Jornal Página 3

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Juiz nega pedido de prisão preventiva do vereador Moacir Schmidt
Divulgação CVBC.
Vereador Moacir em entrevista a Luiz Carlos Tigrão.

Quinta, 10/1/2019 6:43.

A justiça de Itajaí negou o pedido de prisão preventiva do vereador Moacir Schmidt, formulado pelo Ministério Pùblico sob a acusação de envolvimento na morte do ex-engenheiro da prefeitura de Balneário Camboriú, Sérgio Renato Silva.

Também foi negado o pedido de prisão preventiva de Milton Martins Gomes, investidor na construção civil em Balneário Camboriú.

Moacir e MIlton foram delatados por Celso Machado, o “Paulista”.

"Paulista" é réu confesso após ser apontado pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) como intermediário entre mandantes e executores do homicídio do engenheiro em fevereiro de 2017 quando investigava fraudes na aprovação de projetos na prefeitura de Balneário Camboriú.

Em depoimento ao Gaeco, Celso Machado declarou que foi contratado pela despachante Vera Lúcia da Silva, por seu sócio e suposto namorado, Milton Martins Gomes e pelo vereador Moacir.

Em maio do ano passado o vereador Moacir foi ouvido pelo Gaeco porque o monitoramento telefônico mostrou que ele tinha relacionamento estreito com a despachante Vera Lúcia.

O advogado de Moacir, Alex Romito, alega que seu cliente é inocente, não há provas contra ele.

O advogado Guilherme Gottardi que representa a despachante e o empresário Milton Martins Gomes, destaca que ambos são inocentes e que a relação dos dois é profissional, limitada à construção de um edifício em sociedade.

Em seu despacho o juiz assinala que no processo existem “suspeitas erigidas a partir das declarações, até então não comprovadas feitas pelo Paulista....” e apenas “elementos meramente abstratos e estes não se prestam à decretação da prisão preventiva de uma pessoa”.
 

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Cidade

 São cerca de 150 pontos em apenas 6,5 Km de praia 


Geral

Foi sugerida a possibilidade de uma comissão ou o próprio município realizar a gestão provisoriamente


Cidade

 Edifício Itajaí, na rua Max Doose


Cidade


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Geral

Será nesta sexta-feira, dia 22, em Balneário Camboriú


Geral

 O encontro traz à cidade palestrantes renomados no país. 


Cultura

Evento será realizado a partir das 20h, com entrada e distribuição gratuita


Policia

Parte dos R$ 9,8 milhões foi recuperada. As buscas continuam em Balneário Camboriú e Itajaí


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Política

Objetivo do vereador era tumultuar o processo


Geral

Evento é organizado pelo BC Convention e os ingressos estão à venda


Cidade

Ainda acontecerão mais quatro escalas


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Juiz nega pedido de prisão preventiva do vereador Moacir Schmidt

Divulgação CVBC.
Vereador Moacir em entrevista a Luiz Carlos Tigrão.
Vereador Moacir em entrevista a Luiz Carlos Tigrão.
Quinta, 10/1/2019 6:43.

A justiça de Itajaí negou o pedido de prisão preventiva do vereador Moacir Schmidt, formulado pelo Ministério Pùblico sob a acusação de envolvimento na morte do ex-engenheiro da prefeitura de Balneário Camboriú, Sérgio Renato Silva.

Também foi negado o pedido de prisão preventiva de Milton Martins Gomes, investidor na construção civil em Balneário Camboriú.

Moacir e MIlton foram delatados por Celso Machado, o “Paulista”.

"Paulista" é réu confesso após ser apontado pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) como intermediário entre mandantes e executores do homicídio do engenheiro em fevereiro de 2017 quando investigava fraudes na aprovação de projetos na prefeitura de Balneário Camboriú.

Em depoimento ao Gaeco, Celso Machado declarou que foi contratado pela despachante Vera Lúcia da Silva, por seu sócio e suposto namorado, Milton Martins Gomes e pelo vereador Moacir.

Em maio do ano passado o vereador Moacir foi ouvido pelo Gaeco porque o monitoramento telefônico mostrou que ele tinha relacionamento estreito com a despachante Vera Lúcia.

O advogado de Moacir, Alex Romito, alega que seu cliente é inocente, não há provas contra ele.

O advogado Guilherme Gottardi que representa a despachante e o empresário Milton Martins Gomes, destaca que ambos são inocentes e que a relação dos dois é profissional, limitada à construção de um edifício em sociedade.

Em seu despacho o juiz assinala que no processo existem “suspeitas erigidas a partir das declarações, até então não comprovadas feitas pelo Paulista....” e apenas “elementos meramente abstratos e estes não se prestam à decretação da prisão preventiva de uma pessoa”.
 

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