Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Rapidinhas
EXPOSIÇÕES ITAJAÍ

Quinta, 2/8/2018 17:39.

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As exposições ‘Empilhamento Máximo’, de Gabi Bresola e ‘Projeto Armazém’, de Juliana Crispe inauguraram esta semana na Casa da Cultura Dide Brandão. ficam abertas ao público até o próximo dia 25. A primeira é um texto empilhado, composto por palavras-chave da história do livro no Brasil; uma sequência de fotografias sobre o excesso e escassez; uma torre de papéis, totem da precariedade que conduz ao acúmulo e ao abismo entre quem faz livro e quem o lê. Nesse conjunto, o que está empilhado em palavras e imagens sugere diferentes representações da figura do livro: o objeto de abrigo e registro da história, do temor da perda e, paradoxalmente, um produto de reprodução mecânica de proliferação que não escapa do sistema comercial, e muito por isso vira apara.

O ‘Projeto Armazém’ reúne um coletivo de artistas de gerações distintas, o ponto de partida é trabalhar com a linguagem do múltiplo. A possibilidade de trocas de repertório entre os artistas propõe potencializar o processo e as obras desenvolvidas por cada um dos participantes.


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EXPOSIÇÕES ITAJAÍ

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Quinta, 2/8/2018 17:39.

As exposições ‘Empilhamento Máximo’, de Gabi Bresola e ‘Projeto Armazém’, de Juliana Crispe inauguraram esta semana na Casa da Cultura Dide Brandão. ficam abertas ao público até o próximo dia 25. A primeira é um texto empilhado, composto por palavras-chave da história do livro no Brasil; uma sequência de fotografias sobre o excesso e escassez; uma torre de papéis, totem da precariedade que conduz ao acúmulo e ao abismo entre quem faz livro e quem o lê. Nesse conjunto, o que está empilhado em palavras e imagens sugere diferentes representações da figura do livro: o objeto de abrigo e registro da história, do temor da perda e, paradoxalmente, um produto de reprodução mecânica de proliferação que não escapa do sistema comercial, e muito por isso vira apara.

O ‘Projeto Armazém’ reúne um coletivo de artistas de gerações distintas, o ponto de partida é trabalhar com a linguagem do múltiplo. A possibilidade de trocas de repertório entre os artistas propõe potencializar o processo e as obras desenvolvidas por cada um dos participantes.


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