Jornal Página 3
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Detetives particulares em Balneário Camboriú: saiba mais sobre a profissão e suas histórias

Traições de ambas as partes é o que dá mais trabalho para estes profissionais

Segunda, 9/9/2019 18:43.
Divulgação

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Traições de ambas as partes é o que dá mais trabalho para estes profissionais


Por Renata Rutes

A profissão de detetive particular é vista por muitos como algo glamouroso, já que é retratada em filmes e novelas, a exemplo do personagem Moacir, da atual novela das 21h da Rede Globo, A Dona do Pedaço; e há muitos outros, lendários, como Sherlock Holmes, Miss Marple (personagem de Agatha Christie) e Inspetor Clouseau (de A Pantera Cor-de-Rosa). Em Balneário Camboriú apareceram recentemente alguns cartazes divulgando atendimentos, e para saber mais sobre esse ‘universo’ o Página 3 conversou com dois detetives que atendem na cidade: Erick Ábacus e Sandro, da Dhelta Investigações. Confira.


Ábacus: profissão passou de pai para filho

Erick em ação

Erick herdou a paixão e os conhecimentos da profissão de seu pai, um dos mais antigos profissionais do país, que trabalha há 40 anos no ramo, tendo fundado a Agência Ábacus, com sede em Porto Alegre. O Ábacus, como é conhecido, é atualmente o presidente da Ordem dos Detetives do Brasil (ODB), órgão que auxilia detetives de todo o Brasil. A profissão foi reconhecida em 2017. Ele estudou por conta, ainda com seus 20 e poucos anos – hoje ele tem 60, e aprendeu muito na prática.

Erick mora em Balneário Camboriú há alguns anos, tendo 10 como detetive particular, mas afirma que foi ‘treinado’ para seguir os caminhos do pai desde que era um menino.

Na época da escola, ainda em Porto Alegre, eu contava que meu pai era detetive e não acreditavam, porque é realmente uma profissão de filmes, algo que deslumbra”, explica.

Apesar de herdar muitos ensinamentos que aprendeu com o pai, o detetive está cursando Investigação Profissional na Uninter. Erick defende que os cursos hoje são essenciais, principalmente para quem deseja ingressar na profissão. “Muita gente confunde a investigação privada com a policial. O detetive particular atende os interesses de empresas e pessoas físicas, coletando informações de forma legal e solucionando problemas que muitas vezes não são de interesse público”, acrescenta.

O dia a dia da profissão

Ele afirma que há alguns casos que podem ser arriscados e exigem cuidados, já que nas ‘campanas’, por exemplo, o detetive pode ficar dias em uma área de risco, observando o investigado.

“Pode acontecer assaltos ou acidentes. Em todos os casos é muito importante o cuidado para não ser notado. São várias as situações que podem ser bem complicadas”, diz.

E há ainda, segundo Erick, os perigos até mesmo entre pessoas que se dizem detetives, mas não são; esses sujeitos podem aplicar golpes nos clientes (pedir para depositar o valor do trabalho e ‘sumir’), como ainda oferecerem ilegalidades, como o grampo telefônico.

“Muitos clientes pedem, às vezes sem conhecimento, mas não podemos fazer porque é criminoso. Pedem também para ver Facebook, WhatsApp... normalmente são casos de adultério ou empresariais/trabalhistas, onde pode ser solucionado de outro modo, desde com a campana, gravações de vídeos (juridicamente aceito) que comprovem a dúvida do cliente ou a desfaçam. Tem muito cliente que pensa que somos tipo 007 (risos)”, acrescenta.

É muito comum, no dia a dia da profissão, em campanas, abordagens policiais acontecerem. De acordo com Erick, a polícia costuma abordá-lo em todos os Estados que trabalha, principalmente do Paraná ao Rio Grande do Sul.

“Eles inclusive fazem um bom trabalho de identificação e abordagem em si. Costumo dizer que estou trabalhando e fico feliz com a abordagem”, afirma.

