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Argentina entra em recessão, com queda de 3,5% do PIB no 3º tri

Quarta, 19/12/2018 14:23.

(FOLHAPRESS) - A atividade econômica na Argentina entrou em recessão oficialmente entre julho e setembro deste ano, com acúmulo de três trimestres seguidos de retração, segundo dados divulgados pelo Indec (Instituto Nacional de Estatísticas e Censos) nesta terça-feira (18).

Responsável pelas atividades estatísticas oficiais no país, o órgão registrou queda de 3,5% do PIB (Produto Interno Bruto) argentino na medição anual do terceiro trimestre de 2018. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, o recuo foi de 0,7%.

No acumulado do ano, a recessão da economia argentina é de 1,4% em relação ao período de janeiro a setembro de 2017.

Entre abril e junho de 2018, o Indec havia registrado retração de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

No final de setembro, o presidente argentino, Mauricio Macri, fechou acordo de socorro com o FMI (Fundo Monentário Internacional), que calcula retração de 2,6% do PIB do país em 2018 e de 1,6% em 2019. 

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Argentina entra em recessão, com queda de 3,5% do PIB no 3º tri

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Quarta, 19/12/2018 14:23.

(FOLHAPRESS) - A atividade econômica na Argentina entrou em recessão oficialmente entre julho e setembro deste ano, com acúmulo de três trimestres seguidos de retração, segundo dados divulgados pelo Indec (Instituto Nacional de Estatísticas e Censos) nesta terça-feira (18).

Responsável pelas atividades estatísticas oficiais no país, o órgão registrou queda de 3,5% do PIB (Produto Interno Bruto) argentino na medição anual do terceiro trimestre de 2018. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, o recuo foi de 0,7%.

No acumulado do ano, a recessão da economia argentina é de 1,4% em relação ao período de janeiro a setembro de 2017.

Entre abril e junho de 2018, o Indec havia registrado retração de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

No final de setembro, o presidente argentino, Mauricio Macri, fechou acordo de socorro com o FMI (Fundo Monentário Internacional), que calcula retração de 2,6% do PIB do país em 2018 e de 1,6% em 2019. 

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