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Santa Catarina tem 573 casos de dengue confirmados
Divulgação
Eliane (E) com agentes do combate à dengue alerta: 'situação exige colaboração de todos'

Terça, 21/5/2019 15:48.

De acordo com o último boletim divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), vinculada à secretaria estadual da Saúde na quinta-feira (16), estão confirmados 573 casos de dengue em Santa Catarina, com base em dados colhidos entre 30 de dezembro de 2018 e 11 de maio de 2019. No mesmo período do ano passado, haviam sido confirmados apenas 34 casos.

Destes 573 casos, 485 são autóctones (transmitidos dentro do estado), 49 casos são importados (transmissão fora do estado), 22 continuam em investigação e 17 são indeterminados, pois não foi possível definir o local provável de infecção.

Os municípios com mais casos autóctones da doença são Itapema (185), Camboriú (105), Porto Belo (45), Cunha Porã (30) e Itajaí (15).

Chikungunya e Zika vírus

No mesmo período, os casos confirmados de febre de chikungunya chegam a sete no Estado, todos importados. As pessoas infectadas são residentes em Balneário Camboriú, Brusque, Florianópolis, Jaraguá do Sul, Joinville, Pinhalzinho e Tubarão, com local provável de infecção nos estados do Pará, Rio de Janeiro, São Paulo e Maranhão.

Foram feitas 293 notificações sobre a doença em Santa Catarina, das quais 2% foram confirmadas (os sete casos citados acima), 43% foram descartadas (124) e 55% permanecem como casos suspeitos (162).

Também no mesmo período pesquisado, foram notificados 75 casos de zika vírus em Santa Catarina, sendo que 40 (53%) foram descartados, sete (10%) foram inconclusivos e 28 (37%) permanecem como suspeitos.

Segundo a DIVE, mesmo sem caso confirmado, o número de notificações subiu 63% em relação ao mesmo intervalo de tempo no ano passado, quando foram notificados 46 casos (sem nenhuma confirmação)

Em Balneário

A diretora de Vigilância Ambiental da secretaria municipal da Saúde de Balneário Camboriú, Eliane Guedes Casatti que trabalha há 15 anos no programa de combate à dengue, e esta semana assumiu o cargo principal, a situação local exige muita atenção.

Em todo o município são hoje 883 focos.

“É um número alto e o que podemos perceber nas visitas domiciliares que o pessoal este ano não teve tanto cuidado como em anos anteriores. Então falta consciência da população em relação ao perigo da doença que nos cerca. Infelizmente houve esse descuido e a população precisa nos ajudar”, pediu Eliane.

Ela reforça que o programa está empenhado, fazendo visita nos imóveis do município, com objetivo de orientar e eliminar focos; visitando os pontos estratégicos a cada 15 dias; monitorando semanalmente uma rede de armadilhas, nos locais de difícil acesso, a equipe é auxiliada por um drone para fiscalizar caixas d’água e calhas, palestras acontecem em escolas, construtoras, associações de bairros, igrejas, a equipe aplica fumacê onde aparecem casos positivos, além de um forte trabalho de divulgação.

“A divulgação está na página da prefeitura, colocamos um vídeo falando sobre a dengue, passamos nas palestras, tudo isso é muito importante, mas mais do que tudo isso precisamos da conscientização da população. Se isso não acontecer poderemos ter aqui uma epidemia, mas se todo mundo colaborar e reduzirmos o número de depósitos, teremos um verão mais tranquilo”, assegura Eliane.

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Santa Catarina tem 573 casos de dengue confirmados

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Eliane (E) com agentes do combate à dengue alerta: 'situação exige colaboração de todos'
Eliane (E) com agentes do combate à dengue alerta: 'situação exige colaboração de todos'

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Terça, 21/5/2019 15:48.

De acordo com o último boletim divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), vinculada à secretaria estadual da Saúde na quinta-feira (16), estão confirmados 573 casos de dengue em Santa Catarina, com base em dados colhidos entre 30 de dezembro de 2018 e 11 de maio de 2019. No mesmo período do ano passado, haviam sido confirmados apenas 34 casos.

Destes 573 casos, 485 são autóctones (transmitidos dentro do estado), 49 casos são importados (transmissão fora do estado), 22 continuam em investigação e 17 são indeterminados, pois não foi possível definir o local provável de infecção.

Os municípios com mais casos autóctones da doença são Itapema (185), Camboriú (105), Porto Belo (45), Cunha Porã (30) e Itajaí (15).

Chikungunya e Zika vírus

No mesmo período, os casos confirmados de febre de chikungunya chegam a sete no Estado, todos importados. As pessoas infectadas são residentes em Balneário Camboriú, Brusque, Florianópolis, Jaraguá do Sul, Joinville, Pinhalzinho e Tubarão, com local provável de infecção nos estados do Pará, Rio de Janeiro, São Paulo e Maranhão.

Foram feitas 293 notificações sobre a doença em Santa Catarina, das quais 2% foram confirmadas (os sete casos citados acima), 43% foram descartadas (124) e 55% permanecem como casos suspeitos (162).

Também no mesmo período pesquisado, foram notificados 75 casos de zika vírus em Santa Catarina, sendo que 40 (53%) foram descartados, sete (10%) foram inconclusivos e 28 (37%) permanecem como suspeitos.

Segundo a DIVE, mesmo sem caso confirmado, o número de notificações subiu 63% em relação ao mesmo intervalo de tempo no ano passado, quando foram notificados 46 casos (sem nenhuma confirmação)

Em Balneário

A diretora de Vigilância Ambiental da secretaria municipal da Saúde de Balneário Camboriú, Eliane Guedes Casatti que trabalha há 15 anos no programa de combate à dengue, e esta semana assumiu o cargo principal, a situação local exige muita atenção.

Em todo o município são hoje 883 focos.

“É um número alto e o que podemos perceber nas visitas domiciliares que o pessoal este ano não teve tanto cuidado como em anos anteriores. Então falta consciência da população em relação ao perigo da doença que nos cerca. Infelizmente houve esse descuido e a população precisa nos ajudar”, pediu Eliane.

Ela reforça que o programa está empenhado, fazendo visita nos imóveis do município, com objetivo de orientar e eliminar focos; visitando os pontos estratégicos a cada 15 dias; monitorando semanalmente uma rede de armadilhas, nos locais de difícil acesso, a equipe é auxiliada por um drone para fiscalizar caixas d’água e calhas, palestras acontecem em escolas, construtoras, associações de bairros, igrejas, a equipe aplica fumacê onde aparecem casos positivos, além de um forte trabalho de divulgação.

“A divulgação está na página da prefeitura, colocamos um vídeo falando sobre a dengue, passamos nas palestras, tudo isso é muito importante, mas mais do que tudo isso precisamos da conscientização da população. Se isso não acontecer poderemos ter aqui uma epidemia, mas se todo mundo colaborar e reduzirmos o número de depósitos, teremos um verão mais tranquilo”, assegura Eliane.

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