Jornal Página 3

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Situação do Ruth virou tema livre na Câmara de Vereadores
Fotos Divulgação
Angioletti, Omar, Bola, Joceli, Nilson e Achutti foram os vereadores que usaram a tribuna para falar do Ruth na noite dessa quarta (26)

Quinta, 27/6/2019 12:15.

A situação insustentável do hospital municipal Ruth Cardoso virou tema livre de novo na sessão legislativa desta quarta-feiras (26). O vereador presidente da Câmara, Omar Tomalih levou sua indignação a público assim que soube que novamente a emergência fechou as portas porque estava superlotada.

Vários vereadores também falaram sobre a situação na tribuna. O Página 3 ouviu a opinião de alguns vereadores. Acompanhe:


Omar Tomalih: “A solução é a terceirização”

“Estamos cansados de bater na mesma tecla, sobre a importância dos municípios vizinhos se sensibilizarem com a situação do hospital que já fechou o neonatal, depois fechou o PS, a emergência, ontem fechou de novo, tudo isso pela grande demanda dos municípios vizinhos e nós não estamos dizendo para não atender. Queremos que eles nos ajudem a buscar recursos, a bater na porta do governador, queremos que eles enxerguem o Ruth Cardoso. Estamos investindo R$ 60 milhões por ano no hospital, dinheiro que sai da saúde básica, dos postos, do PA das Nações que queremos terminar de arrumar, que sai de tantas outras áreas…Duas semanas atrás estive em Brasília, ontem em Florianópolis, batendo na porta dos deputados pedindo dinheiro para o hospital para atender a população da região. E o que eles (os municípios vizinhos) fazem para ajudar? Nada, alguns ainda criticam o atendimento do hospital, essa é a nossa angústia, fazer com que eles enxerguem o que está acontecendo. A exemplo do governo do Estado também fiz um convite publicamente para o governador vir conhecer o hospital, tenho certeza que ele não conhece a realidade do hospital, que ele venha e ajude a salvar vidas, porque estamos cada dia com uma saúde mais precária, um atendimento mais dificultado por falta de dinheiro, de ajuda destes órgãos, esta é nossa indignação. A solução é a terceirização já, é urgente. Precisamos de uma decisão urgente. Queremos que o hospital seja respeitado e que os prefeitos, que estamos fazendo a parte deles, aliás eles nem estão fazendo saúde, porque se o cara se quebra a perna, manda pro Ruth... se a mulher vai ganhar nenen, manda pro Ruth… se o cara infarta, manda pro Ruth...então nós estamos fazendo a parte deles que é atender estas pessoas. Que eles tomem conhecimento da realidade aqui, que corram atrás de ajuda como estamos fazendo aqui”.


Orlando Angioletti: “Criar privilégio para o morador”

“A discussão de sempre, a gente vai percebendo que às vezes isso significa gastar energia à toa. Estamos tentando encontrar uma forma de proteger em especial a população de Balneário Camboriú e que os outros municípios vão até o governador, vão até o secretário de Estado, que lutem por melhorias em favor deles...a gente sempre tá atrás, buscar convênios, vamos encaminhar uma situação de criar realmente um privilégio para o morador de Balneário Camboriú e forçar os outros municipios a irem atrás de ajuda”.


Marcelo Achuttti: “Chegamos no limite”

“Tem sido recorrente o tema livre ser sobre o Ruth Cardoso, temos que chamar a responsabilidade dos municípios vizinhos, do governo do Estado. É responsabilidade do governo do Estado fazer media e alta complexidade, o hospital de referência é o Marieta, mas quem faz o papel é o Ruth. Temos que ir a Florianópolis de novo, pressionar, buscar uma alternativa, não pode continuar fechando o hospital porque está lotado...ou às vezes encaminhar urgências e emergências para o Marieta, que ele também sobrecarrega, não resolve. Chegamos no limite, temos que nos manifestar em Florianópolis, não podemos ficar sentados esperando até 2020 como foi colocado pelo governador. Alguns vereadores sugerem tornar ele filantrópico, não necessita disso.Verba para custeio pode ser feito um custeio a qualquer momento, no nosso entendimento temos que protestar em Florianópolis, buscar apoio da bancadas de vários partidos políticos, porque se isso não acontecer, a situação vai agravar cada vez mais”.


