Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Polícia
MP investigará compra de helicóptero supostamente superfaturado

Empresa comprou aeronave por R$ 680 mil e vendeu alguns dias depois por R$ 8,2 milhões

Quinta, 5/9/2019 8:08.

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A assessoria de comunicação do Ministério Público em Florianópolis, confirmou ontem à reportagem do Jornal Página 3 que será investigada a denúncia de suposto superfaturamento de um helicóptero doado à Polícia Militar através de um acordo judicial envolvendo prefeitura de Balneário Camboriú e a construção civil da cidade.

Que há irregularidades envolvendo a aeronave não restam dúvidas, o jornal Diário do Litoral mostrou que o helicóptero foi comprado pela Volare Táxi Aéreo por R$ 680 mil e revendido aos construtores poucos dias depois por R$ 8,2 milhões.

Quem indicou o helicóptero a ser comprado, como única opção, foi a 3ª Companhia do Batalhão Aéreo da PM.

O e-mail enviado pela assessoria de comunicação do MP ao Página 3 tem o seguinte teor:

"O Promotor de Justiça Isaac Newton Belota Sabbá Guimarães reitera a lisura do acordo judicial, homologado pelo Judiciário, que culminou com a entrega de um helicóptero para a Polícia Militar em Balneário Camboriú. Mas em razão das notícias veiculadas na imprensa, o Promotor de Justiça instaurou na tarde desta quarta-feira (4/9) procedimento investigatório para apurar se o valor do helicóptero, com todas as suas peculiaridades, corresponde ao valor de mercado.

O Promotor de Justiça já requisitou informações ao comando-geral da Polícia Militar, à empresa Helisul e também irá ouvir os compromissários que adquiriram o aparelho.

Como a prerrogativa legal de investigar os termos do acordo judicial é do próprio Promotor de Justiça e este já está tomando as medidas cabíveis, a Corregedoria-Geral do Ministério Público não vê necessidade de atuação nesse momento."


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Página 3

MP investigará compra de helicóptero supostamente superfaturado

Empresa comprou aeronave por R$ 680 mil e vendeu alguns dias depois por R$ 8,2 milhões

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Quinta, 5/9/2019 8:08.

A assessoria de comunicação do Ministério Público em Florianópolis, confirmou ontem à reportagem do Jornal Página 3 que será investigada a denúncia de suposto superfaturamento de um helicóptero doado à Polícia Militar através de um acordo judicial envolvendo prefeitura de Balneário Camboriú e a construção civil da cidade.

Que há irregularidades envolvendo a aeronave não restam dúvidas, o jornal Diário do Litoral mostrou que o helicóptero foi comprado pela Volare Táxi Aéreo por R$ 680 mil e revendido aos construtores poucos dias depois por R$ 8,2 milhões.

Quem indicou o helicóptero a ser comprado, como única opção, foi a 3ª Companhia do Batalhão Aéreo da PM.

O e-mail enviado pela assessoria de comunicação do MP ao Página 3 tem o seguinte teor:

"O Promotor de Justiça Isaac Newton Belota Sabbá Guimarães reitera a lisura do acordo judicial, homologado pelo Judiciário, que culminou com a entrega de um helicóptero para a Polícia Militar em Balneário Camboriú. Mas em razão das notícias veiculadas na imprensa, o Promotor de Justiça instaurou na tarde desta quarta-feira (4/9) procedimento investigatório para apurar se o valor do helicóptero, com todas as suas peculiaridades, corresponde ao valor de mercado.

O Promotor de Justiça já requisitou informações ao comando-geral da Polícia Militar, à empresa Helisul e também irá ouvir os compromissários que adquiriram o aparelho.

Como a prerrogativa legal de investigar os termos do acordo judicial é do próprio Promotor de Justiça e este já está tomando as medidas cabíveis, a Corregedoria-Geral do Ministério Público não vê necessidade de atuação nesse momento."


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