Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Geral
Paratleta de Balneário que recuperou cadeira de rodas, pede ajuda para menino que precisa de uma

Terça, 15/9/2020 16:42.
Divulgação
Ezequiel e o Comandante Coutinho, da GM, na devolução da cadeira de rodas e a campanha para o Arthur

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O paratleta de Balneário Camboriú, Ezequiel da Luz Geraldo, 36 anos, doou para o estudante Arthur Cauê Teixeira, 14 anos, os R$ 700 que conseguiu em uma vakinha online semana passada, quando sua cadeira de rodas foi furtada. Arthur tem Artrogripose, deficiência física nos membros inferiores, quer praticar esportes e precisa de uma cadeira nova.

Ezequiel passou por uma experiência inusitada na terça-feira (8): ele deixou sua cadeira de rodas na frente de casa, como faz há muitos anos, quando vai levar os filhos para o colégio de carro. Quando retornou, a cadeira não estava mais. Ele lançou uma campanha pedindo ajuda para comprar uma cadeira. Mas três dias depois (11) a Guarda Municipal conseguiu recuperá-la e a devolveu para Ezequiel.

“Agora quem precisa da nossa ajuda é o também paratleta Arthur. Ele ama viver, adora o esporte adaptado. Eu depositei o dinheiro que recebi na minha vakinha, em torno de R$ 700, todo para a vakinha do Arthur”, explica, pedindo que a mesma rede de apoio que a comunidade deu para ele encontrar a sua cadeira, deve agora ser focada no menino Arthur.

A cadeira de Arthur é antiga, está sem condições de uso e já não serve mais para ele, pois ele cresceu. Tudo isso prejudica sua qualidade de vida. Este ano ele começou a treinar com Gévelyn de Almeida, paratleta e técnica de handebol da Fundação Municipal de Esportes (FMEBC). A quarentena interrompeu os treinos coletivos, mas ele não desistiu: mesmo na sua cadeira de rodas inadequada ele procura fazer os exercícios físicos orientados em casa.

O valor aproximado do equipamento é de R$ 6.000 de acordo com as especificações da deficiência. Até o momento já foram arrecadados R$ 3.435,00.

A mãe de Arthur, Thais Cristina da Silva Teixeira disse que está impossibilitada de comprar a cadeira, porque nesta pandemia não está conseguindo trabalhar, tem medo de sair de casa, se contaminar e precisa conservar seus filhos, porque além de Arthur, a filha mais velha de 17 anos também tem uma deficiência intelectual severa. Ela salienta que no momento Arthur não está saindo de casa por causa da pandemia, mas a cadeira nova permitiria a ele fazer os exercícios orientados e preparar-se melhor para o esporte.

Ajude Arthur, com qualquer valor, através desse link: clique aqui


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Página 3
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 Ezequiel e o Comandante Coutinho, da GM, na devolução da cadeira de rodas e a campanha para o Arthur
Ezequiel e o Comandante Coutinho, da GM, na devolução da cadeira de rodas e a campanha para o Arthur

Paratleta de Balneário que recuperou cadeira de rodas, pede ajuda para menino que precisa de uma

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Terça, 15/9/2020 16:42.

O paratleta de Balneário Camboriú, Ezequiel da Luz Geraldo, 36 anos, doou para o estudante Arthur Cauê Teixeira, 14 anos, os R$ 700 que conseguiu em uma vakinha online semana passada, quando sua cadeira de rodas foi furtada. Arthur tem Artrogripose, deficiência física nos membros inferiores, quer praticar esportes e precisa de uma cadeira nova.

Ezequiel passou por uma experiência inusitada na terça-feira (8): ele deixou sua cadeira de rodas na frente de casa, como faz há muitos anos, quando vai levar os filhos para o colégio de carro. Quando retornou, a cadeira não estava mais. Ele lançou uma campanha pedindo ajuda para comprar uma cadeira. Mas três dias depois (11) a Guarda Municipal conseguiu recuperá-la e a devolveu para Ezequiel.

“Agora quem precisa da nossa ajuda é o também paratleta Arthur. Ele ama viver, adora o esporte adaptado. Eu depositei o dinheiro que recebi na minha vakinha, em torno de R$ 700, todo para a vakinha do Arthur”, explica, pedindo que a mesma rede de apoio que a comunidade deu para ele encontrar a sua cadeira, deve agora ser focada no menino Arthur.

A cadeira de Arthur é antiga, está sem condições de uso e já não serve mais para ele, pois ele cresceu. Tudo isso prejudica sua qualidade de vida. Este ano ele começou a treinar com Gévelyn de Almeida, paratleta e técnica de handebol da Fundação Municipal de Esportes (FMEBC). A quarentena interrompeu os treinos coletivos, mas ele não desistiu: mesmo na sua cadeira de rodas inadequada ele procura fazer os exercícios físicos orientados em casa.

O valor aproximado do equipamento é de R$ 6.000 de acordo com as especificações da deficiência. Até o momento já foram arrecadados R$ 3.435,00.

A mãe de Arthur, Thais Cristina da Silva Teixeira disse que está impossibilitada de comprar a cadeira, porque nesta pandemia não está conseguindo trabalhar, tem medo de sair de casa, se contaminar e precisa conservar seus filhos, porque além de Arthur, a filha mais velha de 17 anos também tem uma deficiência intelectual severa. Ela salienta que no momento Arthur não está saindo de casa por causa da pandemia, mas a cadeira nova permitiria a ele fazer os exercícios orientados e preparar-se melhor para o esporte.

Ajude Arthur, com qualquer valor, através desse link: clique aqui


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