Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Meio Ambiente
Despoluição: prefeitura de Balneário Camboriú fez sua parte, mas os síndicos ainda não

Dos milhares que devem fazê-lo, apenas 130 apresentaram até agora o Certificado de Regularidade Sanitária

Segunda, 10/2/2020 15:27.
Ivan Rupp.
Prefeito com alguns síndicos, nas conversações do ano passado.

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Na quinta-feira (6) o edifício Portal de Antares, no Pioneiros, se tornou o primeiro imóvel de Balneário Camboriú a receber o Certificado de Regularidade Sanitária, comprovando que seu sistema de esgoto está adequado. A data marcou também a constatação de que a prefeitura fez sua parte, mas os síndicos da maioria dos edifícios ainda não.

Todos os imóveis não unifamiliares (edifícios e comerciais) deveriam apresentar o Certificado de Regularidade Sanitária até outubro de 2019, mas dezenas de síndicos fizeram um movimento pedindo a prorrogação e o abrandamento da multa por descumprimento, o que foi atendido pelo prefeito Fabrício Oliveira que prorrogou o prazo para 30 de junho de 2020.

No entanto, até o momento apenas 130 declarações de regularidade sanitária foram apresentadas, num universo de cerca de 2.200 prédios, com 50.420 apartamentos e 7.156 lojas.

O descumprimento do prazo para apresentar a declaração de regularidade sanitária implica em multa de até R$ 3.140,80, mas o propósito da legislação não é multar e sim sanear os cursos d´água e, por consequência, as praias.

“Os resultados de balneabilidade da praia central, das praias ao longo da Interpraias e da lagoa de Taquaras mostram que se eliminarmos a poluição por esgotos nossas águas passam a ter boa qualidade e em alguns momentos nível de excelência” destacou o prefeito Fabrício Oliveira.

Foi ele quem pediu aos assessores que desenvolvessem um sistema dos prédios declararam a regularidade, para que os síndicos se antecipassem à fiscalização da prefeitura e eliminassem focos de poluição, pois as multas nos edifícios são pesadas, importam em mais de R$ 3 mil por apartamento.

“É preciso que os síndicos dos edifícios e os responsáveis por salas e outros imóveis comerciais examinem seus sistemas de esgoto e apresentem a declaração de regularidade sanitária”, reforçou o prefeito antecipando que o município reforçará as campanhas de esclarecimento sobre o assunto, através de um trabalho de conscientização de porta, destacando que o prazo encerra em junho.


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Página 3
Ivan Rupp.
Prefeito com alguns síndicos, nas conversações do ano passado.
Prefeito com alguns síndicos, nas conversações do ano passado.

Despoluição: prefeitura de Balneário Camboriú fez sua parte, mas os síndicos ainda não

Dos milhares que devem fazê-lo, apenas 130 apresentaram até agora o Certificado de Regularidade Sanitária

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Segunda, 10/2/2020 15:27.

Na quinta-feira (6) o edifício Portal de Antares, no Pioneiros, se tornou o primeiro imóvel de Balneário Camboriú a receber o Certificado de Regularidade Sanitária, comprovando que seu sistema de esgoto está adequado. A data marcou também a constatação de que a prefeitura fez sua parte, mas os síndicos da maioria dos edifícios ainda não.

Todos os imóveis não unifamiliares (edifícios e comerciais) deveriam apresentar o Certificado de Regularidade Sanitária até outubro de 2019, mas dezenas de síndicos fizeram um movimento pedindo a prorrogação e o abrandamento da multa por descumprimento, o que foi atendido pelo prefeito Fabrício Oliveira que prorrogou o prazo para 30 de junho de 2020.

No entanto, até o momento apenas 130 declarações de regularidade sanitária foram apresentadas, num universo de cerca de 2.200 prédios, com 50.420 apartamentos e 7.156 lojas.

O descumprimento do prazo para apresentar a declaração de regularidade sanitária implica em multa de até R$ 3.140,80, mas o propósito da legislação não é multar e sim sanear os cursos d´água e, por consequência, as praias.

“Os resultados de balneabilidade da praia central, das praias ao longo da Interpraias e da lagoa de Taquaras mostram que se eliminarmos a poluição por esgotos nossas águas passam a ter boa qualidade e em alguns momentos nível de excelência” destacou o prefeito Fabrício Oliveira.

Foi ele quem pediu aos assessores que desenvolvessem um sistema dos prédios declararam a regularidade, para que os síndicos se antecipassem à fiscalização da prefeitura e eliminassem focos de poluição, pois as multas nos edifícios são pesadas, importam em mais de R$ 3 mil por apartamento.

“É preciso que os síndicos dos edifícios e os responsáveis por salas e outros imóveis comerciais examinem seus sistemas de esgoto e apresentem a declaração de regularidade sanitária”, reforçou o prefeito antecipando que o município reforçará as campanhas de esclarecimento sobre o assunto, através de um trabalho de conscientização de porta, destacando que o prazo encerra em junho.


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