Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Política
Sem alcançar militares, reforma não deveria sequer tramitar, diz senador

Quarta, 20/2/2019 17:25.
Agência Brasil
Senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP

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(FOLHAPRESS)

A proposta de reforma da Previdência apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro na manhã desta quarta-feira (20) e o modo de atuação do governo já começaram a ser criticados no Congresso Nacional.

O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), foi a uma rede social criticar o fato de a reforma não alcançar também os militares.

"A respeito da chegada da PEC da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, tenho a convicção de que, sem uma reforma que alcance também os militares, o texto apresentado não deveria sequer tramitar", escreveu.

O PSDB encomendou a consultores uma análise da proposta, mas integrantes do partido reclamam que o texto foi apresentado sem uma discussão prévia com parlamentares.

"O Parlamento não é um quartel, uma vara cível ou uma vara criminal. Não é um espaço em que ordens dadas são executadas sem contestação nem onde sentenças são cumpridas sem discussão. Não diria que há má vontade [dos políticos], mas o político tem que dar satisfação em sua base", disse o senador Plínio Valério (PSDB-AM).


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Página 3
Agência Brasil
Senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP
Senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP

Sem alcançar militares, reforma não deveria sequer tramitar, diz senador

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Quarta, 20/2/2019 17:25.

(FOLHAPRESS)

A proposta de reforma da Previdência apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro na manhã desta quarta-feira (20) e o modo de atuação do governo já começaram a ser criticados no Congresso Nacional.

O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), foi a uma rede social criticar o fato de a reforma não alcançar também os militares.

"A respeito da chegada da PEC da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, tenho a convicção de que, sem uma reforma que alcance também os militares, o texto apresentado não deveria sequer tramitar", escreveu.

O PSDB encomendou a consultores uma análise da proposta, mas integrantes do partido reclamam que o texto foi apresentado sem uma discussão prévia com parlamentares.

"O Parlamento não é um quartel, uma vara cível ou uma vara criminal. Não é um espaço em que ordens dadas são executadas sem contestação nem onde sentenças são cumpridas sem discussão. Não diria que há má vontade [dos políticos], mas o político tem que dar satisfação em sua base", disse o senador Plínio Valério (PSDB-AM).


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