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Balneário Camboriú
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Festival de Contadores de Histórias de Balneário Camboriú foi sucesso de palco e de público

Durante cinco dias, o 6º Festival de Contadores de Histórias de Balneário Camboriú (Feconthi BC) recebeu um público superior a 1500 pessoas, para acompanhar as palestras de várias lideranças indígenas e os 25 contadores de histórias. 

O criador e coordenador do Festival, Fábio Castilho  descreveu o evento como ‘um verdadeiro encanto’.

Divulgação/Feconthi

“A abertura contou com apresentações do CEAC Projeto Oficinas que trouxe o Coral, o projeto Meninas Instrumentistas e alunos da oficina de Literatura e Contação de Histórias. Além disso, o tema “Lendas, Mitos e Histórias Indígenas” foi um diferencial. O fato de trabalhar com a temática indígena foi essencial”, considerou Castilho, que é contador de histórias.

Vera Hoffmann destacou as diversas etnias presentes no Festival Divulgação/Feconthi

O tema super relevante, ‘Histórias Indígenas’, tendo como palestrantes representantes de diversas etnias e estudiosos do assunto, também foi destacado pela contadora de histórias, Vera Hoffmann.

“Eis que a saudade já me invade! Saudade de quê? Saudade do 6º FeconthiBC e tudo que lá vivi. Este ano, com um tema apresentado por palestrantes representantes de diversas etnias foi muito importante. Sem falar das contações de histórias para estudantes, professores e comunidade em geral, com contadores e contadoras que nos levaram a viajar por mundos encantados. Participar do FeconthiBC é sempre uma grande alegria. Um festival que nos traz aprendizagem, encantamento e muitos, muitas amigas e amigos. Um encontro que nos irmana e reúne em torno da fogueira acesa, e desta arte milenar, a Arte Lítero-narrativa. Vida longa ao FeconthiBC”, enfatizou Vera.

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Entre os representantes indígenas, o contador de histórias, escritor, músico, compositor e produtor cultural Cristino Wapichana. Ele palestrou sobre “Histórias do Povo Wapichana e sua Literatura”. O artista indígena foi criado na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, localizada em Roraima.

Olívio Jekupé palestrou sobre literatura indígena e Jovina Renhga abordou o tema das mulheres Kaingang.

Livro novo

Divulgação/Feconthi

“A roda de histórias da Academia Brasileira de Contadores de Histórias é um momento muito aguardado no Feconthi, fico feliz em participar tanto como confreira da academia, quanto como artista da cidade que sedia o evento”, comentou a atriz, escritora e contadora de histórias, Potyra Najara . 

Durante o evento ela lançou sua mais recente obra, o livro para infância, ‘Emília no Reino das Águas Claras’.

“Agora temos mais um obra para as crianças lerem, imaginarem e se divertirem”, comentou. 

Potyra também participou da roda de histórias, do ônibus ‘Conta pra Mim’e acompanhou as formações.

“O Feconthi é assim, movimenta a nossa vida e a cultura da cidade”, concluiu.

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