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PÁGINA 3 / Política
Lucas Gotardo propõe projeto que cria escolaridade mínima para comissionados

Segunda, 5/8/2019 16:33.
Divulgação

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O vereador Lucas Gotardo colocou em discussão esta semana em suas redes sociais um projeto de sua autoria que cria escolaridade mínima para cargos comissionados do setor público municipal.

O Projeto de Lei Complementar 4/2019, protocolado em março deste ano, estabelece como requisitos mínimos para nomeação: ensino superior para secretário ou cargo equivalente e ensino médio completo para diretor, coordenador, assessor parlamentar ou equivalentes.

As regras valeriam para todos os cargos de direção, chefia e assessoramento da administração pública direta, fundacional e autárquica, ou seja, para praticamente todos os setores do serviço público municipal, incluindo Emasa, Cosip e até a própria Câmara de Vereadores.

O vereador entende que o município deve estar alinhado à tendência de qualificação e inovação na gestão pública, com objetivo de melhorar sua eficiência. O projeto segue em tramitação e ainda não tem data para ser votado.

“A escolaridade para cargos de diretor e coordenador vem gerando bastante discussão, primeiramente dentro do nosso gabinete e agora nas redes sociais. Também já consideramos incluir os cursos técnicos ou mesmo uma comprovação de experiência. Quero destacar que a proposta não é uma fórmula fechada, ela está em construção e nós abertos o diálogo”, comentou Gotardo.


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Lucas Gotardo propõe projeto que cria escolaridade mínima para comissionados

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Segunda, 5/8/2019 16:33.

O vereador Lucas Gotardo colocou em discussão esta semana em suas redes sociais um projeto de sua autoria que cria escolaridade mínima para cargos comissionados do setor público municipal.

O Projeto de Lei Complementar 4/2019, protocolado em março deste ano, estabelece como requisitos mínimos para nomeação: ensino superior para secretário ou cargo equivalente e ensino médio completo para diretor, coordenador, assessor parlamentar ou equivalentes.

As regras valeriam para todos os cargos de direção, chefia e assessoramento da administração pública direta, fundacional e autárquica, ou seja, para praticamente todos os setores do serviço público municipal, incluindo Emasa, Cosip e até a própria Câmara de Vereadores.

O vereador entende que o município deve estar alinhado à tendência de qualificação e inovação na gestão pública, com objetivo de melhorar sua eficiência. O projeto segue em tramitação e ainda não tem data para ser votado.

“A escolaridade para cargos de diretor e coordenador vem gerando bastante discussão, primeiramente dentro do nosso gabinete e agora nas redes sociais. Também já consideramos incluir os cursos técnicos ou mesmo uma comprovação de experiência. Quero destacar que a proposta não é uma fórmula fechada, ela está em construção e nós abertos o diálogo”, comentou Gotardo.


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