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General Mourão dá recado a Onyx sobre eventuais ilicitudes
Antonio Cruz/AB.

Quinta, 6/12/2018 7:29.

(FOLHAPRESS) - O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão (PRTB), disse nesta quarta-feira (5) em Belo Horizonte (MG) que o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), terá de deixar o governo caso sejam comprovadas ilicitudes ligadas a ele.

"Uma vez que seja comprovado que houve ilicitude, é óbvio que terá que se retirar do governo. Mas, por enquanto, é uma investigação e ele prossegue com as tarefas dele. Nada mais do que isso", disse o general, que participou de um evento com empresários na capital mineira.

Onyx se tornou alvo de uma investigação aberta no STF (Supremo Tribunal Federal) a pedido da Procuradoria-Geral da República, na terça-feira (4) por suspeita de caixa dois. Bolsonaro já sugeriu que poderá demitir o futuro ministro caso apareça uma denúncia robusta contra ele.

Questionado sobre seu papel no governo Bolsonaro, Mourão afirmou que aguarda pelo que vai receber de atribuições do presidente eleito.

"A nossa Constituição não define tarefas para o vice-presidente, a não ser eventualmente substituir o presidente em momentos de afastamento. O que o presidente Bolsonaro desde o começo deixou claro para mim é que ele não iria prescindir do meu assessoramento direto a ele".

Também sobre seu papel no próximo governo, o general disse que será "o escudo e a espada" de Bolsonaro. "Escudo é o que defende e a espada é o que ataca. "Acho que seria uma mistura dos dois". 

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ATUALIZADO às 7h de 15/12/2018.


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Página 3

General Mourão dá recado a Onyx sobre eventuais ilicitudes

Antonio Cruz/AB.
Quinta, 6/12/2018 7:29.

(FOLHAPRESS) - O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão (PRTB), disse nesta quarta-feira (5) em Belo Horizonte (MG) que o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), terá de deixar o governo caso sejam comprovadas ilicitudes ligadas a ele.

"Uma vez que seja comprovado que houve ilicitude, é óbvio que terá que se retirar do governo. Mas, por enquanto, é uma investigação e ele prossegue com as tarefas dele. Nada mais do que isso", disse o general, que participou de um evento com empresários na capital mineira.

Onyx se tornou alvo de uma investigação aberta no STF (Supremo Tribunal Federal) a pedido da Procuradoria-Geral da República, na terça-feira (4) por suspeita de caixa dois. Bolsonaro já sugeriu que poderá demitir o futuro ministro caso apareça uma denúncia robusta contra ele.

Questionado sobre seu papel no governo Bolsonaro, Mourão afirmou que aguarda pelo que vai receber de atribuições do presidente eleito.

"A nossa Constituição não define tarefas para o vice-presidente, a não ser eventualmente substituir o presidente em momentos de afastamento. O que o presidente Bolsonaro desde o começo deixou claro para mim é que ele não iria prescindir do meu assessoramento direto a ele".

Também sobre seu papel no próximo governo, o general disse que será "o escudo e a espada" de Bolsonaro. "Escudo é o que defende e a espada é o que ataca. "Acho que seria uma mistura dos dois". 

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