Jornal Página 3

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Governo de Balneário Camboriú começa semana semiparalisado
Google.
O problema que afeta a administração foi criado por ela mesma.

Segunda, 24/9/2018 9:41.

O funcionamento da prefeitura de Balneário Camboriú está seriamente afetado pela decisão judicial que considerou ilegais 132 cargos de confiança, o que levou à exoneração de 150 pessoas.

Por exemplo, a diretora do Departamento de Análise de Projetos, Adeltraudt Zoschke Schappo, está entre os exonerados, mas seu trabalho é vital para não haver descontinuidade numa área que afeta a todos que desejem construir na cidade, seja uma simples casa ou edifício milionário.

O caso de Adeltraudt é peculiar, sua função em tese só pode ser executada por funcionário concursado, embora há muitos anos o trabalho venha sendo feito por cargos de confiança.

Junta-se ao desfalque na análise de projetos a exoneração de Maria Heloisa Beatriz Cardoso Furtado Lenzi, da Secretaria de Meio Ambiente, que ajudou a construir toda regulamentação dos estudos de impacto de vizinhança e faz parte da comissão que analisa sob essa ótica projetos de construção.

O assessor parlamentar, que trata dos encaminhamentos junto ao Legislativo, Omar Tomalih, também foi exonerado, bem na época em que a administração precisa se empenhar no relacionamento com os vereadores para aprovar rapidamente uma lei que corrija as distorções e regularize as nomeações.

Omar é vereador e pode retornar à Câmara na vaga ocupada interinamente por Chaves Jr.

Profissionais qualificados e com histórico de bons serviços prestados estão sem emprego, como Marcio Luiz Castelan que gerencia toda a infraestrutura de tecnologia da informação e Edésio Pereira da fiscalização ambiental.

Na Secretaria da Fazenda aconteceu um arrasa-quarteirão com o desligamentos dos diretores do Departamento de Arrecadação e Tributos; do Departamento de Cadastro Fazendário; do Departamento de Fiscalização Fazendária; o coordenador dos Serviços de Tributação; o coordenador dos Serviços de Avaliação de Imóveis; o diretor de Procon; o diretor do Departamento de Dívida Ativa; o coordenador de Fiscalização de Alvarás; o coordenador de Fiscalização de ISS; o coordenador de Procedimentos Fiscais e a voordenadora dos Serviços de Dívida Ativa.

A administração foi afetada em quase todas as áreas e o governo corre contra o tempo para convencer a Câmara de Vereadores a votar, ainda nesta semana, projeto que solucione a situação.

Baldi diz que irá demorar

O projeto de reforma administrativa que pode regularizar cargos e funções, reconduzindo os exonerados, está na Câmara e o governo pretende aprová-lo nesta semana, mas isso é improvável.

O vereador Valter Baldi, relator na Comissão de Justiça e Redação, disse ao Página 3 nesta segunda-feira que pediu diligências (maiores esclarecimentos) seguindo recomendações da assessoria jurídica devido a “incongruências” no projeto.

“Não será votado rapidamente, o vereador [Nilson] Probst deve pedir mais informações e o projeto tem mais de 500 páginas. Alguns cargos são necessários, vamos analisar, precisa ser debatido e discutido para dar ao prefeito estrutura para governar, mas não podemos criar cargos desnecessários”, concluiu.

Erro estratégico

Há cerca de 15 meses o governo municipal sabia que precisava adequar os cargos/funções e há mais de um ano o texto vem sendo discutido nos gabinetes da rua Dinamarca, mas foi deixado para o último minuto do último dia (segunda-feira dia 17 de setembro) o envio da proposta à Câmara de Vereadores.

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Governo de Balneário Camboriú começa semana semiparalisado

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O problema que afeta a administração foi criado por ela mesma.
O problema que afeta a administração foi criado por ela mesma.
Segunda, 24/9/2018 9:41.

O funcionamento da prefeitura de Balneário Camboriú está seriamente afetado pela decisão judicial que considerou ilegais 132 cargos de confiança, o que levou à exoneração de 150 pessoas.

Por exemplo, a diretora do Departamento de Análise de Projetos, Adeltraudt Zoschke Schappo, está entre os exonerados, mas seu trabalho é vital para não haver descontinuidade numa área que afeta a todos que desejem construir na cidade, seja uma simples casa ou edifício milionário.

O caso de Adeltraudt é peculiar, sua função em tese só pode ser executada por funcionário concursado, embora há muitos anos o trabalho venha sendo feito por cargos de confiança.

Junta-se ao desfalque na análise de projetos a exoneração de Maria Heloisa Beatriz Cardoso Furtado Lenzi, da Secretaria de Meio Ambiente, que ajudou a construir toda regulamentação dos estudos de impacto de vizinhança e faz parte da comissão que analisa sob essa ótica projetos de construção.

O assessor parlamentar, que trata dos encaminhamentos junto ao Legislativo, Omar Tomalih, também foi exonerado, bem na época em que a administração precisa se empenhar no relacionamento com os vereadores para aprovar rapidamente uma lei que corrija as distorções e regularize as nomeações.

Omar é vereador e pode retornar à Câmara na vaga ocupada interinamente por Chaves Jr.

Profissionais qualificados e com histórico de bons serviços prestados estão sem emprego, como Marcio Luiz Castelan que gerencia toda a infraestrutura de tecnologia da informação e Edésio Pereira da fiscalização ambiental.

Na Secretaria da Fazenda aconteceu um arrasa-quarteirão com o desligamentos dos diretores do Departamento de Arrecadação e Tributos; do Departamento de Cadastro Fazendário; do Departamento de Fiscalização Fazendária; o coordenador dos Serviços de Tributação; o coordenador dos Serviços de Avaliação de Imóveis; o diretor de Procon; o diretor do Departamento de Dívida Ativa; o coordenador de Fiscalização de Alvarás; o coordenador de Fiscalização de ISS; o coordenador de Procedimentos Fiscais e a voordenadora dos Serviços de Dívida Ativa.

A administração foi afetada em quase todas as áreas e o governo corre contra o tempo para convencer a Câmara de Vereadores a votar, ainda nesta semana, projeto que solucione a situação.

Baldi diz que irá demorar

O projeto de reforma administrativa que pode regularizar cargos e funções, reconduzindo os exonerados, está na Câmara e o governo pretende aprová-lo nesta semana, mas isso é improvável.

O vereador Valter Baldi, relator na Comissão de Justiça e Redação, disse ao Página 3 nesta segunda-feira que pediu diligências (maiores esclarecimentos) seguindo recomendações da assessoria jurídica devido a “incongruências” no projeto.

“Não será votado rapidamente, o vereador [Nilson] Probst deve pedir mais informações e o projeto tem mais de 500 páginas. Alguns cargos são necessários, vamos analisar, precisa ser debatido e discutido para dar ao prefeito estrutura para governar, mas não podemos criar cargos desnecessários”, concluiu.

Erro estratégico

Há cerca de 15 meses o governo municipal sabia que precisava adequar os cargos/funções e há mais de um ano o texto vem sendo discutido nos gabinetes da rua Dinamarca, mas foi deixado para o último minuto do último dia (segunda-feira dia 17 de setembro) o envio da proposta à Câmara de Vereadores.

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