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PÁGINA 3 / Política
Moro diz que Brasil não será porto-seguro para criminosos e anuncia medidas

Quarta, 2/1/2019 11:31.
José Cruz/Agência Brasil.

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O novo ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmou em cerimônia nesta quarta (2) que o Brasil não será "porto-seguro para criminosos" e anunciou primeiras medidas da pasta.

Após assinar o termo de posse, o ex-juiz falou de seus planos, entre eles o fortalecimento de uma área de cooperação internacional, o DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional).

"Jamais voltará a se negar cooperação para países que pedirem", afirmou, sobre a ajuda entre países para investigar criminosos.

Moro afirmou que seus atos estão em elaboração, mas deu alguns exemplos. Entre eles, a padronização nas polícias do país, numa espécie de intervenção, mas que ele disse que se chamará de "cooperação". Outro exemplo, falou sobre a retomada do controle do governo nas penitenciárias.

O novo ministro prepara um pacote para apresentar ao Congresso Nacional entre fevereiro e março.

Ele fez um breve discurso explicando por qual motivo aceitou o convite e deixou o "confortável" posto de juiz federal, como vem fazendo em entrevistas e seminários.

Moro afirmou que em seu papel anterior podia fazer pouco para combater à corrupção em todo o país, mas no governo poderá fazer mais.
Antes de falar, o ex-magistrado apresentou sua equipe, que já havia sido anunciada nas últimas semanas.

Ele agradeceu aos ex-ministros Torquato Jardim e Raul Jungmann -nome que ele pronuncia com a letra "i" no início e não "j".


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Página 3
José Cruz/Agência Brasil.

Moro diz que Brasil não será porto-seguro para criminosos e anuncia medidas

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Quarta, 2/1/2019 11:31.

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O novo ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmou em cerimônia nesta quarta (2) que o Brasil não será "porto-seguro para criminosos" e anunciou primeiras medidas da pasta.

Após assinar o termo de posse, o ex-juiz falou de seus planos, entre eles o fortalecimento de uma área de cooperação internacional, o DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional).

"Jamais voltará a se negar cooperação para países que pedirem", afirmou, sobre a ajuda entre países para investigar criminosos.

Moro afirmou que seus atos estão em elaboração, mas deu alguns exemplos. Entre eles, a padronização nas polícias do país, numa espécie de intervenção, mas que ele disse que se chamará de "cooperação". Outro exemplo, falou sobre a retomada do controle do governo nas penitenciárias.

O novo ministro prepara um pacote para apresentar ao Congresso Nacional entre fevereiro e março.

Ele fez um breve discurso explicando por qual motivo aceitou o convite e deixou o "confortável" posto de juiz federal, como vem fazendo em entrevistas e seminários.

Moro afirmou que em seu papel anterior podia fazer pouco para combater à corrupção em todo o país, mas no governo poderá fazer mais.
Antes de falar, o ex-magistrado apresentou sua equipe, que já havia sido anunciada nas últimas semanas.

Ele agradeceu aos ex-ministros Torquato Jardim e Raul Jungmann -nome que ele pronuncia com a letra "i" no início e não "j".


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