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Correios de Balneário Camboriú não aderiram à greve nacional

Sexta, 13/9/2019 15:45.
Divulgação

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As agências do Correios de Balneário Camboriú não aderiram à greve nacional. Tanto os funcionários da Avenida Brasil quanto os da Rua 600 seguem trabalhando normalmente. Porém, algumas agências de Santa Catarina aderiram ao movimento, em reunião ocorrida na noite de terça-feira (10), no Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios (Sintect-SC), em Florianópolis.

Os trabalhadores pedem, segundo o Sintect-SC, por reajuste salarial, são contra os cortes de direitos e contra a privatização dos Correios (que foi incluída em agosto no programa de privatizações do presidente Jair Bolsonaro). A categoria não aceitou a proposta do reajuste oferecida pelo Correios de 0,8%, são contra a exclusão do Vale-Cultura, da redução do adicional de férias de 70% para 33% e contra o aumento da mensalidade do convênio médico e da co-participação em tratamentos de saúde, além da exclusão dos pais de planos de saúde.

O Correios de Santa Catarina informou que houve 10 reuniões de negociação com o sindicato, onde apresentaram propostas e discutiram o prejuízo acumulado (R$ 3 bilhões), e que os pedidos da categoria são ‘insustentáveis’ no momento. Em nota afirma ainda que o principal compromisso da direção da estatal agora é a ‘recuperação financeira da empresa e o atendimento à população’.


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Correios de Balneário Camboriú não aderiram à greve nacional

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Sexta, 13/9/2019 15:45.

As agências do Correios de Balneário Camboriú não aderiram à greve nacional. Tanto os funcionários da Avenida Brasil quanto os da Rua 600 seguem trabalhando normalmente. Porém, algumas agências de Santa Catarina aderiram ao movimento, em reunião ocorrida na noite de terça-feira (10), no Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios (Sintect-SC), em Florianópolis.

Os trabalhadores pedem, segundo o Sintect-SC, por reajuste salarial, são contra os cortes de direitos e contra a privatização dos Correios (que foi incluída em agosto no programa de privatizações do presidente Jair Bolsonaro). A categoria não aceitou a proposta do reajuste oferecida pelo Correios de 0,8%, são contra a exclusão do Vale-Cultura, da redução do adicional de férias de 70% para 33% e contra o aumento da mensalidade do convênio médico e da co-participação em tratamentos de saúde, além da exclusão dos pais de planos de saúde.

O Correios de Santa Catarina informou que houve 10 reuniões de negociação com o sindicato, onde apresentaram propostas e discutiram o prejuízo acumulado (R$ 3 bilhões), e que os pedidos da categoria são ‘insustentáveis’ no momento. Em nota afirma ainda que o principal compromisso da direção da estatal agora é a ‘recuperação financeira da empresa e o atendimento à população’.


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