Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Polícia
CPI e processo de cassação estão engavetados na Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú

Vereador condenado por corrupção continua votando leis na cidade

Quarta, 26/2/2020 7:52.

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Estão engavetados na Câmara de Vereadores de Balneário o processo de cassação do vereador Asinil Medeiros, condenado por corrupção e a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada para apurar supostas de irregularidades em obras da própria Câmara.

Em dezembro do ano passado o Conselho de Ética da Câmara, formado por Joceli Nazari, Patrick Machado e Aldemar Bola Pereira, foi unânime no entendimento que havia indícios suficientes para levar o caso de Asinil Medeiros ao plenário que aprovou a continuidade do processo.

Desde então esse processo submergiu nas gavetas legislativas.

Asinil Medeiros foi condenado pela justiça a dois anos e 8 meses de prisão devido a provas colhidas pela Operação 30 Graus, do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) em maio de 2017.

O vereador foi acusado de vender alterações no Plano Diretor em troca de propina e o juiz que o condenou, Roque Cerutti, da 1a Vara Criminal de Balneário Camboriú, determinou que o réu cumpra a sentença em liberdade e pague multa. Cabe recurso a instâncias superiores.

CPI NA GAVETA

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada em 3 de dezembro do ano passado, para investigar obras na Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, foi “engavetada”.

Essas obras, que custaram mais de R$ 1.167.483,00, atrasaram quase um ano e foram mal executadas, segundo relatório de engenheiro contratado pela própria Câmara de Vereadores.

A CPI foi requerida pelo vereador Marcelo Achutti e subscrita por Aldemar “Bola” Pereira; André Meirinho; Arlindo Cruz; Gelson Rodrigues; Joceli Nazari; Leonardo Piruka; Lucas Gotardo; Nena Amorim; Omar Tomalih; Patrick Machado e Pedro Francez.

Vários pagamentos à empreiteira, totalizando R$ 529.589‬,00 foram feitos em 2019 pelo presidente da Câmara, Omar Tomalih, quando a obra já estava atrasada e com fortes indícios de irregularidades.


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CPI e processo de cassação estão engavetados na Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú

Vereador condenado por corrupção continua votando leis na cidade

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Quarta, 26/2/2020 7:52.

Estão engavetados na Câmara de Vereadores de Balneário o processo de cassação do vereador Asinil Medeiros, condenado por corrupção e a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada para apurar supostas de irregularidades em obras da própria Câmara.

Em dezembro do ano passado o Conselho de Ética da Câmara, formado por Joceli Nazari, Patrick Machado e Aldemar Bola Pereira, foi unânime no entendimento que havia indícios suficientes para levar o caso de Asinil Medeiros ao plenário que aprovou a continuidade do processo.

Desde então esse processo submergiu nas gavetas legislativas.

Asinil Medeiros foi condenado pela justiça a dois anos e 8 meses de prisão devido a provas colhidas pela Operação 30 Graus, do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) em maio de 2017.

O vereador foi acusado de vender alterações no Plano Diretor em troca de propina e o juiz que o condenou, Roque Cerutti, da 1a Vara Criminal de Balneário Camboriú, determinou que o réu cumpra a sentença em liberdade e pague multa. Cabe recurso a instâncias superiores.

CPI NA GAVETA

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada em 3 de dezembro do ano passado, para investigar obras na Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, foi “engavetada”.

Essas obras, que custaram mais de R$ 1.167.483,00, atrasaram quase um ano e foram mal executadas, segundo relatório de engenheiro contratado pela própria Câmara de Vereadores.

A CPI foi requerida pelo vereador Marcelo Achutti e subscrita por Aldemar “Bola” Pereira; André Meirinho; Arlindo Cruz; Gelson Rodrigues; Joceli Nazari; Leonardo Piruka; Lucas Gotardo; Nena Amorim; Omar Tomalih; Patrick Machado e Pedro Francez.

Vários pagamentos à empreiteira, totalizando R$ 529.589‬,00 foram feitos em 2019 pelo presidente da Câmara, Omar Tomalih, quando a obra já estava atrasada e com fortes indícios de irregularidades.


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