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PÁGINA 3 / Geral
Desemprego no Brasil atinge recordes em agosto

Terça, 6/10/2020 9:36.
Divulgação

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As consequências econômicas da pandemia do coronavírus não terminam. Em agosto, a taxa de desemprego no Brasil subiu para uma alta histórica de 13,6% na segunda semana desse mês. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentam um panorama pessimista para os próximos meses. Além da queda histórica do Produto Interno Bruto (PIB) desde o início da pandemia, agora há também milhões de novos desempregados.

Tendo em vista a situação econômica atual, os investidores estudam cada dado com muito cuidado. Não está claro que as economias nacionais —todas elas, não apenas a brasileira— irão se recuperar para níveis pré-pandêmicos antes do próximo ano. É por isso que alguns investidores estão explorando alternativas de investimento, tais como os tipos de contas de negociação da FBS. Espera-se que os investimentos em instrumentos financeiros que não os tradicionais possam compensar as perdas em outras áreas de investimento. Mas esta estratégia também tem riscos associados, nomeadamente a alavancagem. Assim, muitos investidores pouco experientes e com vocação oportunista sofrem perdas e grandes prejuízos econômicos como consequência de decisões erradas e operações mal executadas.

Estes dados negativos sobre o emprego no Brasil reproduzem os mesmos problemas experimentados na Europa, nos EUA e na Austrália. Desde o início da pandemia, o nível de emprego em todos esses países e continentes foi drasticamente reduzido. Inicialmente, houve reduções temporárias no número de funcionários devido ao fechamento de fábricas e empresas. Quando as medidas de contenção mais rigorosas foram levantadas, nem todos puderam voltar ao trabalho. Algumas empresas fecharam e outras reduziram o número de trabalhadores para lidarem com a nova realidade, com menos produção e vendas e consequentemente menos rendimentos.


Um recorde negativo
A taxa de desemprego de 13,6% na segunda semana de agosto, segundo a nova versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE adaptada à Covid-19 —com uma metodologia diferente da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (PNADC) que o mesmo instituto realiza periodicamente— mostra alguns dados preocupantes.

O número global de brasileiros desempregados atingiu 12,88 milhões. Isto significa que, desde 3 de maio, quase 3 milhões de brasileiros perderam seus empregos. Na semana de 3 a 9 de maio, os dados do IBGE indicavam que havia 9,82 milhões de brasileiros desempregados. Estes dados representam um aumento do desemprego de 31,2% em um período de 12 semanas. Os efeitos da nova pandemia de coronavírus são muito negativos para a economia mundial em geral e para a economia brasileira em particular.

Além do aumento do número total de desempregados no Brasil, nos últimos meses também houve um número muito alto de trabalhadores afastados de seus empregos. Esta situação, causada por medidas rigorosas de confinamento, significou uma perda de renda para muitas famílias por um longo período. Felizmente, o número está diminuindo a cada semana e, na segunda semana de agosto, foi 74% menor do que na primeira semana de maio: 5,2 milhões de pessoas em comparação com 19,8 milhões.


Incerteza sobre o futuro
Apesar deste último número positivo, e enquanto se aguarda o pico da taxa de desemprego brasileira antes que eventualmente comece a diminuir, as perspectivas para os últimos meses de 2020 não são muito otimistas. Além disso, muitos países que haviam superado as piores semanas da pandemia estão agora sofrendo taxas de infecção muito altas, em um segundo surto do coronavírus, que já está afetando metade da Europa e que está a se revelar agressivo.

Portanto, analistas e especialistas econômicos, bem como investidores, estão procurando alternativas para evitar o colapso de seus investimentos e das economias nacionais. Os setores produtivos e a indústria dependem do nível de consumo das pessoas. Sem empregos e sem dinheiro para gastar, as fábricas permanecerão fechadas e haverá mais demissões e, consequentemente, mais desemprego. Estamos diante de um conjunto de situações que afetam umas às outras.

A evolução da pandemia e o progresso feito pelos laboratórios farmacêuticos em encontrar uma vacina eficaz contra o coronavírus influenciará o comportamento dos mercados nos próximos meses. Quanto mais cedo for possível vacinar as pessoas, mais cedo o ritmo econômico pré-crise poderá ser recuperado. Enquanto isso, o Brasil continua a combater a pandemia como o resto dos países do mundo, tentando encontrar um equilíbrio entre medidas sanitárias restritivas e o renascimento da atividade econômica, que gera riqueza e empregos.