Nilson Probst: “É uma situação muito difícil”

“Entendo que aquilo que o prefeito vinha dizendo na campanha, que precisava terceirizar o hospital, passar para uma ong, fazer uma PPP, qualquer coisa nesse sentido tem que ser feito. É urgente, não dá mais para manter o hospital sob controle da administração do município. É muito mal gerido, a gente sabe que o número de pessoas que procura o hospital todos os dias é enorme, mas também falta uma boa gerência, precisamos que ele seja gerido de forma profissional. Temos que terceirizar urgente o hospital, até para comprar medicamento mais baratos, terceirizar os serviços de maneira mais barata, hoje para ter uma ideia na pediatria estão pagando R$ 250 a hora, enquanto no mercado é R$ 120,...estão pagando duas vezes a hora para o pediatra, então realmente é algo espantoso. O desmando é total. Mas também precisa algumas ações a nível do governo do Estado, hoje o prefeito é presidente da Amfri, não vi até hoje uma ação por parte da Amfri, onde o municipio coloca um valor consideráavel e ele que tem a caneta na mão, tem que determinar lá uma ajuda financeira da Amfri para o Ruth Cardoso que atende toda região da Amfri. Como presidente da Amfri ele deve chamar os prefeitos e tomar uma providência.

Também precisamos fazer com que as forças políticas da região se unam e cobrem do governador. O governador já declarou que esse ano não vai ajudar o hospital então realmente é uma situação muito dificil. A primeira iniciativa seria terceirizar o hospital, enxugar a máquina, comprar mais barato e depois lutar por recursos por parte dos municípios da região e do governo do Estado”.


Joceli Nazari: “Até janeiro nossa população não pode ficar doente”

“Sempre batendo na mesma tecla, mas não é o hospital fechando alas, que recebem pacientes de regulação (uma ambulãncia que vem trazendo um paciente vem através de uma regulação), quem regula isso é o Estado, é responsabilidade do Estado. eu não faria isso, mas quem está à frente do hospital tem o seu parecer. Temos visto o governador dizendo que a partir de janeiro o Ruth Cardoso vai receber recursos do Estado, eu questionei isso, fiz um pedido de informação, para saber quais parâmetros que vão exigir do município para mandar esse recurso, para que não chegue janeiro e o município seja surpreendido, porque eles podem fazer exigências enormes. É bom lembrar que até janeiro a nossa população não pode ficar doente...Entendo que não adianta o Estado ajudar somente o Ruth Cardoso, ele tem que ajudar os municipios do entorno, Tijucas, Itapema, Camboriú, Navegantes, Luís Alves, ajudar a ampliar os serviços nestes hospitais...Por ex.: Itapema tem um hospital com dois médicos atendendo na porta, mas não tem internação clínica, nem maternidade..então ajudar a abrir uma maternidade lá, porque isso tudo vai desafogar nosso hospital. Ele precisa começar a dizer o que ele quer para os cidadãos do seu Estado. Nossa região da Amfri está desassistida”.


Bola Pereira: “O Ruth precisa ser filantrópico”

