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PÁGINA 3 / Política
“Plano Diretor precisa sair das gavetas do Executivo”, vereador Probst cobra uma posição do prefeito

Quinta, 4/7/2019 17:36.
Divulgação/PMBC/Power Produtora

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A afirmação foi do vereador Nilson Probst, na tribuna do Legislativo, na sessão da última quarta-feira (3). Ele disse que não entende porque o prefeito Fabrício Oliveira não devolve o Plano Diretor à Câmara de Vereadores.

“O Plano Diretor estava para ser votado no último ano do governo Piriquito. Aí vieram as eleições. Naquele momento decidimos não votar em virtude das eleições. Deixamos para depois da eleição. O prefeito eleito pediu que não votássemos, porque ele queria olhar o projeto primeiro. A solicitação foi atendida, mas isso foi logo após a eleição, há três anos e até hoje o projeto não retornou”, disse.

Segundo o vereador, a atitude é incompreensível, já que o prefeito não pode fazer nenhum tipo de alteração.

“Ele não pode alterar o que foi decidido pela comunidade e pelos delegados. Por isso peço que ele mande logo o Plano Diretor para a Câmara, para que possamos dar um novo andamento à cidade”, declarou.

O vereador lembrou que a demora da devolução chamou atenção do Ministério Público, que entrou com medida cautelar para que nada que envolva o Plano Diretor seja votado na Câmara, enquanto o prefeito não fizer a devolução.

“Mesmo que ele devolva agora, estamos em julho, recesso, ‘depois virão as emendas, debates, audiências públicas, tudo isso demanda tempo. O Plano Diretor deverá ser votado somente no final do ano. É um absurdo isso”, finalizou o vereador.

O que diz a prefeitura

A secretária do Planejamento Adeltraut Zoschke explicou que  devido a um TAC firmado pelo governo anterior, o Plano Diretor deve apresentar um diagnóstico sócio-ambiental, que vai mapear todas as áreas de preservação permanente, áreas de risco, áreas alagadas, áreas de invasão.

“Para isso o município contratou uma empresa terceirizada que deveria ter entregue esse estudo em junho, mas pediu aditivo no prazo para entregar até o final de agosto”, detalhou a secretária. Paralelo a isso, a secretária atua na liderança de um comissão que está trabalhando na atualização do código de obras. 

 A explicação da secretária não justifica o fato do Plano Diretor estar há três anos, como disse o vereador Probst, "nas gavetas da prefeitura".  


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Página 3
Divulgação/PMBC/Power Produtora

“Plano Diretor precisa sair das gavetas do Executivo”, vereador Probst cobra uma posição do prefeito

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Quinta, 4/7/2019 17:36.

A afirmação foi do vereador Nilson Probst, na tribuna do Legislativo, na sessão da última quarta-feira (3). Ele disse que não entende porque o prefeito Fabrício Oliveira não devolve o Plano Diretor à Câmara de Vereadores.

“O Plano Diretor estava para ser votado no último ano do governo Piriquito. Aí vieram as eleições. Naquele momento decidimos não votar em virtude das eleições. Deixamos para depois da eleição. O prefeito eleito pediu que não votássemos, porque ele queria olhar o projeto primeiro. A solicitação foi atendida, mas isso foi logo após a eleição, há três anos e até hoje o projeto não retornou”, disse.

Segundo o vereador, a atitude é incompreensível, já que o prefeito não pode fazer nenhum tipo de alteração.

“Ele não pode alterar o que foi decidido pela comunidade e pelos delegados. Por isso peço que ele mande logo o Plano Diretor para a Câmara, para que possamos dar um novo andamento à cidade”, declarou.

O vereador lembrou que a demora da devolução chamou atenção do Ministério Público, que entrou com medida cautelar para que nada que envolva o Plano Diretor seja votado na Câmara, enquanto o prefeito não fizer a devolução.

“Mesmo que ele devolva agora, estamos em julho, recesso, ‘depois virão as emendas, debates, audiências públicas, tudo isso demanda tempo. O Plano Diretor deverá ser votado somente no final do ano. É um absurdo isso”, finalizou o vereador.

O que diz a prefeitura

A secretária do Planejamento Adeltraut Zoschke explicou que  devido a um TAC firmado pelo governo anterior, o Plano Diretor deve apresentar um diagnóstico sócio-ambiental, que vai mapear todas as áreas de preservação permanente, áreas de risco, áreas alagadas, áreas de invasão.

“Para isso o município contratou uma empresa terceirizada que deveria ter entregue esse estudo em junho, mas pediu aditivo no prazo para entregar até o final de agosto”, detalhou a secretária. Paralelo a isso, a secretária atua na liderança de um comissão que está trabalhando na atualização do código de obras. 

 A explicação da secretária não justifica o fato do Plano Diretor estar há três anos, como disse o vereador Probst, "nas gavetas da prefeitura".  


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