Jornal Página 3

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OAB questiona vazamento de fotos da advogada morta em Balneário Camboriú
Arquivo JP3.
O assassino e sua vítima;

Sexta, 12/4/2019 11:42.

A Ordem dos Advogados do Brasil/SC, pediu abertura de inquérito policial para apurar o vazamento de fotografias em redes sociais que mostram a advogada Lucimara Stasiak morta, na cena do crime que a vitimou no último dia 28, em Balneário Camboriú.

Lucimara era advogada e foi assassinada com 14 facadas por outro advogado, seu namorado Paulo de Carvalho Souza que alegou surto psicótico.

Por sua vez a OAB de Balneário Camboriú intimou o feminicida no processo que visa suspendê-lo cautelarmente do exercício profissional.

O criminoso está preso na Canhanduba, aguardando vaga num hospital penitenciário onde possa passar por exames de sanidade mental.

Se considerado insano, ele deverá passar muito mais tempo encarcerado do que numa cadeia comum de onde pode sair com quatro ou cinco anos de cumprimento de pena.

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Cidade

Exemplo de desrespeito com o dinheiro público espera por climatização, elevadores e divisórias.


Geral

A campanha ReciclaBC da Ambiental e Prefeitura de Balneário faz alertas frequentes para o descarte correto


Geral

Areia do fundo do mar não é esgoto 


Cidade

 Governo do município não tem foco claro sobre o problema


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Página 3

OAB questiona vazamento de fotos da advogada morta em Balneário Camboriú

Arquivo JP3.
O assassino e sua vítima;
O assassino e sua vítima;

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Sexta, 12/4/2019 11:42.

A Ordem dos Advogados do Brasil/SC, pediu abertura de inquérito policial para apurar o vazamento de fotografias em redes sociais que mostram a advogada Lucimara Stasiak morta, na cena do crime que a vitimou no último dia 28, em Balneário Camboriú.

Lucimara era advogada e foi assassinada com 14 facadas por outro advogado, seu namorado Paulo de Carvalho Souza que alegou surto psicótico.

Por sua vez a OAB de Balneário Camboriú intimou o feminicida no processo que visa suspendê-lo cautelarmente do exercício profissional.

O criminoso está preso na Canhanduba, aguardando vaga num hospital penitenciário onde possa passar por exames de sanidade mental.

Se considerado insano, ele deverá passar muito mais tempo encarcerado do que numa cadeia comum de onde pode sair com quatro ou cinco anos de cumprimento de pena.

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