Segundo Erick, há serviços que podem chegar a valores mais altos e outros menores. Ele alerta que quem pede valores baixos pode estar querendo enganar.

“É impossível cobrar R$ 200, R$ 300. Você vai estar pagando para trabalhar. Com isso, muita gente queima a profissão. Porque, por exemplo, em campanas às vezes precisamos trocar de veículo, carro ou moto, para a pessoa não perceber que está sendo investigada. É um trabalho que demanda tempo e dinheiro, além dos nossos possíveis riscos”, explica. Investigações de adultérios, por exemplo, podem levar de um a 30 dias para serem solucionadas. Em todos os casos há a necessidade de que o fato (a traição) ocorra, para que assim seja provado.

“É necessário que o cliente compreenda que ele contrata a execução de um trabalho e que o resultado ocorrerá ao longo da investigação”, diz.

Entre casos que marcam, Erick pontua famílias desestruturadas por traições.

“Há casos de pessoas casadas há mais de 30, 40 anos, pessoas com idade mais avançada, que começam a se relacionar inclusive com gente mais nova. Hoje, mulheres e homens traem com quase a mesma frequência”, pontua.

Segundo Erick, já houve flagras até mesmo de pessoas influentes e famosas.

“Também trabalhamos com advogados, para conseguir provas, além de localizar pessoas, bens e animais, ocultações de patrimônio, varreduras de escutas de ambiente; e também auxiliamos a esclarecer fatos acerca da guarda de filhos e até mesmo em inquéritos policiais (de acordo com a lei 13.432/2017). O detetive Ábacus, meu pai, é um dos poucos profissionais que atua ativamente nas áreas criminais, incluindo homicídio. É muito importante a presença do detetive particular nesse aspecto, porque estima-se que há hoje 55 mil homicídios não solucionados no Brasil”, completa.

Erick atende em Balneário Camboriú e região e pode ser contatado através do número (47) 9. 9910-2353.


Dhelta Investigações: 22 anos no mercado

Sandro (foto) é detetive particular e fundador da Dhelta Investigações. Tudo começou há 22 anos, quando ele decidiu fazer um curso na área, que acabou se tornando a sua profissão. Hoje, a agência possui unidades em Balneário Camboriú, Florianópolis, São Paulo e Porto Alegre, contando com 180 agentes, trabalhando em todo o Brasil. O detetive diz que, apesar de regulamentada, a profissão ainda precisa de ‘aprimoramentos’, como o armamento e o uso de película no carro.

“É uma profissão de risco, isso é para a nossa segurança. Acredito que seria bacana também se fôssemos fiscalizados pela Polícia Federal, já que é o órgão responsável pela vigilância. Assim poderíamos ter uma carteirinha, tipo a da OAB, por exemplo. As pessoas acham que é coisa de novela, filme, mas existem muitos detetives no Brasil e por isso a fiscalização acaba sendo ainda mais importante”, opina.

Profissão detetive

Sandro conta que é regra da Dhelta Investigações se apresentar ao batalhão de Polícia Militar de cada cidade onde vão trabalhar em casos, para avisar o comando e assim evitar problemas. Mas, segundo ele, não há a obrigação de relatar o que estão investigando, já que os casos são sigilosos.

Questionado sobre as perseguições de carro, que evidentemente não são como nos filmes, ele conta que há técnicas, já que ‘realmente não podem ‘colar’ no carro do investigado’.

“Precisamos ter atenção, dar espaço. Usamos os mais diversos equipamentos com câmeras, como óculos, relógio, boné, gravata e até pendrives. Há câmeras para se colocar dentro de escritórios, para casos empresariais, onde as escondemos em relógios de parede, em lata de Coca-Cola e até mesmo em quadros e enfeites do tipo”, salienta.

