Jornal Página 3

Promotor recomendará suspensão das decisões do Conselho de Saúde
Arquivo JP3
O promotor Rosan da Rocha e o presidente do Conselho de Saúde, Fernando Michels Brito
O promotor Rosan da Rocha e o presidente do Conselho de Saúde, Fernando Michels Brito

Quarta, 5/7/2017 15:55.

Depois que o Conselho Municipal de Saúde (COMUS) de Balneário Camboriú anunciou que emitiria uma resolução limitando o atendimento do Hospital Ruth Cardoso, o promotor de justiça Rosan da Rocha se manifestou publicamente afirmando que vai recomendar a suspensão das decisões do órgão por suspeitas de ilegalidade em sua composição.

O titular da 6ª Promotoria de Justiça ressaltou que o presidente do COMUS, Fernando Michels Brito, chegou à presidência da União das Associações de Moradores (Unibac) - entidade que representa - de forma supostamente irregular.

“Não houve eleição e a sua condução foi efetuada em reunião sem a devida convocação de uma assembleia para tal finalidade. Assim comprovado, sua condução como presidente do COMUS é irregular. Desta feita, as ações do COMUS estão sob suspeitas de ilegalidade”, anunciou Rosan pelas redes.

O promotor vai recomendar que as decisões do COMUS sejam suspensas até a comprovação da legitimidade de Brito estar à frente do Conselho.

A resolução do COMUS quer definir regras de atendimento para o Ruth, pois os recursos investidos no hospital vêm do Fundo Municipal da Saúde, destinado à saúde dos munícipes de Balneário e não de toda uma região.

Brito admitiu que não houve eleição e que ele foi nomeado, mas é presidente da Associação dos Moradores do Centro, o que também o credenciaria para ocupar o cargo.

Mesmo assim já citou que assumiu a Unibac com o intuito de organizar e vai haver eleições. “Enquanto for presidente do COMUS vou defender que o nosso dinheiro não foi feito para financiar município de fora”, comentou.

 


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