Jornal Página 3

Traficante é preso pela segunda vez na semana, com quase 1kg de crack

Um traficante de 30 anos foi preso na tarde de ontem (19) com quase um quilo de crack, na Avenida Central, bem no Centro de Balneário Camboriú. O sujeito havia sido preso na segunda-feira (17) pelo mesmo crime, e já estava novamente envolvido na ação.

Segundo informações da Polícia Militar, através de denúncia os policiais ficaram sabendo que estaria acontecendo tráfico de drogas em um prédio na Avenida Central.

Os militares foram até o local e após um tempo de monitoramento conseguiram flagrar movimentação suspeita e intensa por lá. Os PMs primeiramente abordaram um usuário, que estava com uma pequena quantidade de crack.

Os policiais entraram no prédio e seguiram até o apartamento onde acontecia a venda de drogas. Lá foi encontrado o traficante. Com ele também estava um adolescente, de 15 anos.

No local os PMs localizaram 948g de crack – com as quais é possível fazer aproximadamente cinco mil pedras (1g = uma pedra, mas pode fracionar em até cinco). O valor que o traficante conseguiria com isso é estimado em R$ 50 mil. Também foram encontrados 47g de cocaína, uma balança de precisão e outros utensílios que caracterizam o tráfico, R$ 120,00 em dinheiro, 12 dólares e uma arma de fogo falsa.

O traficante já acumula 28 passagens pela polícia por crimes como tentativa de furto, dano, tentativa de homicídio, desobediência, posse e tráfico de drogas e receptação. Ele foi preso em flagrante. O adolescente que estava com ele foi apreendido.

Por que estava solto?

Um jornalista questionou a PM no grupo que o órgão mantém com a imprensa a respeito da soltura do sujeito. O policial Denício Rosa escreveu que ‘a Polícia Militar tem sido incansável no combate ao tráfico de drogas, mas infelizmente algumas leis foram feitas exclusivamente com intuito de “enxugar” o sistema prisional’.

Ele também citou que é mais fácil ‘afrouxar’ a lei do que construir presídios e que ninguém quer presídio em sua cidade. “Assim acabam por dar alternativas de interpretação ao judiciário, que também estão obrigados a cumprir as leis.

A mais recente é uma resolução do CNJ que versa sobre a “audiência de custódia”, onde o preso é levado ao magistrado para analisar apenas se o preso foi bem tratado em sua prisão, se o flagrante foi feito certinho, nada se pergunta sobre sua ‘carreira’”, acrescentou. Ele disse que a decisão de manter ou não pessoas presas é do judiciário, e que apesar de não se saber explicar porque isso acontece – inclusive citou o caso acima – ‘não se discute, apenas se cumpre’.


Quinta, 20/4/2017 9:43.
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