“O Ruth foi aberto 100% municipal, não é um hospital filantrópico. O hospital de Rodeio por exemplo só tem um leito e recebe dinheiro do Estado, porque é filantrópico ou seja tem um terceiro setor administrando, como o administrador é sem fins lucrativos, é filantrópico, tem direito a receber dinheiro. Quando o Luiz Henrique foi governador ele conseguiu botar bastante dinheiro para o hospital regional de Joinville. O Raimundo Colombo para o regional de Rio do Sul e Lages. O Pinho Moreira para o hospital regional de Criciúma...o João Rodrigues que era um potencial candidato ao governo do Estado para Chapecó. O Santa Isabel de Blumenau não é filantrópico, então não recebe dinheiro para custeio. Então o Ruth precisa ser um hospital filantrópico, para poder pleitear, não adianta ano que vem o governador ter dinheiro para o Ruth Cardoso e não poder mandar porque o hospital não é filantrópico, não faz atendimento além do atendimento SUS. Do jeito que o Ruth está hoje, ele só pode ser custeado pelo que vem para o SUS, uns R$ 12 milhões/ano e o restante só do orçamento do nosso município. Vamos atrás de emendas em Brasília, deputados estaduais, federais...mas tem questão de incompetência, faz dois anos que tem R$ 500 mil na conta da prefeitura, é uma emenda do Pavan, liberada, o Caropreso botou o dinheiro na conta, e eles não conseguem fazer uma licitação para comprar equipamento para o Ruth...só que esse dinheiro não é para custeio, é para compra de equipamentos...o Ruth precisa que a prefeitura mude a configuração dele. Em novembro ele deve deve ser um PPP, mas seria público-privada, mas ele tem que ter uma fundação, nós defendemos isso, porque então ele vai poder receber uma ambulãncia, custeio. O Ruth precisa de dinheiro, para não ficar só nas costas do município, mas também tem que ver a sua capacidade, quantas pessoas vai atender... vai atender a mesma quantidade? Ele só tem que receber para custeio. Não vai melhorar nada o atendimento tendo dinheiro e a quantidade de pessoas vai ser a mesma, porque é um absurdo ter 700 funcionários terceirizados ou não para atender 250 pessoas por dia. Tem muita coisa errada lá dentro, além dos preços absurdos...não sei que milagre tem lá dentro que as licitações são sempre muito mais caras que qualquer outro hospital do país, questão de médico, lente para catarata, tem muita coisa sendo muito cara dentro daquele hospital”.


Matéria Relacionada: Ruth Cardoso: situação só piora e governador diz que ajuda virá só em janeiro

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Situação do Ruth virou tema livre na Câmara de Vereadores

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Angioletti, Omar, Bola, Joceli, Nilson e Achutti foram os vereadores que usaram a tribuna para falar do Ruth na noite dessa quarta (26)
Angioletti, Omar, Bola, Joceli, Nilson e Achutti foram os vereadores que usaram a tribuna para falar do Ruth na noite dessa quarta (26)

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Quinta, 27/6/2019 12:15.

A situação insustentável do hospital municipal Ruth Cardoso virou tema livre de novo na sessão legislativa desta quarta-feiras (26). O vereador presidente da Câmara, Omar Tomalih levou sua indignação a público assim que soube que novamente a emergência fechou as portas porque estava superlotada.

Vários vereadores também falaram sobre a situação na tribuna. O Página 3 ouviu a opinião de alguns vereadores. Acompanhe:


Omar Tomalih: “A solução é a terceirização”

“Estamos cansados de bater na mesma tecla, sobre a importância dos municípios vizinhos se sensibilizarem com a situação do hospital que já fechou o neonatal, depois fechou o PS, a emergência, ontem fechou de novo, tudo isso pela grande demanda dos municípios vizinhos e nós não estamos dizendo para não atender. Queremos que eles nos ajudem a buscar recursos, a bater na porta do governador, queremos que eles enxerguem o Ruth Cardoso. Estamos investindo R$ 60 milhões por ano no hospital, dinheiro que sai da saúde básica, dos postos, do PA das Nações que queremos terminar de arrumar, que sai de tantas outras áreas…Duas semanas atrás estive em Brasília, ontem em Florianópolis, batendo na porta dos deputados pedindo dinheiro para o hospital para atender a população da região. E o que eles (os municípios vizinhos) fazem para ajudar? Nada, alguns ainda criticam o atendimento do hospital, essa é a nossa angústia, fazer com que eles enxerguem o que está acontecendo. A exemplo do governo do Estado também fiz um convite publicamente para o governador vir conhecer o hospital, tenho certeza que ele não conhece a realidade do hospital, que ele venha e ajude a salvar vidas, porque estamos cada dia com uma saúde mais precária, um atendimento mais dificultado por falta de dinheiro, de ajuda destes órgãos, esta é nossa indignação. A solução é a terceirização já, é urgente. Precisamos de uma decisão urgente. Queremos que o hospital seja respeitado e que os prefeitos, que estamos fazendo a parte deles, aliás eles nem estão fazendo saúde, porque se o cara se quebra a perna, manda pro Ruth... se a mulher vai ganhar nenen, manda pro Ruth… se o cara infarta, manda pro Ruth...então nós estamos fazendo a parte deles que é atender estas pessoas. Que eles tomem conhecimento da realidade aqui, que corram atrás de ajuda como estamos fazendo aqui”.