Segundo o detetive, 60% dos casos que atendem hoje são conjugais (adultérios), 30% trabalhistas/empresariais e 10% de pais que pedem para acompanhar os filhos, para saberem lugares que frequentam e com quem andam, por exemplo. Sandro diz que em Balneário são muito comuns casos de traições, e que hoje tanto homem quanto mulher traem. “Minha diária é R$ 800. O valor depende da dificuldade do caso e da periculosidade do local a ser investigado. Tudo influencia”, afirma.

Ele também teve casos marcantes nos 22 anos de profissão, como a ocasião em que um americano o contratou para saber se a namorada brasileira dele estava mentindo sobre quem era. O caso foi investigado em Florianópolis. Na ocasião, ele teve que entrar em uma favela e traficantes ordenaram que ele fosse embora.

“Tive que descer, não tinha como enfrentá-los. O caso continuou e deu tudo certo, mas nessa hora tivemos que parar tudo”, afirma.

Outra situação que o marcou aconteceu recentemente, quando uma mãe pediu para investigar o namorado do filho. Ela queria saber se era verdade que o namorado do filho tinha morado em Portugal, se tinha curso de piloto e se o pai dele era aposentado do Exército.

“Tudo era verdade. Na hora em que um dos nossos agentes foi contar pra ela, ela teve uma reação péssima e disse que tinha nojo do filho, que não o aceitava e que nem conseguia dividir copos e chimarrão com o menino. Por sorte não fui eu a falar com ela, porque é absurdo e eu não teria conseguido ficar quieto. É o filho dela, como ela pode falar isso?”, relata.

Dicas

Sandro alerta para os golpes que alguns falsos detetives costumam aplicar, e por isso aconselha que o público suspeite daqueles que não possuem telefone fixo e um endereço. “Quando só disponibiliza celular já pode suspeitar, porque não há um nome por trás e é muito fácil desabilitar o número e sumir com o dinheiro do cliente. Infelizmente acontece bastante e inclusive há um golpista que atende a região de Balneário. Todo cuidado é pouco, entendemos que o cliente tem urgência, mas vale pesquisar antes”, completa.

A Dhelta Investigações pode ser encontrada em: www.dheltadetetives.com.br.


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Página 3
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Detetives particulares em Balneário Camboriú: saiba mais sobre a profissão e suas histórias

Traições de ambas as partes é o que dá mais trabalho para estes profissionais

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Segunda, 9/9/2019 18:43.

Traições de ambas as partes é o que dá mais trabalho para estes profissionais


Por Renata Rutes

A profissão de detetive particular é vista por muitos como algo glamouroso, já que é retratada em filmes e novelas, a exemplo do personagem Moacir, da atual novela das 21h da Rede Globo, A Dona do Pedaço; e há muitos outros, lendários, como Sherlock Holmes, Miss Marple (personagem de Agatha Christie) e Inspetor Clouseau (de A Pantera Cor-de-Rosa). Em Balneário Camboriú apareceram recentemente alguns cartazes divulgando atendimentos, e para saber mais sobre esse ‘universo’ o Página 3 conversou com dois detetives que atendem na cidade: Erick Ábacus e Sandro, da Dhelta Investigações. Confira.


Ábacus: profissão passou de pai para filho

Erick em ação

Erick herdou a paixão e os conhecimentos da profissão de seu pai, um dos mais antigos profissionais do país, que trabalha há 40 anos no ramo, tendo fundado a Agência Ábacus, com sede em Porto Alegre. O Ábacus, como é conhecido, é atualmente o presidente da Ordem dos Detetives do Brasil (ODB), órgão que auxilia detetives de todo o Brasil. A profissão foi reconhecida em 2017. Ele estudou por conta, ainda com seus 20 e poucos anos – hoje ele tem 60, e aprendeu muito na prática.

Erick mora em Balneário Camboriú há alguns anos, tendo 10 como detetive particular, mas afirma que foi ‘treinado’ para seguir os caminhos do pai desde que era um menino.

Na época da escola, ainda em Porto Alegre, eu contava que meu pai era detetive e não acreditavam, porque é realmente uma profissão de filmes, algo que deslumbra”, explica.

