia da capital, frequentado por crianças de baixa renda e classe média porque não havia outra escola primária na “vila”. Formávamos para cantar o Hino Nacional uma vez por semana e o leite em pó fornecido aos estudantes mais carentes era doado pela Aliança para o Progresso, um programa dos Estados Unidos da América do Norte, para implantar um neo-imperialismo sob o manto do combate ao comunismo na América Latina. A escola ainda existe, em excelentes condições de conservação”.


Melania Horst, educadora - “Este é meu pai José, sem dúvidas foi meu primeiro Professor! Quando sabia operar o ambiente com os materiais para que eu desenhasse, rabiscasse e seu acolhimento sempre me impulsionava a fazer mais! Estimou o meu ser de forma intrínseca para as letras, a gravura, a arte! Com ele li minhas primeiras palavras, escutei as histórias de todos os Santos, suas biografias! Depois a vida em extensão, me presenteou com inúmeros Professores que em partes, repetiram suas doações específicas e sublimes! Gratidão!”


Rosângela Percegona Borba, secretária da Educação - “Tenho uma história para contar, não é do primeiro professor, mas é da primeira professora de Ciências, não recordo exatamente do conteúdo da matéria, mas me recordo muito do conteúdo que não estava nos livros e que trago para a minha vida até hoje. Ela falava muito em tornar nos pessoas que fizessem a diferença, sempre estar estar estudando, para um dia fazer a diferença. Nas aulas de ciências ela trazia esses ensinamentos para a gente sempre estudar, ser feliz e hoje muito do que sou passou por esse ensinamento que ela trouxe para minha vida, tudo que ela ensinou fez a diferença na minha vida”.


Lenita Novaes, atriz, psicóloga - “O professor que me marcou, foi o de história, chamava-se Tito, 1948, em Ponta Grossa. Com ele, além de história que eu adorava, aprendi respeito, humildade e sabedoria!”


Marisa Schmitt Kuehne, professora - “Hoje, dia do professor, vou relembrar e homenagear minha primeira professora, Dona Ivany Kruscinsky Garcia, no Grupo Escolar Professor José Arantes, de Camboriú. Dona Ivani foi minha professora de 1a série e metade da 2a série...Quantos ensinamentos, quanto carinho. Foi muito fácil aprender com ela, conhecer o alfabeto, os numerais, a geografia, tenho na minha memória as aulas sobre: o que é ilha? o que é arquipélago? (levava um mapa em alto relevo, onde nós passávamos a mão e identificávamos o que ela estava explicando ). Dona Ivani era uma "mestra com carinho", amava a profissão e muito mais ainda, amava os seus aluninhos. Gostava de cantar conosco, gostava de nos levar na casa dela e, muitos finais de semana vinha na nossa casa e nos levava para fazer piquenique na prainha (onde hoje tem o Deck do Pontal Norte), momentos inesquecíveis. Por isso digo que foi muito fácil aprender com ela, porque acima de tudo, tinha muito amor. Dona Ivani era meu mais lindo modelo de mulher, era linda, simpática, sorriso meigo e verdadeiro e amava a profissão. Hoje, continua assim, não perdeu seu essencial, tenho o privilégio de ainda ter muito contato com ela. Obrigada Dona Ivani por ter me alfabetizado e contribuído muito na minha formação como cidadã. Parabéns pelo dia do Professor! Um beijão no coração!”

Dona Ivani Garcia


Roberto Ferreira, empresário - “Lembro muito bem da minha 1ª professora, Roseli, no Centro Educacional Guaíra, escola do bairro Água Verde em Curitiba, porém se me permite gostaria de falar sobre meu 1º professor de futebol, no dente de leite do Coritiba, Benedito Bandeira. Disciplinador, exigia que mostrássemos nossos boletins a cada semestre. Além de todo conhecimento técnico que ele procurava nos passar exigia que decorássemos as 17 regras do futebol. Eu tinha apenas 10 anos de idade, joguei profissionalmente durante 16 anos, quando pude desempenhar muito do que aprendi com ele e até hoje sou eternamente grato ao já falecido Professor Bandeira por todo o ensinamento. Mesmo passados mais de 45 anos ainda guardo na memória as 17 regras do futebol. Onde estiver, obrigado Professor Benedito Bandeira!”

Seleção paranaense infanto-juvenil, 1979. Professor Benedito Bandeira é o que está de camisa preta, em pé o 2ª da direita pra esquerda. Robertinho é o penúltimo agachado


Nelson Nitz, empresário - “Minha primeira professora faz tempo, 1960 na Escola Estadual Laureano Pacheco. Lembro da Dona Maria, Israildes, Joana e a Bília, que era servente mas quando faltava professora ela cuidava também dos alunos e às vezes, quando tinha...ela fazia um leite quente e servia em canecas de alumínio. A escola era ali onde hoje é a Casas Da Água”.


Geninho Góes, escritor- “Eu me lembro sim! Maria Tereza... mas faz muito, muito tempo... nem foto minha eu tenho... imagina dela”.


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