Orlando Angioletti: “Criar privilégio para o morador”

“A discussão de sempre, a gente vai percebendo que às vezes isso significa gastar energia à toa. Estamos tentando encontrar uma forma de proteger em especial a população de Balneário Camboriú e que os outros municípios vão até o governador, vão até o secretário de Estado, que lutem por melhorias em favor deles...a gente sempre tá atrás, buscar convênios, vamos encaminhar uma situação de criar realmente um privilégio para o morador de Balneário Camboriú e forçar os outros municipios a irem atrás de ajuda”.


Marcelo Achuttti: “Chegamos no limite”

“Tem sido recorrente o tema livre ser sobre o Ruth Cardoso, temos que chamar a responsabilidade dos municípios vizinhos, do governo do Estado. É responsabilidade do governo do Estado fazer media e alta complexidade, o hospital de referência é o Marieta, mas quem faz o papel é o Ruth. Temos que ir a Florianópolis de novo, pressionar, buscar uma alternativa, não pode continuar fechando o hospital porque está lotado...ou às vezes encaminhar urgências e emergências para o Marieta, que ele também sobrecarrega, não resolve. Chegamos no limite, temos que nos manifestar em Florianópolis, não podemos ficar sentados esperando até 2020 como foi colocado pelo governador. Alguns vereadores sugerem tornar ele filantrópico, não necessita disso.Verba para custeio pode ser feito um custeio a qualquer momento, no nosso entendimento temos que protestar em Florianópolis, buscar apoio da bancadas de vários partidos políticos, porque se isso não acontecer, a situação vai agravar cada vez mais”.


Nilson Probst: “É uma situação muito difícil”

“Entendo que aquilo que o prefeito vinha dizendo na campanha, que precisava terceirizar o hospital, passar para uma ong, fazer uma PPP, qualquer coisa nesse sentido tem que ser feito. É urgente, não dá mais para manter o hospital sob controle da administração do município. É muito mal gerido, a gente sabe que o número de pessoas que procura o hospital todos os dias é enorme, mas também falta uma boa gerência, precisamos que ele seja gerido de forma profissional. Temos que terceirizar urgente o hospital, até para comprar medicamento mais baratos, terceirizar os serviços de maneira mais barata, hoje para ter uma ideia na pediatria estão pagando R$ 250 a hora, enquanto no mercado é R$ 120,...estão pagando duas vezes a hora para o pediatra, então realmente é algo espantoso. O desmando é total. Mas também precisa algumas ações a nível do governo do Estado, hoje o prefeito é presidente da Amfri, não vi até hoje uma ação por parte da Amfri, onde o municipio coloca um valor consideráavel e ele que tem a caneta na mão, tem que determinar lá uma ajuda financeira da Amfri para o Ruth Cardoso que atende toda região da Amfri. Como presidente da Amfri ele deve chamar os prefeitos e tomar uma providência.

Também precisamos fazer com que as forças políticas da região se unam e cobrem do governador. O governador já declarou que esse ano não vai ajudar o hospital então realmente é uma situação muito dificil. A primeira iniciativa seria terceirizar o hospital, enxugar a máquina, comprar mais barato e depois lutar por recursos por parte dos municípios da região e do governo do Estado”.


