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Vereadores votam hoje proibição de canudos de plástico no comércio de Balneário Camboriú
Freepik

Terça, 4/12/2018 10:41.

Está na pauta de hoje (4) do Legislativo de Balneário Camboriú projeto que proíbe o fornecimento de canudos de plástico por bares, restaurantes e similares na cidade.

A proposta de autoria do vereador Aldemar Bola Pereira (PSDB) recebeu uma emenda que apenas proíbe o plástico, sem obrigar a adotar um ou outro canudo alternativo, isso ficará a critério do comércio.

Bola lembra entretanto que “existem substitutos dos canudos de plástico totalmente plausíveis à disposição, tais como os de silicone, de vidro, de metal, de bambu, de palha, os “sorbos” biodegradáveis espanhóis e muitos outros”.

No Rio de Janeiro, por exemplo, a lei obrigou o uso de canudos de papel. Contudo o vereador ressalta que o importante não é definir como se comportará o comércio, mas salvaguardar o meio ambiente.

O mundo tem declarado guerra aos canudinhos e até grandes redes de lanchonetes estão embarcando no combate ao plástico que, se cair em mares e rios, além de poluir, pode levar animais à morte. Vários municípios também têm aderido à legislações semelhantes, banindo os canudinhos de plástico.

Se for aprovada a lei em Balneário, a Prefeitura terá seis meses para realizar campanhas de conscientização. Só depois disso os fiscais poderão aplicar as penalidades que são advertência escrita e depois multa de 10 unidades fiscais para quem persistir fornecendo os canudos de plástico, o equivalente hoje a R$ 2,7 mil.

O projeto é um contraponto a uma lei municipal (em vigor), proposta pela então vereadora Anna Christina Barichello e sancionada em 2009 pelo prefeito Edson Piriquito, que determinava o fornecimento pelo comércio justamente de canudos de plástico.

Essa lei se preocupou com a embalagem de canudos, palitos e guardanapos, mas não com seu conteúdo. Se o projeto de Bola for aprovado e sancionado, também revoga a lei em vigor.

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Cidade

ATUALIZADO às 7h de 15/12/2018.


Cidade

Balneário Camboriú passa a ser a cidade brasileira com mais bandeiras azuis


Justiça

Ele considera ilegal a lei municipal que permitiu o empreendimento 


Rapidinhas


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Vereadores votam hoje proibição de canudos de plástico no comércio de Balneário Camboriú

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Terça, 4/12/2018 10:41.

Está na pauta de hoje (4) do Legislativo de Balneário Camboriú projeto que proíbe o fornecimento de canudos de plástico por bares, restaurantes e similares na cidade.

A proposta de autoria do vereador Aldemar Bola Pereira (PSDB) recebeu uma emenda que apenas proíbe o plástico, sem obrigar a adotar um ou outro canudo alternativo, isso ficará a critério do comércio.

Bola lembra entretanto que “existem substitutos dos canudos de plástico totalmente plausíveis à disposição, tais como os de silicone, de vidro, de metal, de bambu, de palha, os “sorbos” biodegradáveis espanhóis e muitos outros”.

No Rio de Janeiro, por exemplo, a lei obrigou o uso de canudos de papel. Contudo o vereador ressalta que o importante não é definir como se comportará o comércio, mas salvaguardar o meio ambiente.

O mundo tem declarado guerra aos canudinhos e até grandes redes de lanchonetes estão embarcando no combate ao plástico que, se cair em mares e rios, além de poluir, pode levar animais à morte. Vários municípios também têm aderido à legislações semelhantes, banindo os canudinhos de plástico.

Se for aprovada a lei em Balneário, a Prefeitura terá seis meses para realizar campanhas de conscientização. Só depois disso os fiscais poderão aplicar as penalidades que são advertência escrita e depois multa de 10 unidades fiscais para quem persistir fornecendo os canudos de plástico, o equivalente hoje a R$ 2,7 mil.

O projeto é um contraponto a uma lei municipal (em vigor), proposta pela então vereadora Anna Christina Barichello e sancionada em 2009 pelo prefeito Edson Piriquito, que determinava o fornecimento pelo comércio justamente de canudos de plástico.

Essa lei se preocupou com a embalagem de canudos, palitos e guardanapos, mas não com seu conteúdo. Se o projeto de Bola for aprovado e sancionado, também revoga a lei em vigor.

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