Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Maia diz que 'todos morrerão juntos' se reforma da Previdência não for feita
Photo Premium/Folhapress.

Sexta, 4/1/2019 14:22.

CAROLINA LINHARES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que busca a reeleição para o posto e já obteve o apoio do PSL de Jair Bolsonaro, afirmou que "todos morrerão" se a reforma da Previdência não for aprovada.

Em reunião de cerca de 40 minutos com o governador João Doria (PSDB) no Palácio dos Bandeirantes, Maia obteve apoio do tucano para a reeleição e na defesa da reforma.

"Essa é a agenda principal, independente de qualquer coisa. A gente precisa de uma grande pactuação, acho que o governador João Doria tem toda capacidade de liderar isso, entre o governo federal, os governadores e os prefeitos", disse Maia sobre a reforma.

"Todos morrerão juntos se a reforma não for aprovada", completou.

Ambos afirmaram que a reforma é o caminho para superar a crise e gerar empregos. "É decisiva e vem para defender os brasileiros mais pobres e os aposentados", disse Maia ao rebater o argumento de que a proposta retira direitos.

"É fundamental que já no início do novo período legislativo, o Congresso Nacional possa deliberar e votar a reforma da Previdência", disse Doria, completando que a bancada tucana paulista está orientada a apoiar a medida.

Sobre a proposta de Bolsonaro de que as idades de aposentadoria sejam 62 para homens e 57 para mulheres, Maia disse que, se houver redução em relação aos 65 anos, não deve haver regra de transição.

O presidente da Câmara disse que fez uma visita institucional a Doria porque foi convidado para sua posse, não pôde comparecer e prometeu visitá-lo assim que possível. Afirmando que o tema do encontro era a reforma da Previdência, Maia evitou responder sobre a disputa na Câmara e Doria, sobre o afastamento de Gilberto Kassab (PSD).

Doria, porém, disse que apoia a reeleição de Maia, embora tenha enfatizado que a orientação para a bancada deve partir de Geraldo Alckmin, presidente do PSDB.

"Mas como governador de São Paulo manifesto claramente a minha posição favorável à recondução do deputado Rodrigo Maia a presidente da Câmara. Majoritariamente a bancada federal do PSDB deverá votar em Rodrigo Maia."

O deputado afirmou que conversará com Kassab e Alckmin sobre a disputa na Câmara.

Maia elogiou a posição de Bolsonaro de não declarar apoio a ele, ainda que o PSL tenha fechado um acordo para sua reeleição. O deputado disse que os poderes são independentes.

"A posição do presidente está corretíssima em não influenciar, não decidir, não participar. A presidente Dilma participou e perdeu. Ele não tem por que perder essa eleição." 

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Cidade

Seria um negócio imobiliário bastante vantajoso. Cidade continuará recebendo navios de cruzeiro.


Cidade

“Tem que ver se não é um problema de gestão deles”, dispara referindo-se aos hoteleiros  


Opinião


Opinião

"Não tente enrolar um brasileiro divulgando uma coisa e entregando outra" 


Publicidade


Publicidade


Cidade

Balneário Camboriú adotará entrega voluntária em ponto da prefeitura  


Divulgação

Excelente opção para os micro empreendedores, pequenas empresas e freelancers.


Geral

Até embarcações de pequeno porte levantam areia, depende das condições 


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Maia diz que 'todos morrerão juntos' se reforma da Previdência não for feita

Photo Premium/Folhapress.
Sexta, 4/1/2019 14:22.

CAROLINA LINHARES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que busca a reeleição para o posto e já obteve o apoio do PSL de Jair Bolsonaro, afirmou que "todos morrerão" se a reforma da Previdência não for aprovada.

Em reunião de cerca de 40 minutos com o governador João Doria (PSDB) no Palácio dos Bandeirantes, Maia obteve apoio do tucano para a reeleição e na defesa da reforma.

"Essa é a agenda principal, independente de qualquer coisa. A gente precisa de uma grande pactuação, acho que o governador João Doria tem toda capacidade de liderar isso, entre o governo federal, os governadores e os prefeitos", disse Maia sobre a reforma.

"Todos morrerão juntos se a reforma não for aprovada", completou.

Ambos afirmaram que a reforma é o caminho para superar a crise e gerar empregos. "É decisiva e vem para defender os brasileiros mais pobres e os aposentados", disse Maia ao rebater o argumento de que a proposta retira direitos.

"É fundamental que já no início do novo período legislativo, o Congresso Nacional possa deliberar e votar a reforma da Previdência", disse Doria, completando que a bancada tucana paulista está orientada a apoiar a medida.

Sobre a proposta de Bolsonaro de que as idades de aposentadoria sejam 62 para homens e 57 para mulheres, Maia disse que, se houver redução em relação aos 65 anos, não deve haver regra de transição.

O presidente da Câmara disse que fez uma visita institucional a Doria porque foi convidado para sua posse, não pôde comparecer e prometeu visitá-lo assim que possível. Afirmando que o tema do encontro era a reforma da Previdência, Maia evitou responder sobre a disputa na Câmara e Doria, sobre o afastamento de Gilberto Kassab (PSD).

Doria, porém, disse que apoia a reeleição de Maia, embora tenha enfatizado que a orientação para a bancada deve partir de Geraldo Alckmin, presidente do PSDB.

"Mas como governador de São Paulo manifesto claramente a minha posição favorável à recondução do deputado Rodrigo Maia a presidente da Câmara. Majoritariamente a bancada federal do PSDB deverá votar em Rodrigo Maia."

O deputado afirmou que conversará com Kassab e Alckmin sobre a disputa na Câmara.

Maia elogiou a posição de Bolsonaro de não declarar apoio a ele, ainda que o PSL tenha fechado um acordo para sua reeleição. O deputado disse que os poderes são independentes.

"A posição do presidente está corretíssima em não influenciar, não decidir, não participar. A presidente Dilma participou e perdeu. Ele não tem por que perder essa eleição." 

Publicidade

Publicidade