Jornal Página 3

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Traços de agrotóxicos foram encontrados na água tratada
Waldemar Cezar Neto.

Terça, 26/3/2019 7:00.

A funcionária da Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento, Joana Mayara Dysarz, esclareceu à reportagem que a amostra de água onde foram que encontrados traços do agrotóxico 2,4-D (ácido diclorofenóxiacético) foi coletada por ela após o tratamento feito pela Emasa e não antes como noticiado ontem pelo Página 3.

O ácido diclorofenóxiacético é um herbicida, usado também na cultura de arroz o que pode ter ocasionado a identificação na amostra de água coletada no dia 11 de setembro do ano passado.

Aquela amostra apontou 0,644 ug/L (microgramas por litro) e a legislação brasileira permite até 30 ug/L, por isso os técnicos consideram que a água é segura para consumo.

Pode não ser tão segura porque 0,644 ug/L está próximo do limite de 1 ug/L adotado pela União Europeia.

Foram realizadas três coletas de água em Balneário Camboriú, integrando um programa estadual promovido pelo Ministério Público, e as três mostraram traços de 2,4-D, mas apenas uma revelou concentração mais relevante.

Na tarde de ontem o Página 3 recebeu um texto da Emasa, que aparentemente não circulou publicamente, onde a autarquia alega que nunca encontrou traços de agrotóxicos nas análises feitas nos últimos cinco anos.

A Emasa faz análises desse tipo duas vezes por ano. 

Diz o texto:

EMASA vem esclarecer que segue as determinações estabelecidas pela Portaria de Consolidação n°5/2017, que estabelece que os estudos referentes ao manancial, água tratada e água distribuída devem ser realizados com frequência semestral. Aproveita para informar que não foi detectada a presença de agrotóxicos na água bruta, tratada ou distribuída nas análises realizadas nos últimos 5 anos.

A informação veiculada se refere ao resultado de coleta de duas amostras de água tratada e uma de água bruta, todas com resultados muito inferiores ao máximo permitido naquela Portaria, especialmente: 300 vezes inferior ao permitido; 40 vezes inferior ao permitido; e 389 vezes inferior ao permitido.

A EMASA assegura assim, a qualidade e a potabilidade da água tratada e distribuída à população
 

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Traços de agrotóxicos foram encontrados na água tratada

Waldemar Cezar Neto.

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Terça, 26/3/2019 7:00.

A funcionária da Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento, Joana Mayara Dysarz, esclareceu à reportagem que a amostra de água onde foram que encontrados traços do agrotóxico 2,4-D (ácido diclorofenóxiacético) foi coletada por ela após o tratamento feito pela Emasa e não antes como noticiado ontem pelo Página 3.

O ácido diclorofenóxiacético é um herbicida, usado também na cultura de arroz o que pode ter ocasionado a identificação na amostra de água coletada no dia 11 de setembro do ano passado.

Aquela amostra apontou 0,644 ug/L (microgramas por litro) e a legislação brasileira permite até 30 ug/L, por isso os técnicos consideram que a água é segura para consumo.

Pode não ser tão segura porque 0,644 ug/L está próximo do limite de 1 ug/L adotado pela União Europeia.

Foram realizadas três coletas de água em Balneário Camboriú, integrando um programa estadual promovido pelo Ministério Público, e as três mostraram traços de 2,4-D, mas apenas uma revelou concentração mais relevante.

Na tarde de ontem o Página 3 recebeu um texto da Emasa, que aparentemente não circulou publicamente, onde a autarquia alega que nunca encontrou traços de agrotóxicos nas análises feitas nos últimos cinco anos.

A Emasa faz análises desse tipo duas vezes por ano. 

Diz o texto:

EMASA vem esclarecer que segue as determinações estabelecidas pela Portaria de Consolidação n°5/2017, que estabelece que os estudos referentes ao manancial, água tratada e água distribuída devem ser realizados com frequência semestral. Aproveita para informar que não foi detectada a presença de agrotóxicos na água bruta, tratada ou distribuída nas análises realizadas nos últimos 5 anos.

A informação veiculada se refere ao resultado de coleta de duas amostras de água tratada e uma de água bruta, todas com resultados muito inferiores ao máximo permitido naquela Portaria, especialmente: 300 vezes inferior ao permitido; 40 vezes inferior ao permitido; e 389 vezes inferior ao permitido.

A EMASA assegura assim, a qualidade e a potabilidade da água tratada e distribuída à população
 

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