Joceli Nazari: “Até janeiro nossa população não pode ficar doente”

“Sempre batendo na mesma tecla, mas não é o hospital fechando alas, que recebem pacientes de regulação (uma ambulãncia que vem trazendo um paciente vem através de uma regulação), quem regula isso é o Estado, é responsabilidade do Estado. eu não faria isso, mas quem está à frente do hospital tem o seu parecer. Temos visto o governador dizendo que a partir de janeiro o Ruth Cardoso vai receber recursos do Estado, eu questionei isso, fiz um pedido de informação, para saber quais parâmetros que vão exigir do município para mandar esse recurso, para que não chegue janeiro e o município seja surpreendido, porque eles podem fazer exigências enormes. É bom lembrar que até janeiro a nossa população não pode ficar doente...Entendo que não adianta o Estado ajudar somente o Ruth Cardoso, ele tem que ajudar os municipios do entorno, Tijucas, Itapema, Camboriú, Navegantes, Luís Alves, ajudar a ampliar os serviços nestes hospitais...Por ex.: Itapema tem um hospital com dois médicos atendendo na porta, mas não tem internação clínica, nem maternidade..então ajudar a abrir uma maternidade lá, porque isso tudo vai desafogar nosso hospital. Ele precisa começar a dizer o que ele quer para os cidadãos do seu Estado. Nossa região da Amfri está desassistida”.


Bola Pereira: “O Ruth precisa ser filantrópico”

“O Ruth foi aberto 100% municipal, não é um hospital filantrópico. O hospital de Rodeio por exemplo só tem um leito e recebe dinheiro do Estado, porque é filantrópico ou seja tem um terceiro setor administrando, como o administrador é sem fins lucrativos, é filantrópico, tem direito a receber dinheiro. Quando o Luiz Henrique foi governador ele conseguiu botar bastante dinheiro para o hospital regional de Joinville. O Raimundo Colombo para o regional de Rio do Sul e Lages. O Pinho Moreira para o hospital regional de Criciúma...o João Rodrigues que era um potencial candidato ao governo do Estado para Chapecó. O Santa Isabel de Blumenau não é filantrópico, então não recebe dinheiro para custeio. Então o Ruth precisa ser um hospital filantrópico, para poder pleitear, não adianta ano que vem o governador ter dinheiro para o Ruth Cardoso e não poder mandar porque o hospital não é filantrópico, não faz atendimento além do atendimento SUS. Do jeito que o Ruth está hoje, ele só pode ser custeado pelo que vem para o SUS, uns R$ 12 milhões/ano e o restante só do orçamento do nosso município. Vamos atrás de emendas em Brasília, deputados estaduais, federais...mas tem questão de incompetência, faz dois anos que tem R$ 500 mil na conta da prefeitura, é uma emenda do Pavan, liberada, o Caropreso botou o dinheiro na conta, e eles não conseguem fazer uma licitação para comprar equipamento para o Ruth...só que esse dinheiro não é para custeio, é para compra de equipamentos...o Ruth precisa que a prefeitura mude a configuração dele. Em novembro ele deve deve ser um PPP, mas seria público-privada, mas ele tem que ter uma fundação, nós defendemos isso, porque então ele vai poder receber uma ambulãncia, custeio. O Ruth precisa de dinheiro, para não ficar só nas costas do município, mas também tem que ver a sua capacidade, quantas pessoas vai atender... vai atender a mesma quantidade? Ele só tem que receber para custeio. Não vai melhorar nada o atendimento tendo dinheiro e a quantidade de pessoas vai ser a mesma, porque é um absurdo ter 700 funcionários terceirizados ou não para atender 250 pessoas por dia. Tem muita coisa errada lá dentro, além dos preços absurdos...não sei que milagre tem lá dentro que as licitações são sempre muito mais caras que qualquer outro hospital do país, questão de médico, lente para catarata, tem muita coisa sendo muito cara dentro daquele hospital”.


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