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A alegria colorida dos fogos de artifício

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Não importa se o ano virou. Se é dia do santo padroeiro. Ou se seu time ganhou o campeonato. O resultado é o mesmo: fogos de artifício espocando pelo céu em um show de luzes que fascina – e torce o pescoço – de observadores de todas as idades. Em uma relação que tem atravessado milênios, o homem e a pirotecnia têm compartilhado inúmeros momentos felizes. Continue sua leitura e descubra mais sobre essa explosiva e colorida forma de entretenimento.

O nome do inventor dos fogos é uma incógnita (não, não foi Caramuru). A teoria mais aceita coloca seu criador em algum lugar da Ásia. Provavelmente um alquimista trabalhando com pólvora, que misturou elementos químicos e criou um fogo colorido. Mil anos depois, já havia relatos de cargas de pólvora coloridas usadas pelo exército chinês.

E, assim como o macarrão e a seda, os fogos chegaram ao ocidente através das caravanas comerciais no fim da Idade Média. Marco Polo pode ter trazido alguns rojões na bagagem. E, no século XVII, iluminar os céus já era mania na Europa.

Os fogos de artifício estão sempre associados a um acontecimento especial e cheio de felicidade. É o mesmo princípio das máquinas de slots de cassinos online. Existem diversos modelos, cada uma com um tema diferente. Mas quando você acerta o jackpot – o maior prêmio possível – todas sinalizam seu sucesso com uma explosão de cores e sons. A psiquê humana está condicionada a associar a pirotecnia a grandes eventos.

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É o caso da noite de Ano Novo. Para celebrar a renovação da esperança com o início de um novo ciclo, cidades no Brasil e no mundo iluminam o céu. Entre as queimas de Réveillon mais tradicionais estão a de Sidney, na Austrália; a de Nova York, em plena Times Square e – não poderia faltar – Copacabana. A praia do Rio de Janeiro consegue lotar a faixa de areia e também o mar, com inúmeros barcos e transatlânticos flutuando ao largo da baía de Guanabara só para ver o show por outro ângulo. Curiosamente, há um destino muito famoso onde não há queima – Paris, na França. Se você pensa em passar o Ano Novo vendo os fogos explodindo atrás da torre Eiffel… vai precisar se contentar com um simples pisca-pisca de luzinhas. Mas o champagne com certeza é bom.

No Estados Unidos, é comum soltar fogos em julho, no Dia da Independência. Mas há também usos recorrentes, como em jogos de futebol americano ou em parques temáticos. E, como tudo na terra do Tio Sam é grande, os números dessa atividade são enormes. Estima-se mais de US$ 1 bilhão gasto ao ano, só com pirotecnia.

No Brasil, os fogos estão muito associados às festas juninas. Mas também são bastante usados na época de Natal – para incredulidade dos americanos – e nas finais de campeonatos de futebol, pela equipe vencedora ou pelos rivais da equipe perdedora.

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E se você se pergunta como os fabricantes fazem as cores e formas, aqui vai um breve guia. A cor está relacionada com o elemento químico que se mistura à pólvora. Cálcio para laranja, bário para o verde, potássio para o violeta e assim por diante. Já a forma como explodem é mais complicada. Tem a ver com o design do projétil – mais longo, mais curto, com múltiplas câmaras, com mais ou menos carga etc. Combinando química e física, os artesãos conseguem criar diversos efeitos, que tem nomes curiosos como candela romana, crossete, kamuro, peônia e spider. Você provavelmente já viu todos, só não sabia como chamá-los.

Se você nunca viu fogos de artifício (em que planeta você vive?), ou quer ver mais, uma dica para sua próxima viagem. Anualmente, a cidade de Brno, na República Tcheca, organiza uma competição internacional de queima de fogos. Chamada de Ignis Brunensis, ela acontece durante quinze dias – ou melhor, quinze noites – entre agosto e setembro. E reúne a fina-flor da pirotecnia mundial. Então, não é mais preciso esperar o fim do ano para ver uma queima de fogos de cair o queixo. E nem é preciso se contentar com apenas uma noite.

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