Jornal Página 3

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Vazamento de prontuários indica má administração do hospital Ruth Cardoso
Google.

Segunda, 11/3/2019 6:45.

A divulgação ontem pelo portal “Visse?” de detalhes sobre as mortes dos pacientes Ivonei dos Santos e Larissa Martins, reforça as suspeitas de má administração do Hospital Municipal Ruth Cardoso que sequer consegue manter em sigilo prontuários médicos.

O vazamento dos prontuários para o portal “Visse?” pode ter sido uma tentativa de jogar a responsabilidade pelas mortes para a empresa Pró-Ativo Gestão da Saúde e Clínica Médica que fornece médicos para a urgência e emergência do hospital.

Em ambas as mortes há fortes indícios de despreparo médico, os profissionais que atenderam os pacientes não conseguiram fazer diagnósticos de infecção generalizada e derrame cerebral.

A Pró-Ativo venceu licitação em final de outubro para fornecer de forma permanente o serviço de três médicos durante o dia e dois à noite.

Cada médico custa ao município R$ 46 mil por mês e são de longe os profissionais mais bem pagos pela prefeitura.

Por ser um fornecedor novo numa área sensível como a saúde o desempenho da Pró-Ativo deveria ser acompanhado de perto, mas isso não ocorreu, como comprovam as mortes.

O mais espantoso no caso do paciente que morreu por infecção generalizada é que a diretora técnica do hospital, Juliane Nunes Vianna, é infectologista. A ela cabe “supervisionar a execução das atividades de assistência médica da instituição”.
 

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Vazamento de prontuários indica má administração do hospital Ruth Cardoso

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A divulgação ontem pelo portal “Visse?” de detalhes sobre as mortes dos pacientes Ivonei dos Santos e Larissa Martins, reforça as suspeitas de má administração do Hospital Municipal Ruth Cardoso que sequer consegue manter em sigilo prontuários médicos.

O vazamento dos prontuários para o portal “Visse?” pode ter sido uma tentativa de jogar a responsabilidade pelas mortes para a empresa Pró-Ativo Gestão da Saúde e Clínica Médica que fornece médicos para a urgência e emergência do hospital.

Em ambas as mortes há fortes indícios de despreparo médico, os profissionais que atenderam os pacientes não conseguiram fazer diagnósticos de infecção generalizada e derrame cerebral.

A Pró-Ativo venceu licitação em final de outubro para fornecer de forma permanente o serviço de três médicos durante o dia e dois à noite.

Cada médico custa ao município R$ 46 mil por mês e são de longe os profissionais mais bem pagos pela prefeitura.

Por ser um fornecedor novo numa área sensível como a saúde o desempenho da Pró-Ativo deveria ser acompanhado de perto, mas isso não ocorreu, como comprovam as mortes.

O mais espantoso no caso do paciente que morreu por infecção generalizada é que a diretora técnica do hospital, Juliane Nunes Vianna, é infectologista. A ela cabe “supervisionar a execução das atividades de assistência médica da instituição”.
 

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