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Hospitais de campanha: infraestrutura é essencial para manutenção da vida

Quarta, 24/6/2020 18:10.
Divulgação

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Uma das principais ações tomadas por muitos governadores assim que o surto do novo coronavirus (Covid-19) se confirmou no Brasil foi a construção de hospitais de campanha para complementar a infraestrutura de saúde existente em cada Estado.

Afinal, o primeiro grande 'efeito colateral' do aumento desenfreado do contágio é a superlotação dos leitos, especialmente na rede pública, que, historicamente, sofre com condições deficitárias em relação à demanda da população.

Enquanto os cientistas não encontram um remédio que cure ou uma vacina capaz de inibir os efeitos do vírus, a necessidade de se garantir atendimento hospitalar cresce paralelamente à pandemia.

Ainda que as pessoas cumpram as medidas paliativas de prevenção contra a doença – aderir ao máximo ao isolamento social, utilizar máscara e álcool em gel -, os casos mais graves ou com complicações precisam ser tratados nos hospitais.

A estrutura de um hospital de campanha, conceito herdado dos campos militares de batalha, é recurso adequado a contextos de crise.

Trata-se de estrutura temporária e de montagem simplificada, capaz de atender às urgências de um momento de desastre, de acidente ou de uma pandemia, como a que ocorre.

Energia como insumo fundamental

Um item fundamental para um hospital de campanha é a definição de fontes de energia que garantam o pleno funcionamento das suas instalações.

Como muitas vezes ficam localizados em espaços excepcionais e com condições limitadas para serem ligados ao sistema elétrico nacional, o uso de geradores de energia é a alternativa ideal.

Esses equipamentos já são bem conhecidos da rede hospitalar, onde uma queda repentina de energia pode resultar no comprometimento da saúde e até mesmo da vida dos pacientes. No caso dos hospitais de campanha a aplicação dos grupos geradores pode ser ainda maior.

Como há casos onde a rede concessionária não consegue ser construída no prazo necessário, os grupos geradores são utilizados como fonte única de energia, ou seja, operam 24 horas/dia pois fazem o papel da rede concessionária

Por isso, para qualquer hospital - e não somente os de campanha - , contar com uma fonte emergencial de energia não é escolha, mas necessidade e regra.

Uma determinação do Ministério da Saúde exige que todo hospital obrigatoriamente mantenha uma fonte de eletricidade contínua, que assegure seu funcionamento quando o suprimento normal é interrompido.

A Anvisa também recomenda esse tipo de equipamento, pois determina a energia elétrica como item compulsório para salvar vidas (Resolução RDC – 50/2002) e que deve ser considerado nos projetos de reformas e nas construções de novos estabelecimentos de assistência à saúde.

A locação de gerador de energia traz vantagens consideráveis nesse contexto, pois são viáveis economicamente em usos temporários ou permanentes.

Em cenário de demanda extra, de criação de novas instalações, especialmente fora do ambiente hospitalar convencional, os geradores se tornam ferramentas estratégicas para a realização de um trabalho eficiente e ininterrupto.

Para se ter uma ideia, no caso de hospitais com mais de 100 leitos, por exemplo, a fonte de energia de emergência tem que ser um grupo gerador com autonomia mínima de 24 horas de funcionamento, com inspeção diária e operação de 30 minutos semanais, ao menos.

Planos de contingência

E possível encontrar no mercado empresas qualificadas para fazer o aluguel de geradores junto com a mão de obra técnica que providenciará seu pleno funcionamento.

Ha um leque de serviços especializados capazes de agregar segurança e credibilidade aos serviços da área hospitalar.

E possível, por exemplo, criar e atualizar periodicamente planos de contingência de energia para antecipar, por meio de análises, riscos e potenciais problemas e adotar medidas corretas para minimizar os impactos da falta de energia nesses ambientes.

Precaução redobrada em tempos de crise

Em momentos de crise e com impactos generalizados como a do Covid-19 é fundamental avaliar a segurança energética das instalações a fim de mitigar riscos de colapsos.

Nesse contexto, a demanda por itens básicos como energia pode aumentar e se tornar ainda mais essencial.

Uma sobrecarga no sistema elétrico das companhias tende a comprometer a distribuição e a qualidade dos serviços oferecidos.

Em alguns casos, somente uma fonte de energia complementar permitirá a continuidade operacional na alimentação de cargas consideradas críticas.

Para um cenário ainda incerto como o atual, sem previsão de normalização, a precaução deve ser redobrada para garantir a estrutura necessária para salvar vidas.