Apesar de herdar muitos ensinamentos que aprendeu com o pai, o detetive está cursando Investigação Profissional na Uninter. Erick defende que os cursos hoje são essenciais, principalmente para quem deseja ingressar na profissão. “Muita gente confunde a investigação privada com a policial. O detetive particular atende os interesses de empresas e pessoas físicas, coletando informações de forma legal e solucionando problemas que muitas vezes não são de interesse público”, acrescenta.

O dia a dia da profissão

Ele afirma que há alguns casos que podem ser arriscados e exigem cuidados, já que nas ‘campanas’, por exemplo, o detetive pode ficar dias em uma área de risco, observando o investigado.

“Pode acontecer assaltos ou acidentes. Em todos os casos é muito importante o cuidado para não ser notado. São várias as situações que podem ser bem complicadas”, diz.

E há ainda, segundo Erick, os perigos até mesmo entre pessoas que se dizem detetives, mas não são; esses sujeitos podem aplicar golpes nos clientes (pedir para depositar o valor do trabalho e ‘sumir’), como ainda oferecerem ilegalidades, como o grampo telefônico.

“Muitos clientes pedem, às vezes sem conhecimento, mas não podemos fazer porque é criminoso. Pedem também para ver Facebook, WhatsApp... normalmente são casos de adultério ou empresariais/trabalhistas, onde pode ser solucionado de outro modo, desde com a campana, gravações de vídeos (juridicamente aceito) que comprovem a dúvida do cliente ou a desfaçam. Tem muito cliente que pensa que somos tipo 007 (risos)”, acrescenta.

É muito comum, no dia a dia da profissão, em campanas, abordagens policiais acontecerem. De acordo com Erick, a polícia costuma abordá-lo em todos os Estados que trabalha, principalmente do Paraná ao Rio Grande do Sul.

“Eles inclusive fazem um bom trabalho de identificação e abordagem em si. Costumo dizer que estou trabalhando e fico feliz com a abordagem”, afirma.

Segundo Erick, há serviços que podem chegar a valores mais altos e outros menores. Ele alerta que quem pede valores baixos pode estar querendo enganar.

“É impossível cobrar R$ 200, R$ 300. Você vai estar pagando para trabalhar. Com isso, muita gente queima a profissão. Porque, por exemplo, em campanas às vezes precisamos trocar de veículo, carro ou moto, para a pessoa não perceber que está sendo investigada. É um trabalho que demanda tempo e dinheiro, além dos nossos possíveis riscos”, explica. Investigações de adultérios, por exemplo, podem levar de um a 30 dias para serem solucionadas. Em todos os casos há a necessidade de que o fato (a traição) ocorra, para que assim seja provado.

“É necessário que o cliente compreenda que ele contrata a execução de um trabalho e que o resultado ocorrerá ao longo da investigação”, diz.

Entre casos que marcam, Erick pontua famílias desestruturadas por traições.

“Há casos de pessoas casadas há mais de 30, 40 anos, pessoas com idade mais avançada, que começam a se relacionar inclusive com gente mais nova. Hoje, mulheres e homens traem com quase a mesma frequência”, pontua.

Segundo Erick, já houve flagras até mesmo de pessoas influentes e famosas.

“Também trabalhamos com advogados, para conseguir provas, além de localizar pessoas, bens e animais, ocultações de patrimônio, varreduras de escutas de ambiente; e também auxiliamos a esclarecer fatos acerca da guarda de filhos e até mesmo em inquéritos policiais (de acordo com a lei 13.432/2017). O detetive Ábacus, meu pai, é um dos poucos profissionais que atua ativamente nas áreas criminais, incluindo homicídio. É muito importante a presença do detetive particular nesse aspecto, porque estima-se que há hoje 55 mil homicídios não solucionados no Brasil”, completa.

Erick atende em Balneário Camboriú e região e pode ser contatado através do número (47) 9. 9910-2353.


