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Agrotóxico encontrado na água do Camboriú não é seguro para a saúde
Embrapa

Segunda, 25/3/2019 6:04.

O princípio ativo de agrotóxico encontrado em amostras d´água no rio Camboriú, 2,4-D (ácido diclorofenóxiacético), foi apontado em 2015 como possível causador de câncer pela Agência Internacional de Pesquisa para o Câncer, ligada à Organização Mundial da Saúde.

A indústria contestou a afirmação.

A Agência não afirmou que o 2,4-D cause câncer, mas não apontou o produto como seguro à saúde.

O 2,4-D, princípio ativo de herbicidas usados também na lavoura do arroz, foi encontrado em três amostras colhidas no rio Camboriú, entre julho e setembro do ano passado, pelo Programa da Qualidade da Água Tratada do Ministério Público de Santa Catarina.

Em uma dessas amostras a concentração do 2,4-D era de 0,644 ug/L (micrograma por litro) e o Ministério da Saúde estabelece limite máximo de 30ug/L.

A imagem do 2,4-D é péssima porque quando associado ao 2,4,5-T resulta no “Agente Laranja”, desfolhante usado para devastar florestas na guerra do Vietnã.

Dos 100 municípios com amostras de água analisadas pelo MP, 22 coletam água com resquícios de agrotóxicos.

O tratamento convencional da água, como o realizado pela Emasa, não remove agrotóxicos, mas a quantidade detectada na água bruta foi tão pequena que seriam necessárias pesquisas na água tratada para ter um diagnóstico mais claro.

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Agrotóxico encontrado na água do Camboriú não é seguro para a saúde

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Segunda, 25/3/2019 6:04.

O princípio ativo de agrotóxico encontrado em amostras d´água no rio Camboriú, 2,4-D (ácido diclorofenóxiacético), foi apontado em 2015 como possível causador de câncer pela Agência Internacional de Pesquisa para o Câncer, ligada à Organização Mundial da Saúde.

A indústria contestou a afirmação.

A Agência não afirmou que o 2,4-D cause câncer, mas não apontou o produto como seguro à saúde.

O 2,4-D, princípio ativo de herbicidas usados também na lavoura do arroz, foi encontrado em três amostras colhidas no rio Camboriú, entre julho e setembro do ano passado, pelo Programa da Qualidade da Água Tratada do Ministério Público de Santa Catarina.

Em uma dessas amostras a concentração do 2,4-D era de 0,644 ug/L (micrograma por litro) e o Ministério da Saúde estabelece limite máximo de 30ug/L.

A imagem do 2,4-D é péssima porque quando associado ao 2,4,5-T resulta no “Agente Laranja”, desfolhante usado para devastar florestas na guerra do Vietnã.

Dos 100 municípios com amostras de água analisadas pelo MP, 22 coletam água com resquícios de agrotóxicos.

O tratamento convencional da água, como o realizado pela Emasa, não remove agrotóxicos, mas a quantidade detectada na água bruta foi tão pequena que seriam necessárias pesquisas na água tratada para ter um diagnóstico mais claro.

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