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Desemprego no Brasil atinge recordes em agosto

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Terça, 6/10/2020 9:36.

As consequências econômicas da pandemia do coronavírus não terminam. Em agosto, a taxa de desemprego no Brasil subiu para uma alta histórica de 13,6% na segunda semana desse mês. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentam um panorama pessimista para os próximos meses. Além da queda histórica do Produto Interno Bruto (PIB) desde o início da pandemia, agora há também milhões de novos desempregados.

Tendo em vista a situação econômica atual, os investidores estudam cada dado com muito cuidado. Não está claro que as economias nacionais —todas elas, não apenas a brasileira— irão se recuperar para níveis pré-pandêmicos antes do próximo ano. É por isso que alguns investidores estão explorando alternativas de investimento, tais como os tipos de contas de negociação da FBS. Espera-se que os investimentos em instrumentos financeiros que não os tradicionais possam compensar as perdas em outras áreas de investimento. Mas esta estratégia também tem riscos associados, nomeadamente a alavancagem. Assim, muitos investidores pouco experientes e com vocação oportunista sofrem perdas e grandes prejuízos econômicos como consequência de decisões erradas e operações mal executadas.

Estes dados negativos sobre o emprego no Brasil reproduzem os mesmos problemas experimentados na Europa, nos EUA e na Austrália. Desde o início da pandemia, o nível de emprego em todos esses países e continentes foi drasticamente reduzido. Inicialmente, houve reduções temporárias no número de funcionários devido ao fechamento de fábricas e empresas. Quando as medidas de contenção mais rigorosas foram levantadas, nem todos puderam voltar ao trabalho. Algumas empresas fecharam e outras reduziram o número de trabalhadores para lidarem com a nova realidade, com menos produção e vendas e consequentemente menos rendimentos.


Um recorde negativo
A taxa de desemprego de 13,6% na segunda semana de agosto, segundo a nova versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE adaptada à Covid-19 —com uma metodologia diferente da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (PNADC) que o mesmo instituto realiza periodicamente— mostra alguns dados preocupantes.

O número global de brasileiros desempregados atingiu 12,88 milhões. Isto significa que, desde 3 de maio, quase 3 milhões de brasileiros perderam seus empregos. Na semana de 3 a 9 de maio, os dados do IBGE indicavam que havia 9,82 milhões de brasileiros desempregados. Estes dados representam um aumento do desemprego de 31,2% em um período de 12 semanas. Os efeitos da nova pandemia de coronavírus são muito negativos para a economia mundial em geral e para a economia brasileira em particular.

Além do aumento do número total de desempregados no Brasil, nos últimos meses também houve um número muito alto de trabalhadores afastados de seus empregos. Esta situação, causada por medidas rigorosas de confinamento, significou uma perda de renda para muitas famílias por um longo período. Felizmente, o número está diminuindo a cada semana e, na segunda semana de agosto, foi 74% menor do que na primeira semana de maio: 5,2 milhões de pessoas em comparação com 19,8 milhões.


Incerteza sobre o futuro
Apesar deste último número positivo, e enquanto se aguarda o pico da taxa de desemprego brasileira antes que eventualmente comece a diminuir, as perspectivas para os últimos meses de 2020 não são muito otimistas. Além disso, muitos países que haviam superado as piores semanas da pandemia estão agora sofrendo taxas de infecção muito altas, em um segundo surto do coronavírus, que já está afetando metade da Europa e que está a se revelar agressivo.

Portanto, analistas e especialistas econômicos, bem como investidores, estão procurando alternativas para evitar o colapso de seus investimentos e das economias nacionais. Os setores produtivos e a indústria dependem do nível de consumo das pessoas. Sem empregos e sem dinheiro para gastar, as fábricas permanecerão fechadas e haverá mais demissões e, consequentemente, mais desemprego. Estamos diante de um conjunto de situações que afetam umas às outras.

A evolução da pandemia e o progresso feito pelos laboratórios farmacêuticos em encontrar uma vacina eficaz contra o coronavírus influenciará o comportamento dos mercados nos próximos meses. Quanto mais cedo for possível vacinar as pessoas, mais cedo o ritmo econômico pré-crise poderá ser recuperado. Enquanto isso, o Brasil continua a combater a pandemia como o resto dos países do mundo, tentando encontrar um equilíbrio entre medidas sanitárias restritivas e o renascimento da atividade econômica, que gera riqueza e empregos.


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