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Operação contra fraudes na saúde envolveu empresas de Balneário Camboriú

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Divulgação PC/SC.
Delegados em entrevista coletiva sobre a Operação Sutura.

Quarta, 13/6/2018 9:26.

A Operação Sutura da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) realizada ontem na região levou à prisão temporária 16 pessoas acusadas de fraudes na área de saúde e respingou em duas empresas de Balneário Camboriú que passaram por busca e apreensão.

A suposta fraude era comandada por diretores de uma ONG, o Instituto Adonhiran, que recebia dinheiro das prefeituras de Itapema e Penha para aplicar em saúde, e prestava contas com notas “frias”.

Segundo apurado pelas autoridades Nilson Santiago Moya, presidente do Instituto Adonhiran, aparentemente liderava a organização criminosa.

Além da Família Moya são acusados empresários e servidores públicos municipais, inclusive o ex-prefeito de Penha Evandro Eredes dos Navegantes, o ex-secretário da Saúde, Cleybi Darossi, e o ex-controlador do município, Rafael Celestino.

BALNEÁRIO CAMBORIÚ

Os investigadores apontam que a empresa Rovaris e Mazzeto Serviços Médicos e Odontológicos Ltda. de Balneário Camboriú, forneceu várias notas fiscais frias ao Instituto Adonhiran. Ela está sediada no mesmo endereço da Cooperativa de Especialidades Médicas de Santa Catarina Ltda. que no ano de 2014 recebeu 43% dos recursos repassados ao Instituto Adonhiran.

Ambas as empresas constam no mandado judicial de busca e apreensão, mas fontes da ooperativa de Especialidades Médicas de Santa Catarina Ltda. disseram à reportagem que a empresa não foi visitada por policiais. 

Nos últimos cinco anos a Rovaris e Mazzeto recebeu R$ 7,5 milhões da prefeitura de Balneário Camboriú, na maior parte (R$ 6,8 milhões) no governo Edson Piriquito.

Pode ser importante para as autoridades locais apurar como tanto dinheiro foi pago a uma empresa acusada de integrar organização criminosa.

Por sua vez a Cooperativa de Especialidades Médicas de Santa Catarina Ltda. recebeu de Balneário Camboriú, nos últimos cinco anos, R$ 5,6 milhões.

A justiça de determinou a prisão temporária das seguintes pessoas:

- Nilson Santiago Moya;
- Maria Cândida Ramos Virgílio;
- Jéssica Ramos Vergílio Moya;
- Roberto Petry da Luz;
- Marina de Elisa Philippi;
- Richard da Silva Choseki;
- Marcelo Henrique Rovaris;
- Anderson Bertoldi;
- Vanessa Guazi Gonzada;
- Jéssica da Silva;
- Moacir de Freitas Toledo;
- Evandro Eredes dos Navegantes;
- Cleiby Darossi;
- Daniele Schweger Souza Lunge;
- Rafael Murilo Celestino;
- Luciana de Carvalho Fonseca Amaro.


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