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Hospitais de campanha: infraestrutura é essencial para manutenção da vida

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Quarta, 24/6/2020 18:10.

Uma das principais ações tomadas por muitos governadores assim que o surto do novo coronavirus (Covid-19) se confirmou no Brasil foi a construção de hospitais de campanha para complementar a infraestrutura de saúde existente em cada Estado.

Afinal, o primeiro grande 'efeito colateral' do aumento desenfreado do contágio é a superlotação dos leitos, especialmente na rede pública, que, historicamente, sofre com condições deficitárias em relação à demanda da população.

Enquanto os cientistas não encontram um remédio que cure ou uma vacina capaz de inibir os efeitos do vírus, a necessidade de se garantir atendimento hospitalar cresce paralelamente à pandemia.

Ainda que as pessoas cumpram as medidas paliativas de prevenção contra a doença – aderir ao máximo ao isolamento social, utilizar máscara e álcool em gel -, os casos mais graves ou com complicações precisam ser tratados nos hospitais.

A estrutura de um hospital de campanha, conceito herdado dos campos militares de batalha, é recurso adequado a contextos de crise.

Trata-se de estrutura temporária e de montagem simplificada, capaz de atender às urgências de um momento de desastre, de acidente ou de uma pandemia, como a que ocorre.

Energia como insumo fundamental

Um item fundamental para um hospital de campanha é a definição de fontes de energia que garantam o pleno funcionamento das suas instalações.

Como muitas vezes ficam localizados em espaços excepcionais e com condições limitadas para serem ligados ao sistema elétrico nacional, o uso de geradores de energia é a alternativa ideal.

Esses equipamentos já são bem conhecidos da rede hospitalar, onde uma queda repentina de energia pode resultar no comprometimento da saúde e até mesmo da vida dos pacientes. No caso dos hospitais de campanha a aplicação dos grupos geradores pode ser ainda maior.

Como há casos onde a rede concessionária não consegue ser construída no prazo necessário, os grupos geradores são utilizados como fonte única de energia, ou seja, operam 24 horas/dia pois fazem o papel da rede concessionária

Por isso, para qualquer hospital - e não somente os de campanha - , contar com uma fonte emergencial de energia não é escolha, mas necessidade e regra.

Uma determinação do Ministério da Saúde exige que todo hospital obrigatoriamente mantenha uma fonte de eletricidade contínua, que assegure seu funcionamento quando o suprimento normal é interrompido.

A Anvisa também recomenda esse tipo de equipamento, pois determina a energia elétrica como item compulsório para salvar vidas (Resolução RDC – 50/2002) e que deve ser considerado nos projetos de reformas e nas construções de novos estabelecimentos de assistência à saúde.

A locação de gerador de energia traz vantagens consideráveis nesse contexto, pois são viáveis economicamente em usos temporários ou permanentes.

Em cenário de demanda extra, de criação de novas instalações, especialmente fora do ambiente hospitalar convencional, os geradores se tornam ferramentas estratégicas para a realização de um trabalho eficiente e ininterrupto.

Para se ter uma ideia, no caso de hospitais com mais de 100 leitos, por exemplo, a fonte de energia de emergência tem que ser um grupo gerador com autonomia mínima de 24 horas de funcionamento, com inspeção diária e operação de 30 minutos semanais, ao menos.

Planos de contingência

E possível encontrar no mercado empresas qualificadas para fazer o aluguel de geradores junto com a mão de obra técnica que providenciará seu pleno funcionamento.

Ha um leque de serviços especializados capazes de agregar segurança e credibilidade aos serviços da área hospitalar.

E possível, por exemplo, criar e atualizar periodicamente planos de contingência de energia para antecipar, por meio de análises, riscos e potenciais problemas e adotar medidas corretas para minimizar os impactos da falta de energia nesses ambientes.

Precaução redobrada em tempos de crise

Em momentos de crise e com impactos generalizados como a do Covid-19 é fundamental avaliar a segurança energética das instalações a fim de mitigar riscos de colapsos.

Nesse contexto, a demanda por itens básicos como energia pode aumentar e se tornar ainda mais essencial.

Uma sobrecarga no sistema elétrico das companhias tende a comprometer a distribuição e a qualidade dos serviços oferecidos.

Em alguns casos, somente uma fonte de energia complementar permitirá a continuidade operacional na alimentação de cargas consideradas críticas.

Para um cenário ainda incerto como o atual, sem previsão de normalização, a precaução deve ser redobrada para garantir a estrutura necessária para salvar vidas.


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