Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Polícia
Mulher que esfaqueou a filha adolescente na Avenida Atlântica será julgada

Quinta, 3/9/2020 10:45.
Divulgação
A mãe Adriana e a filha Jheimili, que faleceu dias depois o ocorrido

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Adriana de Oliveira, que na época do crime (ocorrido em 5 de setembro/2019) tinha 31 anos, será julgada no próximo dia 24, pelo Tribunal de Balneário Camboriú. Ela esfaqueou a própria filha, Jheimili Yara da Silva, 13 anos, porque a menina teria fugido de casa para se encontrar com o ex-namorado da mãe, um homem que morava com elas e que havia sido ‘expulso’ quando Adriana descobriu o relacionamento dos dois. A garota morreu dias depois. Adriana e Jheimili eram de Foz do Iguaçu, no Paraná.

Relembre o caso

Jheimili e a mãe Adriana estavam morando em Bombinhas, e por um tempo conviveram com I.C.R.B., um homem de 32 anos, até que ele e a adolescente se envolveram, Adriana descobriu e o mandou embora. Ele teria se mudado para Balneário Camboriú, e a garota veio até a cidade, na tarde de 5 de setembro, para se encontrar com o homem. A mãe seguiu a filha e conseguiu flagrar ela e I.C.R.B. em um quiosque na Avenida Atlântica.

As duas brigaram, e a mãe acabou esfaqueando a filha no peito. A menina morreu no Hospital Municipal Ruth Cardoso em 12 de setembro. Adriana chegou a ser detida pela Guarda Municipal após o crime, mas na ocasião disse que queria acertar o homem, o motivo do desentendimento das duas, mas que a filha entrou na frente para defendê-lo.

Ela foi liberada, porém, após investigações a Polícia Civil apurou que somente mãe e filha estavam brigando, e inclusive a faca utilizada no crime, que Adriana teria dito ser do quiosque onde Jheimili e o homem estavam, havia na realidade sido trazida por ela. A polícia pediu pela prisão preventiva da mãe ainda em 18 de setembro, mas ela ‘desapareceu’, sendo localizada somente em 3 de outubro em Jaraguá do Sul, após uma denúncia anônima.

A mulher estava na Casa de Passagem de Jaraguá (espécie de albergue para andarilhos) e inclusive tentou fugir da polícia, mas foi recapturada e desde então aguardava julgamento, que acontecerá no próximo dia 24, mais de um ano após o crime que vitimou a sua filha. Ela responde por homicídio doloso qualificado por motivo fútil, com intenção de matar.


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Página 3
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A mãe Adriana e a filha Jheimili, que faleceu dias depois o ocorrido
A mãe Adriana e a filha Jheimili, que faleceu dias depois o ocorrido

Mulher que esfaqueou a filha adolescente na Avenida Atlântica será julgada

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Quinta, 3/9/2020 10:45.

Adriana de Oliveira, que na época do crime (ocorrido em 5 de setembro/2019) tinha 31 anos, será julgada no próximo dia 24, pelo Tribunal de Balneário Camboriú. Ela esfaqueou a própria filha, Jheimili Yara da Silva, 13 anos, porque a menina teria fugido de casa para se encontrar com o ex-namorado da mãe, um homem que morava com elas e que havia sido ‘expulso’ quando Adriana descobriu o relacionamento dos dois. A garota morreu dias depois. Adriana e Jheimili eram de Foz do Iguaçu, no Paraná.

Relembre o caso

Jheimili e a mãe Adriana estavam morando em Bombinhas, e por um tempo conviveram com I.C.R.B., um homem de 32 anos, até que ele e a adolescente se envolveram, Adriana descobriu e o mandou embora. Ele teria se mudado para Balneário Camboriú, e a garota veio até a cidade, na tarde de 5 de setembro, para se encontrar com o homem. A mãe seguiu a filha e conseguiu flagrar ela e I.C.R.B. em um quiosque na Avenida Atlântica.

As duas brigaram, e a mãe acabou esfaqueando a filha no peito. A menina morreu no Hospital Municipal Ruth Cardoso em 12 de setembro. Adriana chegou a ser detida pela Guarda Municipal após o crime, mas na ocasião disse que queria acertar o homem, o motivo do desentendimento das duas, mas que a filha entrou na frente para defendê-lo.

Ela foi liberada, porém, após investigações a Polícia Civil apurou que somente mãe e filha estavam brigando, e inclusive a faca utilizada no crime, que Adriana teria dito ser do quiosque onde Jheimili e o homem estavam, havia na realidade sido trazida por ela. A polícia pediu pela prisão preventiva da mãe ainda em 18 de setembro, mas ela ‘desapareceu’, sendo localizada somente em 3 de outubro em Jaraguá do Sul, após uma denúncia anônima.

A mulher estava na Casa de Passagem de Jaraguá (espécie de albergue para andarilhos) e inclusive tentou fugir da polícia, mas foi recapturada e desde então aguardava julgamento, que acontecerá no próximo dia 24, mais de um ano após o crime que vitimou a sua filha. Ela responde por homicídio doloso qualificado por motivo fútil, com intenção de matar.


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