Dhelta Investigações: 22 anos no mercado

Sandro (foto) é detetive particular e fundador da Dhelta Investigações. Tudo começou há 22 anos, quando ele decidiu fazer um curso na área, que acabou se tornando a sua profissão. Hoje, a agência possui unidades em Balneário Camboriú, Florianópolis, São Paulo e Porto Alegre, contando com 180 agentes, trabalhando em todo o Brasil. O detetive diz que, apesar de regulamentada, a profissão ainda precisa de ‘aprimoramentos’, como o armamento e o uso de película no carro.

“É uma profissão de risco, isso é para a nossa segurança. Acredito que seria bacana também se fôssemos fiscalizados pela Polícia Federal, já que é o órgão responsável pela vigilância. Assim poderíamos ter uma carteirinha, tipo a da OAB, por exemplo. As pessoas acham que é coisa de novela, filme, mas existem muitos detetives no Brasil e por isso a fiscalização acaba sendo ainda mais importante”, opina.

Profissão detetive

Sandro conta que é regra da Dhelta Investigações se apresentar ao batalhão de Polícia Militar de cada cidade onde vão trabalhar em casos, para avisar o comando e assim evitar problemas. Mas, segundo ele, não há a obrigação de relatar o que estão investigando, já que os casos são sigilosos.

Questionado sobre as perseguições de carro, que evidentemente não são como nos filmes, ele conta que há técnicas, já que ‘realmente não podem ‘colar’ no carro do investigado’.

“Precisamos ter atenção, dar espaço. Usamos os mais diversos equipamentos com câmeras, como óculos, relógio, boné, gravata e até pendrives. Há câmeras para se colocar dentro de escritórios, para casos empresariais, onde as escondemos em relógios de parede, em lata de Coca-Cola e até mesmo em quadros e enfeites do tipo”, salienta.

Segundo o detetive, 60% dos casos que atendem hoje são conjugais (adultérios), 30% trabalhistas/empresariais e 10% de pais que pedem para acompanhar os filhos, para saberem lugares que frequentam e com quem andam, por exemplo. Sandro diz que em Balneário são muito comuns casos de traições, e que hoje tanto homem quanto mulher traem. “Minha diária é R$ 800. O valor depende da dificuldade do caso e da periculosidade do local a ser investigado. Tudo influencia”, afirma.

Ele também teve casos marcantes nos 22 anos de profissão, como a ocasião em que um americano o contratou para saber se a namorada brasileira dele estava mentindo sobre quem era. O caso foi investigado em Florianópolis. Na ocasião, ele teve que entrar em uma favela e traficantes ordenaram que ele fosse embora.

“Tive que descer, não tinha como enfrentá-los. O caso continuou e deu tudo certo, mas nessa hora tivemos que parar tudo”, afirma.

Outra situação que o marcou aconteceu recentemente, quando uma mãe pediu para investigar o namorado do filho. Ela queria saber se era verdade que o namorado do filho tinha morado em Portugal, se tinha curso de piloto e se o pai dele era aposentado do Exército.

“Tudo era verdade. Na hora em que um dos nossos agentes foi contar pra ela, ela teve uma reação péssima e disse que tinha nojo do filho, que não o aceitava e que nem conseguia dividir copos e chimarrão com o menino. Por sorte não fui eu a falar com ela, porque é absurdo e eu não teria conseguido ficar quieto. É o filho dela, como ela pode falar isso?”, relata.

Dicas

Sandro alerta para os golpes que alguns falsos detetives costumam aplicar, e por isso aconselha que o público suspeite daqueles que não possuem telefone fixo e um endereço. “Quando só disponibiliza celular já pode suspeitar, porque não há um nome por trás e é muito fácil desabilitar o número e sumir com o dinheiro do cliente. Infelizmente acontece bastante e inclusive há um golpista que atende a região de Balneário. Todo cuidado é pouco, entendemos que o cliente tem urgência, mas vale pesquisar antes”, completa.

A Dhelta Investigações pode ser encontrada em: www.dheltadetetives.com.br.


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