Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Saúde
Gêmeas nascem de parto normal em Balneário Camboriú e viram notícia

Quarta, 4/9/2019 14:13.
Divulgação

Publicidade

As gêmeas Maria e Alice, de Itapema, nasceram na última semana no Hospital Municipal Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú. O diferencial, que chamou a atenção da diretoria do hospital, foi que a mãe delas, Jaqueline Fernanda de Souza, 31 anos, teve as duas de parto normal, o que não é tão comum em uma gestação gemelar.

A coordenadora do centro obstétrico do Ruth Cardoso, Tatiana Jesus de Assis, conta que Maria nasceu às 22h04 de quinta-feira (29) e Alice veio ao mundo dois minutos depois. Não houve nenhuma complicação na hora dos partos, tanto para a mamãe Jaqueline como também para as recém-nascidas. As duas tem outros dois irmãos, um de sete anos e outro de 14, que também nasceram de partos normais. Jaqueline tinha risco de diabete gestacional e hipertensão, mais dois fatores para desmistificar a necessidade de cesariana em uma gestação gemelar.

“Mesmo assim o parto vaginal aconteceu, tudo foi um sucesso. As crianças nasceram muito bem”, destaca a coordenadora.

Segundo Tatiana, já houve outros partos do tipo no Ruth Cardoso, mas de fato não é algo muito comum, principalmente porque é preciso passar por uma avaliação médica.

“Normalmente a gestação gemelar vem de três formas: a primeira é quando os bebês estão dentro da mesma bolsa e da mesma placenta, a segunda é quando estão em uma bolsa e duas placentas e a terceira é quando estão separados por bolsa e por placenta. Quando a gestação é nesse terceiro caso ela pode ser um parto normal, mas é o médico que avalia”, explica.

A coordenadora salienta que há aproximadamente dois nascimentos gemelares no Ruth a cada mês – não necessariamente partos vaginais.

“É uma indicação do médico ser cesária ou parto normal. Ele explica toda a questão para a mulher e para a família. Se o caso é como o dessas gêmeas, pode ser normal. Mas tudo é analisado entre a mãe e o obstetra. Muitos fatores influenciam”, diz.

O Ruth Cardoso é um hospital 100% SUS e oferece toda a segurança e assistência gratuitas, nem quando é necessário fazer cesariana é cobrado. Quando é um caso de parto de gêmeos exige uma equipe maior, mas o hospital também atende.

“A gemelaridade tem um percentual de classificação de alto risco por conta do desenvolvimento da gestação. Tudo é avaliado. O nascimento requer assistência médica, tanto a cesariana quanto o parto vaginal. É um parto totalmente assistido pelo médico e auxiliado pelo enfermeiro. Não é um sofrimento, pode ser dolorido, mas é um processo natural e muito esperado. O parto normal é a melhor opção, é algo fisiológico, já a cesariana pode exigir uma recuperação mais complicada”, acrescenta.

A mãe, Jaqueline, conta que o parto foi tranquilo, com contato pele a pele entre as bebês e ela. Ela diz que inicialmente sentiu medo, porque o médico disse que teria que ser cesariana, por se tratar de uma gestação de gêmeas, mas na hora o caso foi reanalisado.

“Depois que elas nasceram eu vi que foi o melhor para mim e para as bebês, pois eu conseguia cuidar delas, pegar no colo. Se fosse cesariana eu estaria toda dolorida, não precisei ganhar nenhum ponto. Estou muito feliz que tenha sido parto normal,” afirma. 


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Opinião

"Com estes valores, nenhuma unidade de saúde consegue se manter como PORTA ABERTA"


Cidade

Prefeitura é dona de terreno, próximo ao local, que poderia receber o Mercado


Brasil


Política

O vereador aproveitou que estava em Brasília pra falar sobre o saneamento básico de Camboriú


Cidade


Publicidade


Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Gêmeas nascem de parto normal em Balneário Camboriú e viram notícia

Divulgação

Publicidade

Quarta, 4/9/2019 14:13.

As gêmeas Maria e Alice, de Itapema, nasceram na última semana no Hospital Municipal Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú. O diferencial, que chamou a atenção da diretoria do hospital, foi que a mãe delas, Jaqueline Fernanda de Souza, 31 anos, teve as duas de parto normal, o que não é tão comum em uma gestação gemelar.

A coordenadora do centro obstétrico do Ruth Cardoso, Tatiana Jesus de Assis, conta que Maria nasceu às 22h04 de quinta-feira (29) e Alice veio ao mundo dois minutos depois. Não houve nenhuma complicação na hora dos partos, tanto para a mamãe Jaqueline como também para as recém-nascidas. As duas tem outros dois irmãos, um de sete anos e outro de 14, que também nasceram de partos normais. Jaqueline tinha risco de diabete gestacional e hipertensão, mais dois fatores para desmistificar a necessidade de cesariana em uma gestação gemelar.

“Mesmo assim o parto vaginal aconteceu, tudo foi um sucesso. As crianças nasceram muito bem”, destaca a coordenadora.

Segundo Tatiana, já houve outros partos do tipo no Ruth Cardoso, mas de fato não é algo muito comum, principalmente porque é preciso passar por uma avaliação médica.

“Normalmente a gestação gemelar vem de três formas: a primeira é quando os bebês estão dentro da mesma bolsa e da mesma placenta, a segunda é quando estão em uma bolsa e duas placentas e a terceira é quando estão separados por bolsa e por placenta. Quando a gestação é nesse terceiro caso ela pode ser um parto normal, mas é o médico que avalia”, explica.

A coordenadora salienta que há aproximadamente dois nascimentos gemelares no Ruth a cada mês – não necessariamente partos vaginais.

“É uma indicação do médico ser cesária ou parto normal. Ele explica toda a questão para a mulher e para a família. Se o caso é como o dessas gêmeas, pode ser normal. Mas tudo é analisado entre a mãe e o obstetra. Muitos fatores influenciam”, diz.

O Ruth Cardoso é um hospital 100% SUS e oferece toda a segurança e assistência gratuitas, nem quando é necessário fazer cesariana é cobrado. Quando é um caso de parto de gêmeos exige uma equipe maior, mas o hospital também atende.

“A gemelaridade tem um percentual de classificação de alto risco por conta do desenvolvimento da gestação. Tudo é avaliado. O nascimento requer assistência médica, tanto a cesariana quanto o parto vaginal. É um parto totalmente assistido pelo médico e auxiliado pelo enfermeiro. Não é um sofrimento, pode ser dolorido, mas é um processo natural e muito esperado. O parto normal é a melhor opção, é algo fisiológico, já a cesariana pode exigir uma recuperação mais complicada”, acrescenta.

A mãe, Jaqueline, conta que o parto foi tranquilo, com contato pele a pele entre as bebês e ela. Ela diz que inicialmente sentiu medo, porque o médico disse que teria que ser cesariana, por se tratar de uma gestação de gêmeas, mas na hora o caso foi reanalisado.

“Depois que elas nasceram eu vi que foi o melhor para mim e para as bebês, pois eu conseguia cuidar delas, pegar no colo. Se fosse cesariana eu estaria toda dolorida, não precisei ganhar nenhum ponto. Estou muito feliz que tenha sido parto normal,” afirma. 


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade