Jornal Página 3

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Quantidade de pombos na praia volta a ser questionada
Divulgação.
A leitora fotografou os pombos ‘veraneando’

Segunda, 12/8/2019 14:27.

Uma leitora procurou o Página 3 para reclamar sobre a quantidade de pombos que proliferam na praia central de Balneário Camboriú. O debate é antigo, mas sempre volta, porque não é um assunto fácil de resolver. O Centro de Controle de Pragas Urbanas (CCPU) é o responsável pela situação, e alerta que o principal fator para a permanência dos pombos é a alimentação que é ofertada a eles pela população e comerciantes.

A moradora de Balneário lembrou em seu questionamento sobre as doenças que as aves podem transmitir (criptococose, histoplasmose e salmonelose), e que estão ‘infestando’ a areia onde as crianças brincam.

“Por que deixar os pombos proliferarem a praia central de Balneário Camboriú e infestarem as areias? Será que ignoram as doenças transmitidas”, questionou a leitora.

Alimento incentiva permanência

A diretora do CCPU, Geosí de Lima Matos, afirma que há denúncias sobre a presença dos pombos na cidade, mas que nada ‘fora do normal’, e conta que fazem educação ambiental na orla da praia a cada três meses, intensificando o contato principalmente com os quiosqueiros e pessoal que trabalha com churros e milho, incentivando que eles não alimentem os pombos e nem deixem o lixo aberto.

Em breve também deverão ser colocadas placas pela cidade pedindo que o público não alimente os pássaros.

“Sempre dizemos que os pombos precisam de quatro ‘As’: água, alimento, acesso e abrigo, mas principalmente alimento e muitas pessoas em Balneário os alimentam”, diz.

Segundo Geosí, um morador da cidade já foi denunciado ao Ministério Público por alimentar os pombos em diversos pontos de Balneário.

“Conversávamos com ele, pedíamos que ele não alimentasse, mas não adiantava e ele apenas mudava de local, continuando a alimentá-los. Como hoje não há lei para multarmos em casos assim, o denunciamos ao Ministério Público”, salienta.

Além da praia central

A diretora conta ainda que há casos de pombos além da praia central, ficando em edifícios residenciais, por exemplo. Nesses casos, o CCPU orienta que os condôminos coloquem redes para evitar que as aves fiquem pousadas no local.

“Se necessário também intimamos os responsáveis, para resolver a situação da melhor forma. Pedimos que as denúncias sejam feitas pela Ouvidoria municipal, mas também, quando somos informados sobre casos, vamos diretamente ao local”, acrescenta.

Outras pragas urbanas

Apesar do inverno ser um período mais ‘tranquilo’ por não ser época de reprodução de animais como caramujos africanos e escorpiões, o CCPU realiza vigilância constante e permanente, principalmente nesse segundo caso. Mensalmente há buscas por escorpiões nos bairros Praia dos Amores, Centro e Estaleiro, onde já houve denúncias e encontros desses aracnídeos.

“Fazemos buscas ativas, mas nesse ano só tivemos um caso, e foi um acidente sem gravidade, mesmo assim nos mantemos sempre alerta, investigando mensalmente”, completa. 

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Quantidade de pombos na praia volta a ser questionada

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A leitora fotografou os pombos ‘veraneando’
A leitora fotografou os pombos ‘veraneando’

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Segunda, 12/8/2019 14:27.

Uma leitora procurou o Página 3 para reclamar sobre a quantidade de pombos que proliferam na praia central de Balneário Camboriú. O debate é antigo, mas sempre volta, porque não é um assunto fácil de resolver. O Centro de Controle de Pragas Urbanas (CCPU) é o responsável pela situação, e alerta que o principal fator para a permanência dos pombos é a alimentação que é ofertada a eles pela população e comerciantes.

A moradora de Balneário lembrou em seu questionamento sobre as doenças que as aves podem transmitir (criptococose, histoplasmose e salmonelose), e que estão ‘infestando’ a areia onde as crianças brincam.

“Por que deixar os pombos proliferarem a praia central de Balneário Camboriú e infestarem as areias? Será que ignoram as doenças transmitidas”, questionou a leitora.

Alimento incentiva permanência

A diretora do CCPU, Geosí de Lima Matos, afirma que há denúncias sobre a presença dos pombos na cidade, mas que nada ‘fora do normal’, e conta que fazem educação ambiental na orla da praia a cada três meses, intensificando o contato principalmente com os quiosqueiros e pessoal que trabalha com churros e milho, incentivando que eles não alimentem os pombos e nem deixem o lixo aberto.

Em breve também deverão ser colocadas placas pela cidade pedindo que o público não alimente os pássaros.

“Sempre dizemos que os pombos precisam de quatro ‘As’: água, alimento, acesso e abrigo, mas principalmente alimento e muitas pessoas em Balneário os alimentam”, diz.

Segundo Geosí, um morador da cidade já foi denunciado ao Ministério Público por alimentar os pombos em diversos pontos de Balneário.

“Conversávamos com ele, pedíamos que ele não alimentasse, mas não adiantava e ele apenas mudava de local, continuando a alimentá-los. Como hoje não há lei para multarmos em casos assim, o denunciamos ao Ministério Público”, salienta.

Além da praia central

A diretora conta ainda que há casos de pombos além da praia central, ficando em edifícios residenciais, por exemplo. Nesses casos, o CCPU orienta que os condôminos coloquem redes para evitar que as aves fiquem pousadas no local.

“Se necessário também intimamos os responsáveis, para resolver a situação da melhor forma. Pedimos que as denúncias sejam feitas pela Ouvidoria municipal, mas também, quando somos informados sobre casos, vamos diretamente ao local”, acrescenta.

Outras pragas urbanas

Apesar do inverno ser um período mais ‘tranquilo’ por não ser época de reprodução de animais como caramujos africanos e escorpiões, o CCPU realiza vigilância constante e permanente, principalmente nesse segundo caso. Mensalmente há buscas por escorpiões nos bairros Praia dos Amores, Centro e Estaleiro, onde já houve denúncias e encontros desses aracnídeos.

“Fazemos buscas ativas, mas nesse ano só tivemos um caso, e foi um acidente sem gravidade, mesmo assim nos mantemos sempre alerta, investigando mensalmente”, completa. 

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