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Fragmentos de livro são encontrados em destroços do navio de Barba Negra

Sexta, 12/1/2018 17:57.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um grupo de restauradores arqueológicos na Carolina do Norte que trabalhavam nos destroços da bandeira do navio do notório pirata Barba Negra, nascido Edward Teach, encontraram 16 fragmentos de papel em meio a um monte de lama que estava em um canhão.

Após meses de investigação constatou-se que os pedaços, que são do tamanho de uma moeda, continham palavras do livro "Uma Viagem ao Mar Sul e ao Redor do Mundo Realizadas nos Anos de 1708, 1709, 1710 e 1711 Pelos Navios Duke e Dutchess, de Bristol", originalmente publicado em 1712 e de autoria do capitão Edward Cooke.

O historiador Simon Layton disse em entrevista ao jornal britânico The Guardian que muitos piratas do século 18 eram alfabetizados e pegavam livros enquanto saqueavam, mas que "encontrar essas páginas em um canhão não implica necessariamente que a tripulação do Braba Negra fosse absorvida por essa literatura".

"Pode-se argumentar, inversamente, que revela uma certa irreverência em relação aos livros em geral. Mas os piratas eram, afinal, um grupo heterogêneo; indubitavelmente, alguns eram melhor instruídos que outros", explica

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Fragmentos de livro são encontrados em destroços do navio de Barba Negra

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Sexta, 12/1/2018 17:57.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um grupo de restauradores arqueológicos na Carolina do Norte que trabalhavam nos destroços da bandeira do navio do notório pirata Barba Negra, nascido Edward Teach, encontraram 16 fragmentos de papel em meio a um monte de lama que estava em um canhão.

Após meses de investigação constatou-se que os pedaços, que são do tamanho de uma moeda, continham palavras do livro "Uma Viagem ao Mar Sul e ao Redor do Mundo Realizadas nos Anos de 1708, 1709, 1710 e 1711 Pelos Navios Duke e Dutchess, de Bristol", originalmente publicado em 1712 e de autoria do capitão Edward Cooke.

O historiador Simon Layton disse em entrevista ao jornal britânico The Guardian que muitos piratas do século 18 eram alfabetizados e pegavam livros enquanto saqueavam, mas que "encontrar essas páginas em um canhão não implica necessariamente que a tripulação do Braba Negra fosse absorvida por essa literatura".

"Pode-se argumentar, inversamente, que revela uma certa irreverência em relação aos livros em geral. Mas os piratas eram, afinal, um grupo heterogêneo; indubitavelmente, alguns eram melhor instruídos que outros", explica

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